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Fóruns / Apuração, cálculo e parametrização fiscal no SAP

Como a rotina de revisão trimestral de parametrização fiscal pode ser estruturada?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Oi, gente. Queremos revisar a parametrização fiscal todo trimestre, mas sem peso demais: a equipe já está no limite e a revisão pode virar mais uma fila. Estamos em RISE with SAP com o GUEPARDO Tax. De cabeça, ó uma tarde por trimestre, mas não sei o que cabe nela.

Preciso de uma rotina enxuta, com dono, lista de verificação e registro dos achados. O que vale checar primeiro?


Atualização:

Obrigado. Fechei assim: uma tarde por trimestre, lista por sintoma da Juliana, gatilho de versão do Roberto e registro com vínculo do Nelson. Pergunta de seguimento: quem deve conduzir a revisão, o próprio dono da regra ou alguém de fora, para não virar autoavaliação?

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Uma tarde por trimestre basta, se a revisão for por sintoma e tiver dono. Resumindo a conversa:

  1. Lista: nota SAP da reforma, esquema de venda, chave contábil, regra do emissor e desenvolvimento próprio, testados com uma nota real.
  2. Gatilho: toda atualização de versão abre uma revisão curta, com regressão contra períodos fechados.
  3. Registro: uma linha por achado, com data, dono e vínculo com a regra.
  4. Conduzir: revisor diferente de quem altera.

A documentação disponível não afirma se o produto oferece relatório próprio para essa revisão; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Para ver um modelo de levantamento, veja a página sobre diagnóstico fiscal no SAP.

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Desculpem se for básico. Sobre quem conduz: de qualquer forma, viu, quem altera a regra não deve ser quem a revisa. Pelas notas de projeto, ninguém costuma verificar se a mesma pessoa apura, aprova e lança a guia.

  1. Revisor diferente de quem executa a alteração.
  2. Revisão por amostra, não completa.
  3. Achado devolvido ao dono da regra, com prazo.
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Desculpem se for básico, mas discordo de revisão só trimestral e fixa. Ao pé da letra, atualização de versão ou mudança de regra no meio do trimestre não espera a data. Pelas notas de projeto, a atualização pede regressão comparando com períodos fechados, e o primeiro fechamento real depois dela é o teste que conta. Mantenha o trimestral e acrescente um gatilho: toda atualização de versão dispara uma revisão curta fora do calendário.

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Pessoal, bom dia. Sobre o registro dos achados, o que vale é o dossiê com data, dono e vínculo com a regra. E aí, no go-live, a gente aprendeu que sem o vínculo ninguém acha o achado de novo. Uma linha por achado:

  • regra e obrigação ligadas;
  • achado e evidência;
  • dono e prazo;
  • resolvido ou em aberto.
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Sem enrolar: a lista cabe em uma tarde se for por sintoma, não por tela. Pelas notas de projeto de diagnóstico, o que costuma aparecer é:

  1. nota SAP da reforma não aplicada;
  2. esquema de venda próprio sem o novo tributo;
  3. chave contábil sem conta;
  4. regra do emissor de documentos eletrônicos vazia;
  5. desenvolvimento próprio alcançado pela reforma.

A prova é, viu: uma nota real passando por cada item.

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