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Obrigações e SPED · EFD ICMS/IPI

Bloco K no SAP: quem está obrigado, quais registros gerar e como provar que o arquivo bate com o estoque

Quais registros do Bloco K a sua operação precisa gerar, quem está obrigado e em que fase, e como provar que o arquivo bate com o estoque? O Ajuste SINIEF 02/09 e o Guia Prático 3.2.4 estão aqui com a data de cada leitura, junto com a tabela dos 23 registros e três ferramentas que rodam no seu navegador.

A regra é do Fisco, e o enquadramento é decisão da sua empresa. O trabalho da DFSpro está no SAP: desenhar, configurar e provar como o apontamento de produção e de estoque vira registro.

Índice

Comece pela pergunta do seu papel

Cinco entradas para o mesmo arquivo: cada papel olha o Bloco K por uma pergunta própria, e cada entrada leva ao trecho que a responde.

01Fiscal e tributário

Quem está obrigado, em que fase e com qual leiaute, e como fazer a prova de que o arquivo está certo.

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02Controladoria

Como o K200 conversa com o estoque contábil e com o inventário, e quem faz a aprovação da conciliação.

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03Produção e PCP

Que apontamento de ordem, de consumo e de reprocesso alimenta cada registro, e onde a informação nasce.

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04TI e SAP

Que regras de validação do Guia derrubam o arquivo e o que conferir no sistema antes da transmissão.

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05Auditoria

O que se prova, com que evidência, e o que fica versionado a cada fechamento.

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Atalhos
A resposta curta

O Bloco K informa produção, consumo e estoque, e no SAP só bate se o apontamento estiver certo

A resposta direta

O Bloco K é a parte da EFD ICMS/IPI em que estabelecimentos industriais, equiparados e atacadistas informam, todo mês, a produção, o consumo de insumos e o estoque escriturado. Quem está obrigado e em que leiaute depende do ato do Confaz. No SAP, o arquivo só bate se a ordem de produção, o consumo, o material em terceiros e o saldo de estoque estiverem apontados do jeito que cada registro pede.

O que o Fisco publica

Campos, chaves e validações de cada registro (Guia Prático 3.2.4, de 30/07/2026) e o cronograma por CNAE e faturamento (Ajuste SINIEF 02/09).

O que o Fisco não publica

Como o SAP apontou a sua ordem, qual código de item vale para o seu produto e a norma estadual de terceiros: o Guia manda consultar a Sefaz da sua UF.

O que a DFSpro prova

Que o K200 bate com o estoque, que cada ordem vira K230 e K235 certos e que a correção de mês fechado deixa rastro.

O que é a EFD, como o dado nasce no SAP e os demais blocos estão em SPED Fiscal no SAP. Aqui o assunto é só o Bloco K, com a regra oficial lida e a data de cada leitura, sem prometer enquadramento nem decisão por você.

Quem está obrigado e desde quando

O cronograma depende do tipo de estabelecimento, da CNAE e do faturamento

O texto compilado do Ajuste SINIEF 02/09, cláusula terceira, § 7º, escalona a obrigação. Para cada fase vale o ato citado, lido em 15/10/2026 e relido em 19/10/2026.

DesdeQuemO que escrituraAto
01/01/2017Faturamento igual ou superior a R$ 300 milhões, divisões CNAE 10 a 32Só saldos de estoque (K200 e K280)AJ 25/21 (redação)
01/01/2018Faturamento igual ou superior a R$ 78 milhões, divisões CNAE 10 a 32Só saldos (K200 e K280), escrituração completa conforme escalonamentoAJ 41/21 (redação)
01/01/2019Demais industriais, atacadistas dos grupos CNAE 462 a 469 e equiparados a industrialSó saldos (K200 e K280), escrituração completa conforme escalonamentoAJ 02/09, inciso III, e § 14
01/01/2019Indústrias das divisões 11 e 12 e dos grupos 291 a 293, com faturamento de R$ 300 milhões ou maisEscrituração completa (simplificada permitida desde 2023)AJ 25/21
01/01/2020Indústrias das divisões 27 e 30, com faturamento de R$ 300 milhões ou maisEscrituração completa (simplificada permitida desde 2023)AJ 25/21
01/01/2023Indústrias da divisão 23 e dos grupos 294 e 295, com faturamento de R$ 300 milhões ou maisEscrituração completa (simplificada permitida desde 2023)AJ 25/22
01/01/2024Indústrias de 13 a 18 e ainda de 22, 26, 28, 31 e 32, com faturamento de R$ 300 milhões ou maisEscrituração completa (simplificada permitida)AJ 25/22
01/01/2025Indústrias de 10, de 19 a 21, 24 e 25, com faturamento de R$ 300 milhões ou maisEscrituração completa (simplificada permitida)AJ 25/22

Quem fica de fora

O Guia Prático dispensa o optante pelo Simples Nacional. A critério de cada UF, atacadista dos grupos CNAE 462 a 469 com faturamento anual abaixo de R$ 10 milhões pode ser dispensado de K200 e K280 (§ 14).

Leiaute simplificado

Desde 01/01/2023 as fases com escrituração completa podem usar a simplificada (§ 13). Ela implica guardar a informação da escrituração completa, que pode ser exigida em fiscalização e por regime especial.

Faturamento de referência

É a receita bruta de venda de mercadorias de todos os estabelecimentos no país, sem vendas canceladas, devoluções e descontos incondicionais, no segundo exercício anterior ao início da obrigação (§ 9º).

Livro modelo 3

Só a escrituração completa do Bloco K na EFD desobriga o Livro modelo 3 (§ 10). O § 8º define estabelecimento industrial pelo processo e pelo produto tributado por ICMS ou IPI, mesmo de alíquota zero ou isento.

Fonte oficial

Ajuste SINIEF 02/09 no Confaz, lido em 15/10/2026 e relido em 19/10/2026, com as redações dos Ajustes 25/21, 25/22 e 46/22. A Lei 13.874/2019, art. 16, parágrafo único, aplica ao Bloco K a simplificação (lida em 16/10/2026). O cabeçalho do ato cita o Ajuste SINIEF 31/24, sobre prorrogação de prazo do Bloco K em caso específico: o conteúdo desse ajuste não foi conferido.

Decisão da sua empresa

O enquadramento por CNAE e faturamento, a fase e o leiaute adotado são decisão da sua empresa, com a orientação da sua Secretaria de Fazenda. A DFSpro não decide a tese fiscal.

Ferramenta 1

Quais registros do Bloco K se aplicam à minha operação

Escolha o leiaute e marque o que acontece na sua operação. A lista se atualiza a cada marcação, e cada registro leva à linha dele na tabela.

Esta ferramenta precisa de JavaScript. Sem ele, a tabela de registros logo abaixo traz todos os registros com a regra de cada um.

Orientação, não decisão. A lista segue o Guia Prático 3.2.4. O enquadramento e a escolha do leiaute são da sua empresa, e as suas marcações ficam só no navegador e não são enviadas a servidor.

Leiaute adotado (K010)
O que acontece na operação

Registros indicados

Marque o que acontece na sua operação para ver a lista.

O que o Bloco K enxerga

Quatro frentes alimentam o arquivo: estoque, produção, terceiros e correção

Cada frente tem registros próprios. Os filhos carregam o consumo e a quantidade, e o K200 fecha a conta do mês.

Estoque e movimentação

O K200 é o saldo do último dia do período, por item e por dono do estoque. O K220 move quantidade de um código para outro sem produzir.

Produção própria

O K230 traz o que cada ordem produziu, e o K235 traz o que ela consumiu. Ordem aberta na virada do mês continua no arquivo seguinte até concluir.

Terceiros, reprocesso e desmontagem

K250 e K255 cobrem a industrialização por encomenda. K260 e K265 cobrem reprocesso e reparo no próprio estabelecimento. K210 e K215 cobrem a desmontagem.

Correção e produção conjunta

K270, K275 e K280 corrigem período já fechado, entre dois inventários. K290 a K302 tratam de mais de um coproduto no mesmo fluxo.

Ferramenta 2

Os 23 registros do Bloco K, com a regra e a prova de cada um

Filtre por família ou procure por código ou palavra. A coluna de origem descreve o processo no SAP em nível de conceito: é julgamento nosso, a provar no seu sistema.

Mostrando todos os 23 registros.

RegistroQuando existeOrigem no processo SAPErro típicoComo provar
K001Abertura do blocoSimplificado: mantém a informaçãoChave: um por arquivoSempre que há obrigação. IND_MOV 0 diz que há dados; 1 diz que o bloco vai sem dados.Decisão do cadastro do estabelecimento: há ou não movimento de produção e estoque no período.Indicar "sem dados" com K100 no arquivo, ou "com dados" sem nenhum K100.Faça a geração de um mês sem produção e de outro com produção, e valide o indicador nos dois arquivos.
K010Tipo de leiauteSimplificado: mantém a informaçãoChave: um por arquivoObrigatório quando K001 traz dados. Diz se o leiaute é simplificado (0), completo (1) ou restrito aos saldos de estoque (2).Parâmetro por estabelecimento, decidido pelo cliente com base no enquadramento.Faltar quando o K001 indica dados, ou declarar um leiaute que não corresponde à informação enviada.Faça a conferência do K010 com a lista de registros do arquivo, estabelecimento por estabelecimento, e guarde a decisão do leiaute.
K100Período de apuraçãoSimplificado: mantém a informaçãoChave: DT_INI e DT_FINUm por período de apuração do ICMS ou do IPI. Prevalece o período mais curto.Calendário de apuração do estabelecimento.Períodos que não cobrem todo o intervalo do registro 0000, ou dois K100 com as mesmas datas.Some os períodos do K100 e faça a comparação com as datas inicial e final do registro 0000 na validação.
K200Estoque escrituradoSimplificado: mantém a informaçãoChave: DT_EST, COD_ITEM, IND_EST e COD_PART, quando houverEstoque final do período, por item, por tipo de estoque (próprio, em posse de terceiros, de terceiros em seu poder) e por participante quando couber.Saldo de estoque no último dia do período, por material, depósito e proprietário do estoque.Data do estoque diferente do fim do K100, tipo de item fora de 00 a 06 e 10, ou estoque de terceiro sem código de participante.Reconstrua a posição do estoque do último dia do mês no SAP, por material, e faça a conferência linha a linha com o K200, na unidade de inventário.
K210Desmontagem, item de origemSimplificado: dispensado, com guarda da informaçãoChave: COD_DOC_OS e COD_ITEM_ORI (sem ordem, só COD_ITEM_ORI)Quando uma mercadoria é desmontada em outras. Registra a saída do item de origem, com ou sem ordem de serviço.Ordem ou documento de desmontagem, com a baixa do item que foi desmontado.Informar o código da ordem sem a data de início, ou quantidade negativa.Execute uma desmontagem em teste e valide a saída, a entrada e as datas no arquivo gerado.
K215Desmontagem, itens de destinoSimplificado: dispensado, com guarda da informaçãoChave: COD_ITEM_DESFilho do K210. Registra a entrada em estoque dos itens resultantes. Obrigatório quando o controle não é por ordem de serviço.Entradas em estoque dos componentes obtidos na desmontagem.Item de destino igual ao item de origem do K210, ou ausência quando o K210 não tem ordem de serviço.Faça a conferência da soma das entradas de destino com a regra da sua desmontagem, e valide que o código de destino é outro.
K220Outras movimentações entre mercadoriasSimplificado: mantém a informaçãoChave: DT_MOV, COD_ITEM_ORI e COD_ITEM_DESTQuando um item vira outro código sem produção, por exemplo por cliente ou por controle de qualidade. Se o reprocesso mantém o código, o caso é do K260.Transferência entre materiais, com baixa de um código e entrada em outro.Item de origem igual ao de destino, ou quantidade zero.Execute uma reclassificação em teste e valide a saída e a entrada, com as duas quantidades maiores que zero.
K230Itens produzidosSimplificado: mantém a informaçãoChave: COD_DOC_OP e COD_ITEM (sem ordem, só COD_ITEM)Produção de produto em processo (tipo 03) ou acabado (tipo 04), exceto produção conjunta, inclusive a feita para terceiro por encomenda. No leiaute simplificado, ordem com produção acabada igual a zero não precisa ser informada. Ordens abertas na virada do mês aparecem com a data de fim em branco. Na fabricação de bebidas (divisão CNAE 11), o Guia recomenda a unidade em litros, com o fator de conversão no registro 0220.Ordem de produção, com datas de início e de fim e a quantidade apontada como produzida.Data de início posterior ao fim do período, ou quantidade diferente de zero em ordem concluída antes do período.Para cada situação de ordem (concluída no mês, aberta na virada, iniciada em período anterior), faça a conferência de datas e quantidade do SAP com a linha do K230.
K235Insumos consumidosSimplificado: dispensado, com guarda da informaçãoChave: DT_SAÍDA e COD_ITEMFilho do K230. Insumos e componentes consumidos para obter o produto. Não escritura consumo que não se consiga apontar ao produto.Consumo de componentes apontado na ordem de produção, a partir da lista técnica e dos movimentos de consumo.Insumo igual ao produto resultante, data de saída fora do período da ordem, ou item de tipo 06 (intermediário) como insumo.Faça a comparação do consumo da ordem no SAP com o K235, e inclua um teste com componente trocado em relação à lista técnica.
K250Industrialização efetuada por terceiros, itens produzidosSimplificado: mantém a informaçãoChave: DT_PROD e COD_ITEMProdutos industrializados por terceiro por encomenda, com a quantidade recebida e a variação de estoque ocorrida no terceiro. Cada UF tem regras próprias.Subcontratação: entrada do produto industrializado e posição de estoque em poder do terceiro.Tipo do produto diferente de 03 ou 04, ou data da produção fora do período do K100.Acompanhe uma remessa de ida e o retorno, e valide a data, a quantidade e a variação de estoque em poder do terceiro.
K255Industrialização em terceiros, insumos consumidosSimplificado: dispensado, com guarda da informaçãoChave: DT_CONS e COD_ITEMFilho do K250. Insumos remetidos ao terceiro e consumidos para obter o produto.Remessas de componentes ao terceiro e o consumo reconhecido na industrialização.Insumo igual ao produto resultante, ou ausência do registro quando existe o K250 no leiaute completo.Faça a conferência das remessas e do consumo por produto com o K255 do mesmo mês.
K260Reprocessamento ou reparo de produto ou insumoSimplificado: dispensado, com guarda da informaçãoChave: COD_OP_OS, COD_ITEM e, desde 2020, DT_RETSaída e retorno de produto ou insumo que mantém o mesmo código depois de reprocessado, no próprio estabelecimento. Não há registro para reprocesso feito fora do estabelecimento.Ordem de reprocesso ou de reparo, com saída e retorno ao estoque.Usar o K260 para reprocesso feito fora do estabelecimento, retorno anterior à saída, ou ordem sem identificação quando o retorno está em branco.Execute um reprocesso que atravessa a virada do mês e valide a saída, o retorno e a identificação da ordem.
K265Reprocessamento ou reparo, mercadorias consumidas ou retornadasSimplificado: dispensado, com guarda da informaçãoChave: COD_ITEMFilho do K260. Consumo de mercadoria e retorno ao estoque no reprocesso ou reparo.Consumos e retornos apontados na ordem de reprocesso.Nem a quantidade consumida nem a retornada preenchidas, ou mercadoria igual ao item reprocessado.Faça a validação de que cada linha traz consumo ou retorno, e de que o item é diferente do item reprocessado.
K270Correção de apontamento de produção, consumo e movimentaçãoSimplificado: mantém a informaçãoChave: DT_INI_AP, DT_FIN_AP, COD_OP_OS, COD_ITEM e ORIGEM (campos de ordem e período podem faltar)Corrige apontamento de período anterior, por tipo de registro e por período. A correção ocorre entre dois inventários.Estornos e ajustes de apontamento feitos em período já fechado.Datas de apontamento que não são anteriores ao início do 0000, quantidade positiva e negativa preenchidas juntas, ou correção fora do intervalo entre inventários.Faça o estorno de um apontamento de mês anterior em teste, e valide o período, a origem da correção e o sinal da quantidade.
K275Correção de apontamento e retorno de insumosSimplificado: dispensado, com guarda da informaçãoChave: COD_ITEMFilho do K270. Corrige o filho do registro original e pode escriturar substituição ou retorno de insumo já baixado.Correção do consumo de componentes apontado em período anterior.Informar o insumo substituído em origem diferente de 1 ou 2, ou ausência quando a origem é movimentação interna (5).Para cada origem usada no K270, valide se o K275 correspondente existe e se a informação é coerente.
K280Correção de apontamento do estoque escrituradoSimplificado: mantém a informaçãoChave: DT_EST, COD_ITEM, IND_EST e COD_PART, quando houverCorrige o K200 de período anterior. A correção ocorre entre dois inventários e pode mexer nos estoques dos períodos seguintes.Ajuste de saldo de estoque de período já fechado.Data do estoque que não é anterior ao início do 0000, ou quantidade positiva e negativa preenchidas juntas.Faça o ajuste de saldo de um mês fechado em teste, e valide o efeito na posição inicial dos meses seguintes.
K290Produção conjunta, ordem de produçãoSimplificado: mantém a informaçãoChave: COD_DOC_OPOrdem em que mais de um coproduto sai do mesmo fluxo sem que se consiga apontar o consumo de cada um. Subproduto não entra.Ordem de produção com mais de um produto resultante principal.Ordem concluída antes do período: o Guia traz duas orientações que parecem divergir (o texto do registro manda não escriturar K291 e K292, e a validação do campo 03 exige ao menos um K291 e proíbe K292). Confirme no PVA da sua versão.Rode uma ordem com dois coprodutos e um subproduto, e valide que só os coprodutos aparecem na produção conjunta.
K291Produção conjunta, itens produzidosSimplificado: mantém a informaçãoChave: COD_ITEMFilho do K290. Coprodutos, de tipo 03 ou 04, com quantidade maior que zero.Quantidade produzida de cada coproduto na ordem.Tipo do item diferente de 03 ou 04, ou quantidade zero.Faça a validação do tipo de item e da quantidade de cada coproduto.
K292Produção conjunta, insumos consumidosSimplificado: dispensado, com guarda da informaçãoChave: COD_ITEMFilho do K290. Insumos consumidos no fluxo comum, com quantidade maior que zero.Consumos apontados na ordem de produção conjunta.Insumo igual a um produto resultante, ou K292 em ordem concluída antes do período.Faça a comparação do consumo da ordem com o K292, e valide a regra de ordem encerrada antes do período.
K300Produção conjunta, industrialização efetuada por terceirosSimplificado: mantém a informaçãoChave: DT_PRODData do reconhecimento da produção ocorrida no terceiro, quando a produção conjunta é feita por encomenda.Subcontratação de produção com mais de um coproduto.Data da produção fora do período do K100, na informação do terceiro.Faça a conferência da data de reconhecimento da produção contra o período de apuração.
K301Produção conjunta por terceiros, itens produzidosSimplificado: mantém a informaçãoChave: COD_ITEMFilho do K300. Coprodutos recebidos do terceiro, de tipo 03 ou 04, com quantidade maior que zero.Entrada dos coprodutos industrializados fora, mais a variação de estoque no terceiro.Tipo do item diferente de 03 ou 04, ou quantidade zero.Faça a validação do tipo de item e da quantidade reconhecida do terceiro.
K302Produção conjunta por terceiros, insumos consumidosSimplificado: dispensado, com guarda da informaçãoChave: COD_ITEMFilho do K300. Insumos remetidos e consumidos na industrialização por terceiros, com quantidade maior que zero.Remessas de componentes ao terceiro para a produção conjunta.Insumo igual a um produto resultante, ou quantidade zero.Faça a comparação das remessas e do consumo com o K302, na validação do arquivo.
K990Encerramento do blocoSimplificado: mantém a informaçãoChave: um por arquivoSempre. Traz o total de linhas do bloco, contando também a abertura e o próprio encerramento.Contagem do próprio arquivo, feita pelo gerador.Total de linhas diferente do número real de registros do Bloco K, na validação.Faça a contagem das linhas do bloco no arquivo gerado e a comparação com o total informado no K990.

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Fonte oficial

Campos, chaves e validações dos registros K001 a K990: Guia Prático EFD-ICMS/IPI 3.2.4 (30/07/2026), páginas 270 a 289 do Bloco K, lido em 15/10/2026 e relido em 19/10/2026. A coluna de origem no SAP e a coluna de prova são julgamento da DFSpro.

Como o SAP produz a informação

Seis fatos do SAP viram registro, e cada um precisa de prova

Julgamento nosso, em nível de conceito: o desenho real depende da versão, da solução que gera o arquivo e dos tipos de ordem e de movimento do seu ambiente, e se prova no sistema.

Ordem de produção

Início, fim, quantidade apontada e componentes da ordem alimentam K230 e K235. O que provar: que cada ordem do mês, aberta ou concluída, aparece uma vez e com a quantidade certa.

Movimentos de material

Em ambiente SAP padrão, entrada de produto da ordem (101), consumo de componente para a ordem (261) e transferência entre materiais (309) são os movimentos clássicos por trás de K230, K235 e K220. Julgamento nosso: o seu ambiente pode ter outros tipos de movimento, e vale a lista que a sua equipe usa.

Lista técnica e consumo real

A lista técnica diz o que a ordem deveria consumir. O Guia descontinuou o registro 0210 em 01/01/2023 e, desde 2022, não manda preencher o insumo substituído: o que entra no K235 é o consumo apontado. O que provar: que o consumo real, com componente trocado, é o que sai no arquivo.

Subcontratação

Em SAP padrão, a ida do componente ao terceiro (541) e o consumo reconhecido na industrialização (543) estão por trás de K250 e K255, e o estoque em poder do terceiro vai ao K200. Julgamento nosso, a provar: ida e volta em meses diferentes, com o participante cadastrado.

Reprocesso e reparo

A ordem que tira o produto do estoque e devolve com o mesmo código alimenta K260 e K265. O que provar: reprocesso que atravessa o mês e a regra de quando o código muda, caso em que o registro passa a ser o K220.

Estoque e inventário

O saldo do último dia do período e o inventário do H005 e H010 precisam contar a mesma história. O que provar: saldo por material, depósito e dono do estoque, na unidade de inventário.

Seis perguntas para o time de produção, antes de abrir o SAP
  1. Quem fecha a ordem de produção e em que dia, e o que acontece com a ordem que fica aberta na virada do mês?
  2. Como o consumo de um componente trocado é apontado: na ordem, em um ajuste ou fora do sistema?
  3. Quando o terceiro devolve o produto, quem dá a entrada e como o estoque que ficou com ele é conhecido no fim do mês?
  4. O reprocesso mantém sempre o mesmo código, ou algum caso vira outro material?
  5. Quem pode corrigir um apontamento de mês fechado, e o que registra essa correção?
  6. Que materiais têm mais de uma unidade de medida, e quem mantém a conversão?

Onde o apontamento entra, em que campo e com que alerta é desenho de implantação. Veja parametrização fiscal e dados mestres fiscais.

Regras do Guia que derrubam o arquivo

Catorze regras do Guia que o arquivo precisa respeitar para validar

São regras de validação do Guia Prático 3.2.4. A causa provável é julgamento nosso, e a frequência de cada uma não foi medida.

O que o Guia mandaCausa provávelO que checar no SAP
K001 indica sem dados e o arquivo traz K100, ou indica dados e não traz nenhum K100.Parâmetro de movimento mal definido para o estabelecimento.Compare o indicador com a existência de K100 e filhos em um mês com produção e em um mês sem.
Os períodos do K100 não cobrem todo o período do registro 0000, ou dois K100 repetem as mesmas datas.Calendário de apuração parcial ou arquivo gerado em dois lotes.Some as faixas do K100 e compare com a data inicial e a final do 0000.
A data do K200 é diferente da data final do K100.Corte de estoque feito em outro dia que o fim do período de apuração.Confira a data de corte do saldo usado no relatório.
O K200 traz item de tipo fora de 00 a 06 e 10, ou estoque de terceiro sem código de participante.Tipo de item mal cadastrado, ou depósito de terceiros sem parceiro vinculado.Liste tipo de item de cada material do K200 e o parceiro de cada estoque em poder de terceiros.
A ordem de produção no K230 começa depois do fim do período do K100.Data de início da ordem digitada ou atualizada depois do fechamento.Compare início e fim da ordem no SAP com as datas do arquivo.
O K230 traz quantidade diferente de zero para ordem concluída antes do período, ou zero quando a ordem foi concluída no período.Regra de ordem aberta na virada do mês não definida.Teste ordem concluída no mês, aberta na virada e iniciada em mês anterior.
O insumo do K235 é igual ao produto resultante do K230.Retrabalho ou reaproveitamento tratado como consumo do mesmo código.Liste ordens em que o componente tem o mesmo código do produto e trate como reclassificação quando for o caso.
A data de saída do K235 fica fora do período da ordem de produção.Consumo lançado antes do início ou depois do fim da ordem.Compare data do movimento de consumo com início e fim da ordem.
O K235 traz item de tipo 06 (produto intermediário) como insumo.O Guia diz que o intermediário não se escritura no Bloco K; o cadastro do tipo de item foi feito de outro jeito.Revise o tipo do item e a regra de quem entra como insumo.
O K250 ou o K301 traz produto de tipo diferente de 03 e 04.Produto industrializado cadastrado como mercadoria ou insumo.Revise o tipo de item do produto retornado do terceiro.
O K260 está sem identificação da ordem quando o retorno está em branco, ou o reprocesso foi feito fora do estabelecimento.Ordem de reprocesso sem número, ou uso do registro para um caso que o Guia exclui.Confira a numeração da ordem e onde o reprocesso ocorreu.
Correção no K270 ou no K280 com data que não é anterior ao início do 0000.Estorno do próprio mês tratado como correção de período anterior.Separe estorno do mês (ajuste normal) de correção de mês fechado.
K270 com quantidade positiva e negativa preenchidas ao mesmo tempo.Ajuste líquido e bruto misturados na mesma linha.Gere uma linha por sentido da correção.
Produção conjunta com ordem concluída antes do período: o texto do K290, K291 e K292 manda não escriturar K291 e K292, e a validação do campo 03 do K290 exige ao menos um K291 e proíbe K292.O próprio Guia traz as duas orientações, e elas parecem divergir.Rode essa situação no PVA da sua versão e siga o que o validador aceita, guardando o relatório.
Fonte oficial e limite

Regras de validação dos registros no Guia Prático 3.2.4, lidas em 19/10/2026. O texto exato das mensagens do validador (PVA) depende da versão do PVA e não foi conferido: use esta tabela para entender a regra, e o relatório do PVA do seu arquivo para ver a mensagem.

Roteiro de teste e prova

Dez cenários e uma conciliação antes de transmitir

Julgamento nosso: cada cenário roda em teste, e o que fica guardado é o arquivo e a linha do SAP que o originou.

  1. 01

    Produção própria concluída no mês

    Rode uma ordem do começo ao fim no mesmo mês, com consumo de dois componentes.

    Evidência que fica: K230 com a quantidade, K235 com os dois consumos, saldo do K200 batendo com o estoque.

  2. 02

    Ordem aberta na virada do mês

    Abra uma ordem no fim do mês e conclua no seguinte.

    Evidência que fica: K230 com data de fim em branco no primeiro mês e quantidade no segundo, sem consumo duplicado.

  3. 03

    Industrialização por encomenda

    Envie insumo a um terceiro e receba o produto de volta em outro mês.

    Evidência que fica: K250 e K255 do encomendante, K200 com estoque em poder de terceiros e participante.

  4. 04

    Reprocesso e reparo

    Reprocesse um lote que mantém o código, cruzando a virada.

    Evidência que fica: K260 com saída e retorno, K265 com consumo, sem uso de K260 para reprocesso fora.

  5. 05

    Desmontagem

    Desmonte uma mercadoria em duas.

    Evidência que fica: K210 com a saída e K215 com as duas entradas, em códigos diferentes.

  6. 06

    Reclassificação de item

    Passe um produto para outro código por cliente ou por qualidade.

    Evidência que fica: K220 com saída e entrada e as duas quantidades maiores que zero.

  7. 07

    Correção de apontamento

    Corrija um apontamento de mês fechado depois de um inventário.

    Evidência que fica: K270 e K275 com a origem certa, K280 se o saldo mudou, e o efeito no estoque inicial seguinte.

  8. 08

    Produção conjunta

    Rode uma ordem com dois coprodutos e um subproduto.

    Evidência que fica: K290 e K291 só com os coprodutos, K292 com o consumo e nenhum subproduto escriturado.

  9. 09

    Conciliação do estoque

    Compare K200, estoque contábil e saldo físico do mesmo fechamento.

    Evidência que fica: Diferença por material explicada, ou aberta como pendência com dono.

  10. 10

    Mudança de leiaute

    Gere o arquivo com o leiaute completo e com o simplificado para o mesmo mês.

    Evidência que fica: Registros dispensados saindo do arquivo simplificado e guarda da informação completa mantida.

Conciliação em três pontas

O Guia define o estoque final do K200 como estoque inicial, mais entradas, produção e movimentação interna, menos saídas, consumo e movimentação interna. Compare esse resultado com o estoque contábil e com o inventário do H005 e H010 do mesmo fechamento. A comparação com a contabilidade e com o H010 é prova nossa, e não regra do Guia. O Guia exige que o valor do H005 seja a soma do VL_ITEM do H010, e que o inventário do fim do período não seja apresentado depois do segundo mês seguinte à data do inventário.

Ferramenta 3

Checklist de prontidão do Bloco K, com orientação para as lacunas

Marque o que a sua empresa já tem pronto. A contagem e a orientação se atualizam na hora, e nada fica gravado: ao recarregar a página, a lista volta em branco.

Esta ferramenta precisa de JavaScript para contar. Sem ele, a lista abaixo serve como roteiro de conversa.

Quinze itens de prontidão

Situação

0 de 15 itens prontos

O que fazer primeiro

    Orientação, não decisão. O checklist não mede conformidade nem substitui o diagnóstico. O julgamento do que está pronto cabe à sua empresa.

    Governança do Bloco K

    Quem aprova, o que versionar e quando retestar

    Quem aprova

    O fiscal decide enquadramento e leiaute. A controladoria aprova a conciliação do K200 com o estoque contábil. A produção responde pelo apontamento. A TI SAP responde pela geração do arquivo.

    O que versionar

    A regra de mapeamento entre apontamento do SAP e cada registro, o parâmetro do K010, o tipo de item de cada material e o relatório do validador de cada fechamento.

    Quando retestar

    A cada versão nova do Guia, a cada mudança de leiaute, a cada novo fluxo de produção, de terceiros ou de reprocesso, e a cada mudança de CNAE ou de estabelecimento.

    Que evidência guardar

    O arquivo gerado, o relatório do validador, a conciliação assinada por quem aprova e as pendências com dono e data.

    Reforma tributária

    O Guia Prático 3.2.4 registra, na versão 3.1.9, que documentos que carreguem só os novos tributos da reforma não se escrituram na EFD. No quadro de alterações do Guia, a última mudança em registro do Bloco K é a orientação do K230, na versão 3.2.0. Lido em 19/10/2026. Um efeito futuro da reforma sobre o Bloco K não foi conferido.

    Como a DFSpro conduz

    Do enquadramento à evidência, em cinco etapas

    Na DFSpro, especialista em fiscal no SAP e no GUEPARDO Tax, o Bloco K é trabalhado do lado do sistema, com desenho, configuração e prova. A tese fiscal fica com a sua empresa.

    1. 01

      Diagnóstico do enquadramento e do leiaute

      Levantamos, por estabelecimento, o que o cronograma do Confaz pede e qual leiaute a sua empresa adota. A decisão fica registrada com o nome de quem decidiu.

    2. 02

      Mapa entre registro e fato do SAP

      Para cada registro que se aplica, descrevemos qual apontamento de produção, de consumo ou de estoque o alimenta, e onde a informação nasce no seu ambiente.

    3. 03

      Prova por cenário

      Rodamos os cenários da sua operação em ambiente de teste, desde a ordem concluída no mês até a correção de período fechado, e guardamos o arquivo e a linha do SAP que o originou.

    4. 04

      Validação e conciliação

      Validamos o arquivo no PVA e conciliamos o K200 com o estoque contábil e o inventário. A diferença que sobra recebe explicação, responsável e data.

    5. 05

      Governança e novos testes

      Deixamos escrita a regra de mapeamento, quem aprova e quando retestar. A cada versão do Guia ou mudança de fluxo, o teste se repete sobre a mesma base de evidência.

    Limite do nosso papel

    Quem define o quê, e quem decide

    Limite do nosso papel

    A regra do Bloco K, o cronograma e o leiaute são do Fisco, e aqui estão resumidos com a data em que foram lidos. O enquadramento, a escolha do leiaute e a tese fiscal são decisão da sua empresa, nunca nossa. A DFSpro, consultoria especialista em fiscal no SAP e no GUEPARDO Tax, desenha, configura e prova como o seu SAP transforma apontamento de produção e de estoque em registro.

    Fontes

    Quem publicou cada informação, e quando

    O que não foi conferido

    O catálogo de mensagens do validador (PVA) e a versão atual dele. A norma da sua UF sobre industrialização por terceiros. O conteúdo do Ajuste SINIEF 31/24. As notas e a ajuda atuais da SAP sobre o Bloco K. A cobertura do Bloco K em cada solução que gera o arquivo, inclusive no GUEPARDO Tax.

    Perguntas frequentes

    Perguntas frequentes sobre o Bloco K no SAP

    01Minha empresa está obrigada a entregar o Bloco K?+

    Depende do enquadramento: tipo de estabelecimento, divisão ou grupo da CNAE, faturamento de referência e fase do cronograma do Ajuste SINIEF 02/09, cláusula terceira, § 7º. Optante pelo Simples Nacional está dispensado, segundo o Guia Prático. A decisão de enquadramento é da sua empresa. A DFSpro mostra o que o cronograma diz e prova o que o SAP entrega.

    02Quanto custa colocar o Bloco K em dia no SAP?+

    Não há número oficial nem preço público. O esforço depende do leiaute adotado, do número de estabelecimentos, da qualidade do apontamento de produção e da quantidade de cenários que precisam de prova. A conversa começa por um diagnóstico dessas quatro frentes, e a proposta vem depois dele.

    03Quanto tempo leva para colocar o Bloco K em ordem?+

    Sem diagnóstico, qualquer prazo seria chute. O tempo cresce com o número de cenários de produção (terceiros, reprocesso, produção conjunta, correção) e com a distância entre o apontamento atual e o que cada registro exige. Prometemos prazo só depois de olhar o seu ambiente.

    04Dá para entregar só os saldos de estoque, K200 e K280?+

    O Guia prevê o leiaute restrito aos saldos de estoque (K010 igual a 2), e o Ajuste SINIEF prevê fases restritas a K200 e K280 para certos enquadramentos. Se o seu estabelecimento está numa dessas fases é decisão da sua empresa, com base no texto do ato e na orientação da sua Secretaria de Fazenda.

    05O que muda com o leiaute simplificado, e qual é o risco?+

    O simplificado dispensa registros como K210, K215, K235, K255, K260, K265, K275, K292 e K302. A contrapartida está no ato: a escrituração simplificada implica guardar a informação da escrituração completa, que pode ser exigida em fiscalização e por regime especial. O risco está em não ter essa informação organizada quando alguém pedir.

    06O SAP gera o Bloco K sozinho?+

    Depende da solução que gera o arquivo no seu ambiente e de como está o apontamento de produção e de estoque. Qualquer que seja a solução, o arquivo só é tão bom quanto a ordem de produção, o consumo e o saldo de estoque que entram nele. A cobertura de cada registro em cada solução se confirma no seu ambiente, com teste, e não por promessa.

    07Meu estoque do SAP não bate com o K200. Onde procurar primeiro?+

    Pela data de corte (o K200 é o saldo do último dia do período), pelo tipo de estoque (próprio, em posse de terceiros, de terceiros em seu poder), pela unidade de medida de inventário e pelo tipo de item. O Guia define o estoque final como estoque inicial mais entradas, produção e movimentação interna, menos saídas, consumo e movimentação interna. Compare linha a linha por material.

    08O que acontece se o K230 ou o K235 tiver erro?+

    O validador (PVA) acusa as regras do Guia, e o melhor momento de corrigir é antes da transmissão. Depois de entregue, a cláusula décima terceira do Ajuste SINIEF 02/09 permite retificar sem autorização até o último dia do terceiro mês seguinte ao da apuração. Depois disso, só com autorização da Secretaria de Fazenda (ou da RFB, para IPI) e prova de erro de fato. A retificação substitui o arquivo inteiro, e não existe arquivo complementar. Regras adicionais da sua UF não foram conferidas.

    09Como corrijo um apontamento de um mês que já fechou?+

    Com o K270, o K275 e o K280, conforme o caso, e a correção precisa ocorrer entre dois inventários, segundo o Guia. As datas do período corrigido precisam ser anteriores ao início do período do arquivo. O SAP precisa permitir o estorno com rastro, e a regra de quem pode corrigir deve estar escrita.

    10Industrialização por encomenda: quem informa o quê?+

    O encomendante informa K250 e K255 com o que foi produzido e consumido fora, e mostra o estoque em poder do terceiro no K200. O industrializador informa o K230 e o K235, com os insumos recebidos e os próprios, e mostra o estoque de terceiros em seu poder. Cada UF prevê situações específicas, e o Guia manda consultar a Secretaria de Fazenda.

    11Quando devo usar a produção conjunta, K290 em diante?+

    Quando um fluxo gera mais de um produto principal (coprodutos) e não dá para apontar o consumo de cada um. Subproduto não entra: um fluxo com dois subprodutos e um coproduto vai para K230 e K250, e um com dois coprodutos e um subproduto vai para K290 e K300.

    12A DFSpro decide o enquadramento ou a tese fiscal?+

    Não. A decisão tributária é sempre da sua empresa. Nosso trabalho é o comportamento do sistema: de que modo o apontamento vira registro, onde estão os limites e que evidência fica guardada.

    13Como a DFSpro prova que o Bloco K está certo?+

    Com um roteiro de cenários (produção, ordem aberta, terceiros, reprocesso, desmontagem, correção, produção conjunta), a conciliação do K200 com o estoque contábil e o validador, tudo com evidência guardada. A prova é do comportamento do sistema, e não da tese fiscal.

    14O Guia muda? Preciso testar de novo a cada versão?+

    O Guia Prático de referência é o da versão 3.2.4, de 30 de julho de 2026. No quadro de alterações do Guia, de 2016 a 3.2.4, a última mudança listada em registro do Bloco K é a orientação no K230, da versão 3.2.0; as versões 3.2.1 a 3.2.4 não listam alteração em K. Mesmo assim, vale um teste de regressão no seu arquivo a cada versão nova do Guia.

    Próximos passos

    Conte como a produção e o estoque chegam hoje ao seu arquivo

    A conversa trata do seu enquadramento, do seu leiaute e dos cenários de produção que a sua operação tem. Conte como o apontamento é feito hoje e onde o K200 deixa de bater.

    Leia também: apuração de impostos, testes fiscais, migração para S/4HANA e governança do GUEPARDO.