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Parceiros · Consultores e consultorias SAP

Leve o fiscal do SAP ao seu cliente sem montar uma equipe fiscal

A DFSpro é uma consultoria de governança fiscal SAP, fundada em 2018 em Curitiba, parceira SAP e Canal Autorizado da NTT DATA. Vendemos serviço: diagnóstico, parametrização, reforma tributária, migração, sustentação e capacitação. Esta página é para quem já atende empresas que usam o SAP (o sistema de gestão empresarial da SAP, também chamado de ERP) e o GUEPARDO Tax (a solução fiscal integrada ao SAP, mantida pela NTT DATA), e quer oferecer a camada fiscal sem contratar, treinar e sustentar um time para ela.

Aqui você encontra o que a DFSpro vende, onde você entra na jornada do cliente, os quatro modelos de parceria, o que se ganha, como funciona do primeiro contato ao pós-venda, como a relação com o seu cliente é protegida e quando a parceria não faz sentido.

Para quem é

Quem vende serviço a empresas com SAP e esbarra no fiscal

Esta página é para quem já tem relação comercial com empresas que rodam SAP e, de tempos em tempos, ouve do cliente uma pergunta que o seu portfólio não cobre: o fechamento fiscal não bate, a nota não sai, o SPED (a escrituração fiscal digital que a empresa entrega ao fisco) volta com erro, a reforma tributária chegou e ninguém sabe por onde começar.

Se você está nessa posição, o caminho comum é recusar o assunto, improvisar com quem tem a agenda livre ou indicar alguém sem acordo nenhum. Os três têm custo. Recusar deixa a oportunidade com outro. Improvisar expõe a sua marca num tema que cobra caro de quem erra. Indicar sem acordo entrega a relação que você construiu.

A parceria com a DFSpro existe para o quarto caminho: você apresenta o serviço fiscal como parte da sua oferta, com um especialista de verdade por trás, e continua sendo a referência do cliente.

Os perfis que mais se beneficiam:

  • Consultorias SAP generalistas, com times de finanças, logística ou desenvolvimento, que não têm especialista fiscal dedicado.
  • Integradores de implantação e migração SAP, que entregam o projeto e precisam de alguém para a camada fiscal antes e depois do go-live (a entrada do sistema em produção).
  • Consultores independentes de SAP, que atendem poucos clientes com profundidade e não conseguem cobrir fiscal além de uma ou duas frentes.
  • Empresas de terceirização de processos financeiros e fiscais, que operam o dia a dia do cliente e precisam de apoio especializado no sistema.
  • Escritórios de contabilidade e de advocacia tributária com clientes em SAP, que decidem a tese fiscal e precisam de quem a traduza dentro do sistema.
  • Consultorias de gestão e de tecnologia que lideram programas de transformação e precisam de uma frente fiscal confiável dentro do programa.

A DFSpro não procura volume de parceiros. Procura poucos parceiros que atendam bem o cliente que têm. Por isso o primeiro passo é uma conversa e não um cadastro.

O problema

Por que consultorias perdem negócio fiscal no SAP

Fiscal é a parte do projeto SAP em que o erro custa mais e aparece mais tarde. Quem não tem o especialista dentro de casa percebe isso na primeira reunião com o diretor fiscal.

O cliente pergunta e você não responde

Em quase todo projeto SAP no Brasil chega o momento em que a conversa vira fiscal: qual regra de imposto vale para essa operação, por que a nota foi rejeitada, como ficam as obrigações acessórias na filial nova. Sem alguém que responda com segurança, o assunto vai para outra consultoria, e com ele a conversa seguinte.

O fiscal é mais profundo do que parece

Parametrização de imposto, documentos eletrônicos, escrituração, comércio exterior e reforma tributária pedem conhecimento de legislação e de configuração ao mesmo tempo. Um consultor de finanças ou de logística consegue ajudar numa dúvida, mas sustentar o assunto por meses exige dedicação.

Montar um time custa caro e demora

Contratar, treinar e manter especialistas fiscais é um investimento que só se paga com demanda constante. Se o seu volume de projetos fiscais é irregular, o time fica ocioso numa parte do ano e sobrecarregado na outra.

A reforma tributária muda a pergunta

A transição para a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) obriga o cliente a olhar o SAP de novo. Quem tiver resposta organizada para isso na mesa ganha a conversa. Quem não tiver vê o cliente procurar outra porta.

Indicar sem acordo custa a relação

Quando você indica alguém informalmente, perde o controle do que é dito ao cliente, de quem o atende e de como a relação continua depois. O cliente pode acabar preferindo o especialista ao intermediário.

Errar fiscal queima a marca

Uma entrega fiscal mal feita não fica restrita ao projeto. Vira o assunto da próxima reunião de diretoria, com o seu nome associado. Por isso muita consultoria prefere não entrar, e acaba deixando o espaço aberto.

Nada disso é uma crítica ao seu trabalho. É a consequência de o fiscal ser uma especialidade à parte. A parceria resolve exatamente essa fronteira: você continua fazendo o que faz bem e leva o fiscal ao cliente por quem faz só isso.

Com quem você se associa

Uma consultoria que faz só fiscal em SAP

A DFSpro foi fundada em 2018, em Curitiba, para atender operações fiscais complexas em ambientes SAP. É parceira SAP e Canal Autorizado da NTT DATA no ecossistema do GUEPARDO Tax. Parte da equipe veio da antiga FH, criadora do GUEPARDO Tax e hoje NTT DATA Business Solutions.

A DFSpro vende serviço. Não tem software próprio nem solução em nuvem própria. O GUEPARDO Tax é um produto da NTT DATA, e esta parceria não envolve venda, licença nem preço desse produto. Isso importa na prática: o que você apresenta ao cliente é trabalho de especialistas, e não uma ferramenta que concorra com o que ele já usa.

O foco é o ambiente SAP, em ECC (a versão anterior do ERP da SAP) ou S/4HANA (a versão atual), com ou sem GUEPARDO Tax. A DFSpro atua na camada fiscal e não substitui o integrador nem a consultoria que implantou o sistema. Também não decide a tese tributária do cliente: essa decisão continua sendo dele, com o apoio jurídico e fiscal que ele já tem.

O atendimento é consultivo e direto, com equipe sênior e sem fila de chamados. O método começa por diagnóstico antes de proposta: primeiro se entende o ambiente real do cliente, depois se desenha o trabalho.

O que a DFSpro vende

Serviço por serviço, e onde você entra

A tabela mostra cada frente de trabalho, o sintoma que costuma abri-la e a função que o parceiro tem. Você escolhe entrar por uma frente ou por várias, e o modelo de parceria define como.

ServiçoO que resolveQuando aparece no clienteOnde o parceiro entra
Diagnóstico Fiscal SAPMostra onde o ambiente fiscal tem risco, ordenado por gravidade (Crítico, Alto, Médio e Monitorar), antes de qualquer proposta de projeto.O cliente sente que o fiscal está instável mas não sabe a origem.Abre a conversa e costuma ser a porta de entrada. Você apresenta, acompanha a devolutiva e conduz o que vier depois.
Parametrização fiscalRevisa as regras de cálculo e escrituração de impostos no SAP, com teste em homologação (ambiente de ensaio) antes de produção.Regras com exceções sem dono, divergência entre filiais, ajuste manual recorrente.Entra quando o seu projeto toca finanças, vendas ou compras e o imposto sai errado.
Reforma tributária (CBS e IBS)Prepara o SAP para a convivência dos regimes atual e novo, conforme o cronograma legal de transição.A diretoria pergunta o que muda e o SAP não tem resposta pronta.Você leva o tema ao cliente com um plano de trabalho e um especialista ao lado.
Migração ECC para S/4HANA, camada fiscalCuida do ponto fiscal da migração, para que regra sem dono e sem documentação não seja levada ao ambiente novo.Projeto de migração em andamento ou em planejamento.Você é o integrador da migração e a DFSpro é a camada fiscal dentro do projeto.
Migração do GRC NF-e para o DRCApoia a troca da ferramenta de documentos eletrônicos GRC (Governance, Risk and Compliance) pelo DRC (Document and Reporting Compliance), conforme a evolução da SAP.Empresa com GRC NF-e em uso que precisa planejar a migração.Entra em projetos de migração e de atualização tecnológica que você já conduz.
Estabilização pós go-liveAcompanha o primeiro ciclo fiscal completo em produção depois de uma implantação ou migração.Go-live recente e primeiro fechamento ainda não provado.Evita que o fiscal manche a entrega do seu projeto, que já terminou e já foi cobrada.
AMS fiscal, governança contínuaAMS (Application Management Services) é a sustentação contínua do ambiente.Ambiente estável que precisa continuar assim com legislação e operação mudando.Cria relacionamento recorrente, com o seu cliente protegido pelo acordo.
Capacitação em GUEPARDO Tax e reforma tributáriaTreina usuários-chave e equipes para operar o fiscal com autonomia.O cliente depende de uma ou duas pessoas que concentram o conhecimento.Complementa treinamentos que você já entrega e aumenta a autonomia do cliente.
Documentos fiscais eletrônicosCuida do caminho do documento (NF-e, a nota fiscal eletrônica, e demais documentos) da captura à conciliação.Notas rejeitadas, eventos mal tratados, conciliação manual.Aparece em projetos de faturamento, logística e compras.
Obrigações acessórias e SPEDGarante que as obrigações acessórias saiam do SAP com dados corretos e rastreáveis.O SPED volta com erro e há retrabalho todo mês.Aparece em qualquer cliente com fechamento sob pressão.
Comércio exteriorTrata a camada fiscal de importação e exportação no SAP.Operação com comércio exterior e regras que não conversam com o fiscal doméstico.Entra em projetos de logística e de cadeia de suprimentos.
Dados mestres fiscaisRevisa os cadastros de material, cliente e fornecedor que alimentam a determinação de imposto.O mesmo erro se repete porque o cadastro está errado na origem.Entra em projetos de migração de dados e de limpeza de cadastro.
Clean Core fiscalClean Core é a prática de manter o núcleo do S/4HANA próximo do padrão, sem customização desnecessária; aqui, aplicada às regras fiscais.Ambiente com muito desenvolvimento Z (código customizado) em fiscal.Entra em projetos de modernização e de preparação para atualizações da SAP.
Governança do GUEPARDO TaxParametrização e sustentação do produto já instalado, sem revenda do produto.O cliente tem GUEPARDO Tax e não extrai o que esperava dele.Você cobre o SAP e a DFSpro cobre o GUEPARDO Tax já implantado.

A lista acima é o catálogo de serviços publicado pela DFSpro. Prazos, escopo e condições de cada trabalho são definidos depois de entender o ambiente do cliente, e não prometidos numa página.

A jornada do cliente

Em que ponto da jornada o parceiro entra

A jornada de uma empresa com SAP tem cinco momentos. Em cada um há um serviço fiscal natural e uma função claro para quem já está perto do cliente.

Etapa 01

Percepção do risco

O cliente sente que o fiscal incomoda: fechamento lento, divergência recorrente, nota rejeitada.

→
Etapa 02

Diagnóstico

Avaliação estruturada que mostra onde está o risco e em que ordem tratá-lo.

→
Etapa 03

Projeto

Parametrização, reforma tributária, migração, documentos eletrônicos, dados mestres.

→
Etapa 04

Estabilização

Primeiro ciclo fiscal completo em produção, com acompanhamento especialista.

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Etapa 05

Sustentação

Governança contínua e capacitação, com revisão a cada mudança relevante de legislação.

No primeiro momento, o parceiro costuma ser o primeiro a ouvir a queixa. Ele não precisa ter a resposta técnica. Precisa saber que existe um caminho organizado e levar o cliente a ele. É a função de indicação ou de co-venda.

No diagnóstico, o parceiro acompanha a devolutiva e ajuda o cliente a priorizar. Quem já conhece o ambiente consegue conectar o que o diagnóstico mostra com o que o seu projeto está fazendo.

No projeto, a divisão é por camada. O integrador cuida da parte técnica do SAP, a DFSpro cuida da camada fiscal. É o modelo de entrega conjunta ou de subcontratação.

Na estabilização e na sustentação, o parceiro preserva a relação com o cliente e se beneficia de uma entrega fiscal que não precisa ser corrigida depois. Um fechamento estável é o melhor argumento para a próxima renovação do seu contrato.

Modelos de parceria

Quatro formas de trabalhar juntos

Cada parceiro tem uma relação diferente com o cliente. Por isso a parceria não é um formato único. Os quatro modelos abaixo cobrem de quem só apresenta a quem entrega junto. É possível começar por um e migrar para outro.

1. Indicação

Você apresenta a DFSpro ao cliente e faz a ponte. A DFSpro conduz a conversa comercial, contrata e executa o trabalho diretamente com o cliente. Serve para quem tem relação e confiança, mas não quer assumir proposta nem entrega.

Para quem serve: consultores independentes, escritórios de contabilidade e advocacia, consultorias de gestão.

Função do parceiro: abrir a porta, participar da primeira reunião quando fizer sentido e acompanhar o andamento.

2. Co-venda

Você e a DFSpro apresentam a oferta juntos e constroem a proposta em conjunto, cada um no seu escopo. A DFSpro responde pela parte fiscal e você pela parte que já entrega. O cliente vê uma oferta coerente, não duas propostas soltas.

Para quem serve: consultorias SAP com projeto em andamento ou em venda.

Função do parceiro: liderar a relação, participar da proposta e da reunião de decisão.

3. Entrega conjunta

Cada empresa executa a sua camada do mesmo projeto, com plano de trabalho único e pontos de contato definidos. O integrador cuida do técnico do SAP e a DFSpro da parte fiscal. Cada um responde pelo que entrega.

Para quem serve: integradores de implantação, migração e atualização.

Função do parceiro: gerir o projeto como um todo e a relação com a diretoria.

4. Subcontratação

O contrato com o cliente é seu. Você subcontrata a DFSpro para a camada fiscal e responde ao cliente pelo conjunto, com a DFSpro atuando dentro do seu projeto. É o modelo para quem quer manter a relação e o contrato inteiros com o cliente.

Para quem serve: consultorias com contrato guarda-chuva já assinado e equipe de gestão de projeto própria.

Função do parceiro: contratar, gerir e responder pela entrega frente ao cliente.

Os quatro modelos lado a lado

IndicaçãoCo-vendaEntrega conjuntaSubcontratação
Quem apresenta a ofertaVocê apresenta, a DFSpro conduzOs dois, juntosOs dois, no projetoVocê
Quem contrata com o clienteA DFSproCada um, no seu escopo, ou conforme o acordoCada um, no seu escopoVocê
Quem executa o fiscalA DFSproA DFSproA DFSproA DFSpro, dentro do seu projeto
Esforço comercial do parceiroBaixoMédioMédioAlto
Controle da relação com o clientePreservado pelo acordoCompartilhadoCompartilhadoTotal do parceiro
Adequado quandoVocê quer abrir a porta e não entregarVocê quer vender juntoVocê já tem projeto e precisa da camada fiscalVocê quer o contrato inteiro

Cada modelo tem regras próprias de registro da oportunidade, de contato com o cliente e de responsabilidade por escopo.

Não sabe qual modelo combina com você? Conte à DFSpro como é a sua relação com o cliente e a conversa mostra o encaixe, inclusive a remuneração pelas oportunidades que você trouxer.

Vantagens para o parceiro

O que você ganha ao fazer isso

Só entram aqui as vantagens que decorrem da estrutura da parceria. Nenhuma depende de promessa de resultado.

Portfólio fiscal sem montar equipe

Você passa a oferecer parametrização, reforma tributária, documentos eletrônicos, SPED, comércio exterior e sustentação sem contratar um único especialista fiscal. O custo fixo continua sendo o da DFSpro, não o seu.

Escopo maior por cliente

Um cliente que começa por uma frente costuma ter outras ao longo da jornada, do diagnóstico à sustentação. Com a parceria, essas frentes deixam de ser um assunto que você precisa recusar e passam a fazer parte da sua conversa.

Retenção do cliente

O cliente que resolve o fiscal com a sua indicação tem mais um motivo para continuar com você. Quem entrega a camada que mais preocupa o diretor fiscal fica ao lado dele por mais tempo.

Diferenciação na reforma tributária

Poucas consultorias conseguem apresentar um caminho organizado para a CBS e o IBS dentro do SAP. Ter essa resposta, junto de quem a executa, muda a posição da sua oferta em concorrências e renovações.

Proteção da relação com o cliente

O acordo escrito define quem é o contato do cliente, como a oportunidade é registrada e como são tratadas as abordagens ao cliente que você trouxe, para que a relação não seja contornada.

Menos risco de reputação

Você não assume sozinho uma entrega que exige especialidade. O especialista responde pelo escopo fiscal e o cliente sabe quem faz o quê.

Apoio técnico na reunião

Quando o assunto é fiscal, o parceiro pode contar com um especialista da DFSpro na reunião com o cliente, para responder o que é técnico sem improviso e sem pôr a sua credibilidade em jogo.

Capacitação do seu time

Seu time aprende o que cada serviço resolve, como reconhecer o sintoma e que pergunta fazer ao cliente. Isso melhora a qualificação da oportunidade mesmo antes de a DFSpro entrar.

Acordo claro desde o início

Escopo, registro de oportunidade, remuneração, confidencialidade e tratamento de dados vão por escrito. Você sabe o que esperar antes de pôr o nome numa apresentação ao cliente.

O que a parceria não é: não é revenda de software, não garante volume de negócios e não substitui a sua própria qualificação do cliente. Ela organiza uma porta que, hoje, você ou fecha ou abre sem estrutura.

O programa prevê remuneração pelas oportunidades que você trouxer e proteção da sua relação com o cliente. Quer saber como isso se aplicaria à sua carteira? Fale com a DFSpro e as condições são apresentadas em conversa.

Como funciona

Do primeiro contato ao pós-venda

Seis etapas, na mesma ordem para qualquer modelo. O que muda é quem faz cada uma.

01

Conversa inicial

Você apresenta o seu perfil, os clientes que atende e o que costuma ouvir sobre fiscal. A DFSpro apresenta os serviços e os modelos. Sem compromisso e sem cadastro.

02

Escolha do modelo

Definimos juntos qual modelo faz sentido para o seu caso: indicação, co-venda, entrega conjunta ou subcontratação. Pode mudar depois.

03

Acordo escrito

Escopo, registro de oportunidade, remuneração, confidencialidade, tratamento de dados pessoais e o que cada lado pode dizer ao cliente.

04

Preparação

Capacitação do seu time e material de apoio. Você passa a reconhecer a oportunidade e a falar dela com segurança.

05

Oportunidade real

Você registra a oportunidade. A DFSpro confirma o registro, entra na conversa com o cliente do jeito que o modelo prevê e conduz o diagnóstico.

06

Pós-venda

Acompanhamento do trabalho, devolutiva ao parceiro e revisão da parceria depois de cada oportunidade: o que funcionou e o que ajustar.

O ritmo depende do seu portfólio e dos clientes que você atende. O primeiro passo é sempre a conversa.

O que acontece em cada etapa

Detalhe do passo a passo

Para quem quer saber o que esperar antes de dar o primeiro passo, estas são as perguntas que cada etapa responde.

Conversa inicial. É uma conversa de descoberta nos dois sentidos. Você descreve quem são os seus clientes (setor, porte, versão do SAP, se usam o GUEPARDO Tax) e em que ponto o fiscal aparece no seu projeto. A DFSpro descreve o que faz e o que não faz. Se a parceria não fizer sentido para o seu perfil, dizemos isso na primeira conversa.

Escolha do modelo. O modelo certo depende de quem tem o contrato com o cliente, de quem lidera a relação e do quanto você quer entrar na parte comercial. Um consultor independente costuma começar pela indicação. Um integrador com projeto em andamento costuma ir direto para a entrega conjunta.

Acordo escrito. Todo acordo traz, no mínimo: o objeto da parceria, o modelo escolhido, o procedimento de registro de oportunidade, a remuneração pelas oportunidades trazidas pelo parceiro, a confidencialidade de ambos os lados, o tratamento de dados pessoais conforme a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e a lista do que cada lado pode afirmar ao cliente sobre o outro.

Preparação. A DFSpro apresenta ao seu time os serviços, os sintomas que indicam cada um, as perguntas que ajudam a qualificar uma oportunidade e o que não deve ser prometido. O objetivo é que o seu time reconheça a oportunidade, e não que vire especialista fiscal.

Oportunidade real. Quando surge um cliente, você registra a oportunidade com o nome da empresa, o contexto e o que o cliente pediu. A DFSpro confirma o registro por escrito, para que fique claro de quem é a relação. Depois disso, a DFSpro entra conforme o modelo: acompanhando uma reunião, preparando uma proposta conjunta ou iniciando o diagnóstico.

Pós-venda. Terminado o trabalho, o parceiro recebe a devolutiva do que foi feito, dentro do que o cliente autorizou compartilhar. Em seguida, as duas empresas revisam a parceria e decidem se ela segue como está ou muda de modelo.

O que a DFSpro entrega ao parceiro

Material, capacitação e apoio técnico

Um parceiro só vende bem aquilo que entende e sabe explicar. Por isso a DFSpro entrega mais do que um contrato.

Material de apresentação

Apresentações e resumos de cada serviço, em linguagem de quem vende serviço a quem vende serviço, para você usar com o seu cliente sem reescrever. O material descreve o que é e o que não é cada serviço.

Capacitação do seu time

Sessões para o seu time sobre o que cada serviço resolve, como reconhecer o sintoma no cliente e como qualificar a oportunidade. Conteúdo e formato combinados no acordo.

Apoio técnico em reunião

Um especialista da DFSpro pode participar de reuniões com o cliente quando o assunto for fiscal, para responder o que é técnico. A participação é combinada antes, caso a caso.

Proposta conjunta

Nos modelos de co-venda e de entrega conjunta, a proposta traz as duas camadas num único documento, com escopo de cada lado e plano de trabalho coerente.

Um ponto de contato definido

O parceiro sabe com quem falar na DFSpro. Isso evita que uma oportunidade fique parada porque ninguém sabia a quem perguntar.

Devolutiva ao parceiro

Depois de cada oportunidade, o parceiro recebe a devolutiva do que foi feito e do que pode vir a seguir, respeitando a confidencialidade do cliente.

Formato, periodicidade e prazos de resposta de cada item são combinados por escrito no acordo, e não prometidos por esta página.

Como o cliente é atendido

O cliente final tem um especialista do outro lado

O cliente do seu cliente final é o diretor fiscal, o gerente de SAP, o gerente de TI e a equipe de contabilidade. Eles precisam saber, desde o início, quem faz o quê. Na parceria, isso é combinado antes da primeira reunião.

A DFSpro atende com equipe sênior e de forma consultiva. Não há fila de chamados nem rotação de equipe: a pessoa que entende o ambiente do cliente é a mesma que acompanha o trabalho. O método começa pelo diagnóstico, com priorização de riscos, antes de qualquer proposta de projeto.

Cada mudança em produção passa por teste em ambiente de homologação. Cada regra fiscal alterada fica documentada, com propósito e responsável. A decisão sobre a tese tributária continua com o cliente e com o apoio jurídico e fiscal dele.

O parceiro continua informado. Dentro do que o cliente autorizou compartilhar, o parceiro acompanha o andamento e as conclusões, para que consiga conectar o trabalho fiscal com o restante do projeto.

Se o cliente tiver GUEPARDO Tax, a DFSpro separa o que é parametrização do SAP e do GUEPARDO Tax já implantado do que é comportamento do produto, que pertence à NTT DATA. Isso aparece na primeira conversa, para que o cliente saiba a quem recorrer em cada caso.

Proteção da relação e conflito de canal

Seu cliente continua seu cliente

A pergunta que todo parceiro faz, com razão, é o que impede a DFSpro de ir direto ao cliente que você trouxe. A resposta está nas regras da parceria, escritas antes de qualquer oportunidade.

Registro de oportunidade

Toda oportunidade trazida pelo parceiro é registrada por escrito, com data, nome da empresa e contexto. O registro dá um histórico claro de quem apresentou o cliente a quem.

Quem tem a relação

O acordo define, por modelo, quem é o contato principal do cliente. Na indicação, o contato é da DFSpro com o parceiro acompanhando. Na subcontratação, o contato é do parceiro.

Conflito entre dois parceiros

Se dois parceiros apresentarem o mesmo cliente, as regras de desempate ficam definidas no acordo, com base na relação real com o cliente e na data do registro. Nenhum parceiro descobre a regra depois do conflito.

Cliente que já era da DFSpro

O acordo prevê como tratar clientes que já eram atendidos pela DFSpro antes do registro, e isso é informado ao parceiro na confirmação do registro, para que ninguém seja surpreendido.

Fora do escopo combinado

O acordo registra o que cada lado vende e o que não vende, e como evitar que um lado ofereça ao cliente o que o outro já entrega.

Regras iguais para todos

Quem indica uma vez e quem indica com frequência estão sob as mesmas regras de registro e de contato. As expectativas de cada lado ficam no acordo, e a parceria não garante volume de negócios.

A proteção da sua relação com o cliente existe e é parte central do programa.

Quer entender como ela funcionaria no seu caso, com a sua carteira? Peça a conversa e a DFSpro explica a proteção e as demais condições.

O perfil do parceiro

Quem faz sentido e quem não faz

Uma parceria boa começa por saber quando ela não é boa. Estes são os critérios que usamos nas primeiras conversas.

Quando a parceria faz sentido

  • Você já atende empresas que usam SAP e tem acesso a quem decide sobre fiscal ou sobre o projeto.
  • O fiscal aparece, de vez em quando, nos seus projetos e você hoje não tem como atender bem.
  • Você valoriza a relação com o cliente e quer preservá-la com regras escritas.
  • Você aceita que o cliente é atendido com método: diagnóstico antes de proposta, teste antes de produção.
  • Você prefere uma entrega fiscal sólida a uma promessa fácil.
  • Você tem disposição de capacitar o seu time para reconhecer a oportunidade.

Quando a parceria não faz sentido

  • Você quer revender licença de software ou receber comissão por produto. Este programa é de serviço.
  • Você já tem uma equipe fiscal própria completa e só procura revender a sua capacidade excedente.
  • Você pretende prometer resultado, prazo ou preço em nome da DFSpro, antes de qualquer diagnóstico.
  • Você quer indicar sem registro nem acordo, ou sem informar o cliente de quem fará o trabalho.
  • Você não atende empresas que usam SAP.
  • Você procura volume rápido de cadastro de parceiros e pouca relação com o cliente final.

Se a sua situação cair na segunda lista, a conversa ainda pode valer: às vezes há outra forma de cooperar. Mas é melhor dizer isso no começo do que no meio de uma oportunidade.

Dados e confidencialidade

Dados de cliente e confidencialidade no acordo

Numa parceria de serviços fiscais circulam informações sensíveis: dados de operação, de configuração do SAP e, às vezes, dados pessoais. Por isso o acordo trata disso por escrito, antes de qualquer oportunidade.

A LGPD (Lei 13.709, de 2018) distingue o controlador, que decide sobre o tratamento dos dados pessoais, do operador, que trata os dados em nome do controlador. O operador deve seguir as instruções do controlador (art. 39) e responde solidariamente pelos danos quando descumpre a lei ou as instruções (art. 42). O acordo da parceria diz qual é a função de cada empresa em cada modelo.

Na prática, isso significa três regras. Primeira: dados do cliente só são compartilhados quando há base legal e necessidade. Segunda: o acesso é o mínimo necessário para o trabalho combinado. Terceira: a confidencialidade vale para os dois lados, e as informações comerciais de cada parceiro não são usadas fora da parceria.

Informação confidencial não é só dado pessoal: configurações do SAP, regras fiscais, preços e a carteira de clientes de cada empresa também são protegidos pelo acordo, nos dois sentidos.

Registrar uma oportunidade não exige enviar dados pessoais. O nome da empresa, o contexto geral e o contato indicado pelo próprio parceiro bastam para o registro.

O que pode e o que não pode ser dito

Uma lista clara do que o parceiro afirma ao cliente

A confiança do cliente é o ativo que as duas empresas protegem. Por isso o acordo traz uma lista do que cada lado pode afirmar.

O que o parceiro pode dizer

  • Que a DFSpro é uma consultoria de governança fiscal SAP, fundada em 2018 em Curitiba.
  • Que a DFSpro é parceira SAP, fundada em 2018 em Curitiba, e especializada em fiscal.
  • Que a DFSpro vende serviço, e que o GUEPARDO Tax é produto da NTT DATA.
  • Quais são os serviços da DFSpro, o que cada um resolve e o que não resolve.
  • Que o trabalho começa por diagnóstico e que o prazo e o escopo são definidos depois de entender o ambiente.

O que o parceiro não pode dizer

  • Qualquer promessa de resultado, de prazo ou de economia.
  • Qualquer preço ou condição comercial que a DFSpro não tenha informado por escrito.
  • Que a DFSpro vende, revende ou licencia o GUEPARDO Tax por meio da parceria.
  • Que a DFSpro decide a tese tributária do cliente ou emite parecer jurídico.
  • Que a DFSpro tem credencial ou certificação que pertença a outra empresa.

A lista existe para proteger o parceiro tanto quanto a DFSpro. Quem promete o que não pode cumprir carrega sozinho o custo dessa promessa.

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Uma observação sobre o GUEPARDO Tax

A DFSpro vende serviço, e esta parceria não envolve venda, licença, preço nem condição comercial do produto.

O que a parceria cobre é o trabalho de consultoria em volta do produto já implantado: parametrização, governança, estabilização e capacitação. Se o cliente do parceiro usa o GUEPARDO Tax, a DFSpro entra na camada de serviço. Se o cliente usa apenas o fiscal padrão do SAP, a DFSpro também atende essa camada.

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Antes de registrar

Sete perguntas para qualificar a oportunidade

Você não precisa ser especialista fiscal para saber se há uma oportunidade. Estas perguntas, feitas ao cliente numa conversa normal, mostram se vale chamar a DFSpro e por qual serviço começar.

  • Qual é a versão do SAP em uso hoje, ECC ou S/4HANA, e existe projeto de migração em andamento ou previsto?
  • O cliente usa o GUEPARDO Tax, está avaliando ou usa apenas o fiscal padrão do SAP?
  • O fechamento fiscal é estável ou depende de ajuste manual e de planilha todos os meses?
  • As notas fiscais eletrônicas saem e entram sem rejeição recorrente, ou há retrabalho frequente?
  • O SPED é gerado sem correção posterior, ou volta com erro mais de uma vez por período?
  • Existe um plano para a reforma tributária, com responsável definido, ou o assunto ainda está sem dono?
  • O conhecimento fiscal do SAP está distribuído em uma equipe, ou concentrado em uma ou duas pessoas?

Duas ou mais respostas preocupantes já justificam uma conversa. Você registra a oportunidade, e a DFSpro assume a investigação técnica a partir dali.

Como começar

O que acontece depois do primeiro contato

Você manda uma mensagem pela página de contato e a conversa começa. Estas são as quatro coisas que acontecem em seguida.

1. Retorno da DFSpro

Alguém da DFSpro responde, entende o seu perfil e marca a conversa inicial. Se a parceria não for adequada, você ouve isso nessa resposta.

2. Conversa de descoberta

Vocês falam dos clientes que você atende, do ponto em que o fiscal aparece e do modelo que faria sentido. Você sai com clareza do que é possível.

3. Minuta do acordo

Se houver interesse dos dois lados, a DFSpro envia o acordo escrito para você ler. Você pode ajustar o que fizer sentido antes de assinar.

4. Capacitação e primeira oportunidade

Depois da assinatura, o seu time é preparado e, quando surgir uma oportunidade real, ela entra no registro e segue o fluxo do modelo escolhido.

A conversa inicial não obriga ninguém a nada. Serve para os dois lados decidirem se vale a pena seguir.

Perguntas frequentes

Perguntas de quem pensa em ser parceiro

01Preciso ser parceiro SAP para ser parceiro da DFSpro?+

Não. A DFSpro é parceira SAP, mas você não precisa ser. O que importa é que você atenda empresas que usam SAP e tenha relação com quem decide sobre o fiscal ou sobre o projeto.

02A DFSpro vende ou revende o GUEPARDO Tax por meio da parceria?+

Não. O GUEPARDO Tax é produto da NTT DATA. Esta parceria é de venda de serviços da DFSpro: diagnóstico, parametrização, reforma tributária, migração, sustentação e capacitação.

03Quanto o parceiro ganha?+

O programa prevê remuneração pelas oportunidades que você trouxer. Como ela se aplica ao seu modelo de parceria e à sua carteira é apresentado em conversa: fale com a DFSpro pelo formulário de contato.

04Como a DFSpro protege a minha relação com o cliente?+

Há proteção da sua relação com o cliente, com registro escrito da oportunidade, regras de contato por modelo e confidencialidade. Os detalhes são apresentados em conversa: fale com a DFSpro sobre a sua carteira.

05Quais são as condições da parceria?+

O programa prevê remuneração, proteção da sua relação com o cliente e regras claras de registro. Cada ponto é apresentado em conversa direta, adequado ao seu perfil: chame a DFSpro e conte como você atua.

06Posso entrar só com indicação, sem participar da parte comercial?+

Sim. O modelo de indicação serve exatamente para quem quer abrir a porta e deixar a conversa comercial e a execução com a DFSpro. Você acompanha o andamento dentro do que o acordo prevê.

07Se eu subcontratar a DFSpro, o contrato com o cliente continua sendo meu?+

Sim. Na subcontratação, o contrato com o cliente é seu e a DFSpro executa a camada fiscal dentro do seu projeto. Você responde ao cliente pelo conjunto e a DFSpro responde a você pelo seu escopo.

08A DFSpro substitui o integrador que implantou o SAP?+

Não. A DFSpro atua na camada fiscal e não substitui o integrador nem a consultoria que implantou o sistema. Por isso a parceria com integradores funciona como entrega conjunta, cada um no seu escopo.

09A DFSpro decide a tese tributária do cliente?+

Não.

10O que eu preciso saber de fiscal para participar?+

Você não precisa ser especialista fiscal. A DFSpro capacita o seu time para reconhecer o sintoma, fazer as perguntas certas e qualificar a oportunidade. A parte técnica fica com a DFSpro.

11Quanto tempo leva para uma oportunidade virar projeto?+

Depende do cliente, do escopo e do estágio em que ele está. O prazo de cada trabalho é confirmado depois do diagnóstico e do entendimento do ambiente, e não prometido numa página.

12Como são tratados os dados dos clientes?+

Conforme a LGPD. O acordo define a função de cada empresa como controladora ou operadora de dados pessoais, limita o acesso ao mínimo necessário e prevê confidencialidade para os dois lados. Registrar uma oportunidade não exige enviar dados pessoais.

13Dois parceiros podem apresentar o mesmo cliente?+

Pode acontecer. As regras de desempate ficam definidas no acordo, com base na relação real com o cliente e na data do registro da oportunidade.

14Posso mudar de modelo depois?+

Sim. É comum começar pela indicação e migrar para a co-venda ou para a entrega conjunta quando a relação amadurece. A mudança é registrada no acordo.

15Como a parceria é conduzida no dia a dia?+

Cada parceria é conversada caso a caso, de acordo com o seu perfil e o modelo escolhido. Para saber o que se aplica a você, fale com a DFSpro, ou escreva para comercial@dfspro.com.br.

16Quem atende o parceiro na DFSpro?+

Você terá um ponto de contato definido, informado na assinatura do acordo. É com ele que você registra oportunidades e combina a participação do especialista em reuniões.

17Esta página é um contrato?+

Não. Ela descreve a estrutura da parceria. Os termos valem apenas depois de formalizados em acordo escrito entre as duas empresas.

Próximos passos

Vamos conversar sobre a sua carteira

O primeiro passo é uma conversa. Você conta quem são os clientes que atende e em que ponto o fiscal aparece. A DFSpro mostra o que faz sentido, ou diz que não faz. As condições do programa são apresentadas nessa conversa. Se preferir, escreva para comercial@dfspro.com.br ou ligue para (41) 3030-6007.