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Programa · Governança fiscal em SAP

Programa DFSpro de Governança Fiscal SAP com GUEPARDO Tax

Uma trilha de nove módulos, uma prova prática e um certificado de conclusão emitido pela DFSpro, para quem opera, implanta ou sustenta o fiscal em ambientes SAP (o sistema de gestão empresarial da SAP, também chamado de ERP) e quer sair sabendo construir governança, e não só executar tarefas. O GUEPARDO Tax, solução fiscal integrada ao SAP e produto da NTT DATA, é o produto de referência da trilha.

O pré-requisito é experiência em SAP fiscal. Formato, calendário e condições são combinados em conversa direta com a DFSpro.

Para quem é

Quem já convive com o fiscal do SAP e quer método em vez de memória

O programa foi desenhado para quem já passou por um fechamento fiscal difícil dentro do SAP. Não é uma introdução. A trilha pressupõe que você já sabe o que é uma nota fiscal, um imposto e uma obrigação acessória, e usa esse repertório como ponto de partida.

Três grupos encontram aqui o que procuram. O primeiro é o de consultores e consultoras de SAP que atendem clientes no Brasil e precisam responder sobre fiscal com segurança, sem improvisar. O segundo é o de analistas e gestores das áreas fiscal, contábil e tributária de empresas que rodam SAP e dependem de uma ou duas pessoas para explicar o que o sistema faz. O terceiro é o de profissionais de TI que sustentam as regras fiscais e convivem com o receio de mexer no que ninguém documentou.

Há também quem usa o GUEPARDO Tax e quem ainda não usa. Para quem usa, a trilha mostra como governar o que foi implantado. Para quem ainda não usa, mostra o que o produto organiza e o que continua sendo trabalho da empresa, o que ajuda a decidir com os olhos abertos.

O programa pede disposição para colocar a mão no material: o ritmo é de exercício sobre cenários, não de assistir e anotar.

Para quem não é

Dois retratos: quem aproveita e quem vai se frustrar

Um programa de capacitação só serve a quem ele foi feito para servir. Esta comparação existe para você decidir antes de gastar tempo.

O programa faz sentido se

  • Você tem experiência em SAP fiscal e quer organizar o que sabe em método.
  • Você quer deixar de ser o único que entende uma regra, ou quer entender uma regra que só um colega entende.
  • Você aceita ser avaliado por um trabalho prático, e não por uma prova de alternativas.
  • Você precisa justificar uma decisão fiscal no SAP para alguém que vai perguntar por quê.
  • Você quer um registro por escrito do que estudou e demonstrou.

O programa não faz sentido se

  • Você nunca trabalhou com fiscal em SAP e procura uma introdução ao sistema.
  • Você procura uma credencial de produto, reconhecida pela NTT DATA ou pela SAP.
  • Você busca uma garantia de emprego, de vaga ou de promoção.
  • Você espera que o programa defina a tese tributária da sua empresa.
  • Você quer um curso para ouvir, sem exercício e sem entrega.

Se você está na coluna da direita em algum ponto, a conversa inicial ainda pode ajudar a encontrar o caminho certo.

O problema

Seis situações que o programa foi feito para desfazer

O fiscal de um ambiente SAP raramente quebra de uma vez. Ele se desgasta em camadas, e o desgaste só aparece quando alguém faz a pergunta certa. Estas seis situações aparecem juntas ou separadas em muitas empresas.

O conhecimento vive na cabeça de uma pessoa

Todos sabem a quem perguntar e ninguém sabe onde está escrito. Férias, licença e desligamento viram risco de fechamento. O programa ensina a transformar o que a pessoa sabe em ficha, teste e evidência que outro consegue ler.

O produto está implantado e usado pela metade

Uma solução fiscal entra no ar, resolve o que foi desenhado para resolver e depois ninguém revisa. Surgem exceções, filiais novas e legislação nova. O programa mostra como governar uma solução já instalada, em vez de esperar que ela se mantenha sozinha.

A regra existe e não tem dono

Alguém criou uma condição para um cliente que já saiu da carteira. Ela continua lá, calculando. Quando divergir, ninguém tem autoridade nem contexto para mexer. O programa treina a pergunta que quase nunca é feita: quem responde por esta regra?

A evidência não existe quando o auditor pergunta

A empresa acredita que a regra está certa, mas não consegue provar. Teste feito, resultado, aprovação e data ficaram em e-mail, ou em lugar nenhum. O programa dá o formato do registro que sobrevive a uma auditoria.

Dois regimes tributários vão conviver no mesmo sistema

A reforma tributária obriga o SAP a calcular o regime atual e o novo durante a transição. Quem não organizou o que existe hoje vai tentar acrescentar camadas novas sobre camadas que nem entende. O programa dedica um módulo ao tema e usa a governança como base.

A equipe muda e o método não acompanha

Entram pessoas novas, o integrador sai, o parceiro troca de time. Cada recém-chegado reaprende por tentativa e erro. O programa oferece uma linguagem comum para que quem chega entenda o ambiente em semanas e não em anos.

O programa

O que ele é e o que você passa a saber fazer

O Programa DFSpro de Governança Fiscal SAP com GUEPARDO Tax é uma trilha de capacitação em módulos, encerrada por uma prova prática sobre parametrização e governança. Quem conclui recebe um certificado de conclusão emitido pela DFSpro, com a lista das competências cobertas.

O eixo do programa é a governança: dar a cada regra fiscal um dono, uma evidência e uma data de revisão. O GUEPARDO Tax entra como produto de referência porque é uma das formas mais usadas de organizar o cálculo fiscal dentro do SAP, e porque exemplifica bem o que acontece com qualquer solução depois da implantação.

A trilha percorre nove módulos, de fundamentos a montagem de governança. Cada módulo termina em um produto de trabalho que você leva para o seu ambiente, e a prova prática reúne esses produtos num cenário completo.

O que você leva

Onze capacidades, em quatro frentes de trabalho

Ao concluir, você será capaz de fazer o que está nos cartões abaixo. Cada capacidade aponta para o módulo em que ela é treinada.

1

Entender o caminho do imposto

Do cadastro à obrigação, e de onde vem cada resultado.

  • Percorrer o caminho de um imposto no SAP e apontar, passo a passo, onde cada decisão é tomada e quem responde por ela.Módulo 01
  • Classificar um resultado inesperado como problema de parametrização do SAP, de parametrização do produto ou de comportamento do produto.Módulo 02
2

Operar e corrigir

Regra, cadastro, documento e arquivo, com causa e evidência.

  • Revisar uma regra fiscal e propor uma alteração com roteiro de teste e registro de evidência.Módulo 03
  • Reconhecer cadastros de material, cliente e fornecedor que alimentam erro de determinação de imposto.Módulo 03
  • Seguir um documento fiscal eletrônico do emissor ao lançamento e localizar onde ele travou.Módulo 04
  • Rastrear uma divergência de obrigação acessória até a origem no SAP, em vez de corrigir no arquivo.Módulo 05
3

Preparar o futuro

Reforma, migração e o primeiro fechamento depois da mudança.

  • Montar um mapa de impacto da reforma tributária sobre um ambiente SAP.Módulo 06
  • Inventariar regras fiscais para uma migração e decidir o destino de cada uma com critério declarado.Módulo 07
  • Priorizar incidentes de um primeiro fechamento e escrever a nota de passagem para o ciclo seguinte.Módulo 08
4

Sustentar e liderar

Governança que fica e conversa de risco com a liderança.

  • Montar a ficha de governança de uma regra e um calendário de revisão.Módulo 09
  • Explicar à liderança o estado do fiscal do SAP em linguagem de risco.Módulo 09

Quer saber qual frente pesa mais no seu caso? Fale com a DFSpro e descreva o seu ambiente.

A trilha em uma tela

Nove módulos, cada um com um produto de trabalho

A tabela mostra a trilha inteira antes do detalhe. A ordem não é por acaso: os módulos 1 e 2 dão a linguagem, os módulos 3 a 5 tratam do que o SAP calcula e entrega, os módulos 6 e 7 olham para mudanças grandes, o módulo 8 trata de rotina e o módulo 9 fecha com a governança.

MóduloTemaO que a pessoa entrega
01Fundamentos de governança fiscal no SAPMapa do caminho de um imposto numa operação, com a lista de pontos de decisão e o dono de cada ponto.
02O GUEPARDO Tax dentro do SAP e o que ele não resolve sozinhoQuadro de triagem de sintomas, com a origem provável, a evidência que falta e a quem a pergunta deve ser feita.
03Parametrização fiscal e dados mestresRevisão de um conjunto de regras com justificativa, roteiro de teste e registro de evidência.
04Documentos fiscais eletrônicosRoteiro de diagnóstico de documento parado, com perguntas por etapa e responsável por cada resposta.
05Obrigações acessórias e SPEDQuadro de reconciliação com a causa de cada divergência e o ponto do SAP onde ela deve ser tratada.
06Reforma tributária: CBS e IBS e os dois regimes convivendoMapa de impacto da reforma sobre um ambiente SAP, com ordem de adequação e responsáveis.
07Migração para S/4HANA e Clean CoreInventário classificado de regras fiscais para migração, com a decisão e o critério de cada item.
08Estabilização e operação contínuaPlano de priorização de incidentes e nota de passagem entre ciclos.
09Montagem da governança: dono, evidência e revisãoPacote de governança de três regras: fichas, testes, evidências e calendário.

A quantidade de módulos descreve a estrutura do conteúdo. Carga horária, formato e calendário são combinados em conversa direta com a DFSpro.

A trilha, módulos 1 a 3

Da lógica da governança até a regra que calcula o imposto

Os três primeiros módulos formam a base. Eles trocam a pergunta "o que o sistema faz?" por "quem decidiu isso, onde está provado e quando será revisto?".

Entender

Fundamentos de governança fiscal no SAP

Módulo 1 de 9

ObjetivoEntender por que o fiscal de um ambiente SAP se degrada com o tempo mesmo quando foi bem implantado, e aprender a lógica que o mantém sob controle: regra com dono, evidência guardada, revisão em data marcada.

O que se aprende
  • O caminho completo de um imposto dentro do SAP: cadastro, determinação, documento, escrituração, apuração e obrigação entregue. Cada passo é um lugar onde uma regra pode estar errada sem que o passo seguinte perceba.
  • A diferença entre regra, exceção e remendo, e como reconhecer cada uma lendo um ambiente real.
  • Quem são os envolvidos (fiscal, contabilidade, TI, consultoria, auditoria) e o que cada um precisa receber para decidir bem.
  • O vocabulário de governança aplicado ao fiscal: dono da regra, evidência, rastreabilidade, ciclo de revisão e dívida técnica fiscal.
Prática

A pessoa recebe a descrição de uma operação fiscal comum, uma venda interestadual com substituição tributária, e percorre o caminho do imposto passo a passo, marcando onde cada decisão é tomada e por quem.

Entregável do aluno

Mapa do caminho de um imposto numa operação, com a lista de pontos de decisão e o dono de cada ponto.

Para quem mais serve

Gestores fiscais e de TI que precisam enxergar o ambiente inteiro antes de decidir o que revisar primeiro.

Na página de governança contínua: como a governança fiscal funciona quando vira rotina contratada.

Entender

O GUEPARDO Tax dentro do SAP e o que ele não resolve sozinho

Módulo 2 de 9

ObjetivoEntender onde o GUEPARDO Tax, produto da NTT DATA, atua na cadeia fiscal do SAP, o que ele entrega no dia da implantação e quais responsabilidades continuam sendo da empresa depois dela.

O que se aprende
  • Onde a solução se encaixa entre o documento do SAP e a obrigação entregue, e o que sai do padrão do SAP quando ela é adotada.
  • Como reconhecer uma regra Z (regra customizada, escrita para um caso específico) dentro do ambiente, e por que ela costuma ser o ponto mais frágil.
  • Como separar três origens de um resultado inesperado: parametrização do SAP, parametrização do produto e comportamento do próprio produto. Cada uma tem um responsável diferente e um caminho de solução diferente.
  • O que uma implantação deixa pronto e o que ela não deixa: documentação viva, responsável por regra, revisão periódica e adequação a mudanças de legislação.
Prática

Dado um conjunto de sintomas (um imposto calculado a menor numa filial, uma nota rejeitada, um relatório que não fecha), a pessoa classifica cada um em uma das três origens e justifica a classificação.

Entregável do aluno

Quadro de triagem de sintomas, com a origem provável, a evidência que falta e a quem a pergunta deve ser feita.

Para quem mais serve

Consultores que atendem clientes com o produto e analistas fiscais que operam o dia a dia sobre ele.

Na página do GUEPARDO Tax: onde a governança do produto se encontra com o trabalho da DFSpro.

Operar

Parametrização fiscal e dados mestres

Módulo 3 de 9

ObjetivoLer, revisar e alterar regras fiscais do SAP com segurança, e entender por que cadastro errado na origem produz o mesmo erro mês após mês.

O que se aprende
  • O esquema de cálculo de impostos (o procedimento TAXBRA, que define a sequência pela qual o SAP chega ao valor de cada imposto) e as condições mantidas na transação J1BTAX.
  • A determinação do CFOP (Código Fiscal de Operações e Prestações, que classifica a natureza da operação) e a leitura de CST e NCM (a situação tributária e a classificação do produto) dentro da regra.
  • Cadastros de material, cliente e fornecedor como fonte de determinação fiscal: o que um campo mal preenchido provoca três passos depois.
  • Como testar uma mudança em ambiente de homologação antes de chegar à produção, e como guardar a evidência do teste.
Prática

A pessoa recebe um recorte de parametrização com uma inconsistência plantada entre duas filiais e um cadastro de material com campo fiscal divergente. Ela localiza o problema, propõe a correção e escreve o roteiro de teste.

Entregável do aluno

Revisão de um conjunto de regras com justificativa, roteiro de teste e registro de evidência.

Para quem mais serve

Consultores funcionais de finanças, vendas e compras que tocam impostos sem serem especialistas fiscais.

Na página de parametrização fiscal: como a DFSpro trata a parametrização fiscal em projeto.

A trilha, módulos 4 a 6

Do documento ao arquivo e à reforma tributária

Aqui o foco é o que o SAP entrega para fora: documentos, obrigações e o novo regime. É onde a divergência vira problema com prazo.

Operar

Documentos fiscais eletrônicos

Módulo 4 de 9

ObjetivoAcompanhar um documento eletrônico da emissão ou captura até o lançamento no SAP, e saber diagnosticar onde ele para quando algo dá errado.

O que se aprende
  • O que muda de um documento para outro: NF-e (nota fiscal eletrônica de mercadorias), NFS-e (de serviços), CT-e (conhecimento de transporte eletrônico) e MDF-e (manifesto eletrônico de documentos fiscais).
  • Eventos de cancelamento, correção e manifestação, e o efeito de cada um sobre o lançamento no SAP.
  • Entrada automática de documentos: de onde vêm os dados, onde a conciliação falha e o que fazer com o documento que não encontra o pedido.
  • O papel do GRC (Governance, Risk and Compliance), a ferramenta que muitas empresas usam para os documentos eletrônicos, e a evolução da SAP para o DRC (Document and Reporting Compliance), que o substitui.
Prática

A pessoa recebe quatro casos de documento parado, cada um com o histórico de mensagens. Ela localiza em que etapa cada um travou e descreve o que precisa ser verificado antes de qualquer correção.

Entregável do aluno

Roteiro de diagnóstico de documento parado, com perguntas por etapa e responsável por cada resposta.

Para quem mais serve

Analistas fiscais, equipes de faturamento e de recebimento fiscal e a TI que sustenta a integração.

Na página de documentos fiscais eletrônicos: o tratamento dos documentos eletrônicos como especialidade, e a migração do GRC NF-e para o DRC.

Operar

Obrigações acessórias e SPED

Módulo 5 de 9

ObjetivoSeguir o dado fiscal do SAP até o arquivo entregue ao fisco e descobrir onde a divergência nasce, em vez de corrigir no arquivo o que quebrou na origem.

O que se aprende
  • O SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) em suas peças principais: a EFD ICMS IPI e a EFD Contribuições (escriturações fiscais), a ECD (contábil), a ECF (do imposto de renda e da contribuição social) e a EFD-Reinf (retenções).
  • De onde cada bloco do arquivo tira o dado no SAP, e quais campos costumam ser o elo fraco.
  • Reconciliação entre apuração, razão contábil e arquivo gerado, na ordem em que ela dá menos retrabalho.
  • Noções da camada fiscal de comércio exterior no SAP, como a DUIMP (Declaração Única de Importação), e do que ela devolve à escrituração.
Prática

A pessoa recebe um relatório de divergência entre a apuração e o arquivo e rastreia, bloco por bloco, de onde veio cada diferença, separando erro de origem de erro de geração.

Entregável do aluno

Quadro de reconciliação com a causa de cada divergência e o ponto do SAP onde ela deve ser tratada.

Para quem mais serve

Equipes de contabilidade e de obrigações acessórias, e consultores que sustentam o fechamento.

Na página de obrigações acessórias: o fluxo do dado ao arquivo, tratado como serviço, e o comércio exterior no SAP.

Preparar

Reforma tributária: CBS e IBS e os dois regimes convivendo

Módulo 6 de 9

ObjetivoEntender o que a reforma muda na arquitetura fiscal do SAP e como preparar o ambiente para operar o regime atual e o novo ao mesmo tempo, durante toda a transição.

O que se aprende
  • A CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços, de âmbito federal) e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços, de âmbito estadual e municipal) como tributos que passam a conviver com PIS, Cofins, ICMS e ISS em etapas.
  • O que precisa mudar no SAP: determinação fiscal, relatórios de apuração, cadastros, interfaces e campos que presumem formatos antigos, como o CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) numérico.
  • Como pensar a convivência: qual operação recolhe qual tributo, e como evitar que um regime contamine o cálculo do outro.
  • Como montar um plano de adequação por etapa, com dono, e como acompanhar a regulamentação sem depender de notícia.
Prática

A pessoa recebe o cenário de uma empresa com operações em três estados e uma mistura de produtos e serviços, e monta um mapa de impacto: o que muda, em qual ordem e quem responde por cada mudança.

Entregável do aluno

Mapa de impacto da reforma sobre um ambiente SAP, com ordem de adequação e responsáveis.

Para quem mais serve

Gestores fiscais, de TI e financeiros que precisam transformar a reforma em plano de trabalho.

Na página de reforma tributária: o trabalho de adequação do SAP à CBS e ao IBS.

A trilha, módulos 7 a 9

Mudança grande, rotina e a governança que fica

Os três módulos finais ensinam a atravessar uma mudança, sustentar o dia seguinte e deixar uma estrutura que resiste à troca de pessoas.

Preparar

Migração para S/4HANA e Clean Core

Módulo 7 de 9

ObjetivoLevar o fiscal de um ambiente para o outro sem transportar regra sem dono, e aplicar a ideia de Clean Core ao que é fiscal.

O que se aprende
  • O que uma migração de ECC para S/4HANA toca no fiscal: esquemas de cálculo, regras Z, documentos eletrônicos, obrigações e relatórios.
  • Como inventariar o que existe antes de migrar, e como decidir o que fica, o que muda e o que é descartado.
  • Clean Core, a prática de manter o núcleo do S/4HANA próximo do padrão, sem customização desnecessária, e como ela se aplica a regras fiscais.
  • Como organizar testes do primeiro fechamento no ambiente novo, antes que o ambiente novo entre em produção.
Prática

A pessoa recebe o inventário de um ambiente ECC com regras Z e decide, regra por regra, se migra, se substitui por padrão ou se descarta, anotando o critério de cada decisão.

Entregável do aluno

Inventário classificado de regras fiscais para migração, com a decisão e o critério de cada item.

Para quem mais serve

Integradores, gestores de projeto de migração e donos de processo fiscal.

Na página de migração: a camada fiscal dentro de um projeto de migração, e o Clean Core aplicado ao fiscal.

Preparar

Estabilização e operação contínua

Módulo 8 de 9

ObjetivoAtravessar o primeiro ciclo fiscal depois de uma mudança grande e depois manter o ambiente estável com legislação e equipe mudando.

O que se aprende
  • O que observar no primeiro fechamento em produção, e como separar incidente de comportamento esperado.
  • O AMS (Application Management Services), a sustentação contínua do ambiente: o que se espera dela e como medir se ela está funcionando.
  • Como tratar uma exceção pedida às pressas sem transformá-la em dívida escondida.
  • Como registrar o que foi ajustado em cada ciclo para que o ciclo seguinte comece de onde o anterior parou.
Prática

A pessoa recebe o registro de um fechamento com cinco incidentes e prioriza por risco, separa o que é ajuste do que é correção estrutural e escreve a nota de passagem para o ciclo seguinte.

Entregável do aluno

Plano de priorização de incidentes e nota de passagem entre ciclos.

Para quem mais serve

Quem sustenta o ambiente no dia a dia, seja na empresa ou em contrato de sustentação.

Na página de estabilização: o acompanhamento do primeiro ciclo em produção, e a governança contínua.

Sustentar

Montagem da governança: dono, evidência e revisão

Módulo 9 de 9

ObjetivoJuntar tudo numa estrutura de governança que sobrevive à troca de pessoas, e produzir o trabalho final do programa.

O que se aprende
  • A ficha de governança de uma regra: finalidade, dono, base legal declarada pela empresa, teste que a valida, evidência guardada, data da próxima revisão.
  • Como montar um calendário de revisão que combine mudança de legislação, abertura de filial e saída de pessoa-chave.
  • Como responder a uma pergunta de auditoria com o que está guardado, sem reconstruir a história de memória.
  • Como apresentar o estado da governança à liderança em linguagem de risco, sem entrar na operação técnica.
Prática

A pessoa constrói a governança de três regras do cenário da prova prática, com ficha completa, roteiro de teste, evidência simulada e calendário de revisão.

Entregável do aluno

Pacote de governança de três regras: fichas, testes, evidências e calendário.

Para quem mais serve

Todos os perfis: é o módulo em que cada pessoa leva a trilha para o ambiente em que trabalha.

Na página de especialidades: o conjunto de especialidades fiscais em SAP da DFSpro.

i

Conhece a trilha. Falta saber onde você entra.

A ordem dos módulos é a mesma para todos, mas o ponto de partida de cada pessoa é diferente. Uma conversa curta mostra o que faz sentido para o seu momento e o que você já domina. Conte onde você está e a DFSpro responde com o que se aplica ao seu caso.

Como se aprende

Cada módulo segue o mesmo ciclo de quatro passos

O conteúdo muda de módulo para módulo. O ritmo de trabalho não muda, para que a atenção fique no assunto e não no formato.

01

Cenário

O módulo abre com uma situação fiscal descrita como ela chega na vida real: sintoma, contexto e pouca informação. Você lê antes de ouvir qualquer explicação.

02

Conceito

Só depois vem a explicação do mecanismo: o que o SAP faz, por que faz, onde a decisão é tomada. A teoria entra para resolver o cenário, e não para decorar.

03

Prática

Você trabalha sobre o material do módulo: classifica, revisa, rastreia, prioriza ou monta. O erro faz parte do processo e é parte do que se discute.

04

Produto de trabalho

Cada módulo termina com um documento que você pode reaproveitar na sua empresa: um mapa, um quadro, um roteiro, uma ficha.

Formato, calendário e condições são combinados em conversa com a DFSpro.

O raciocínio por trás

Por que a trilha começa pela pergunta e termina na ficha

A maioria dos cursos de fiscal em SAP ensina tela e transação. Isso é necessário, mas não basta: telas mudam de versão, e a pessoa que só decorou o caminho perde o chão quando o caminho muda.

O programa ensina o raciocínio que não muda. Qual é o caminho do dado? Quem decidiu esta regra? Como provamos que ela funciona? Quando será revista? Esse raciocínio vale em ECC, em S/4HANA, com ou sem GUEPARDO Tax.

Por isso a trilha termina em ficha e em calendário, e não em um conjunto de transações. A ficha é o ponto em que o conhecimento deixa de ser da pessoa e passa a ser do ambiente.

Isso também explica por que o programa não é uma sequência de vídeos. Governança se aprende fazendo, errando no cenário e corrigindo, em um ambiente onde o erro ainda não custa um fechamento.

A prova prática

Um trabalho sobre um cenário fiscal, avaliado por critérios escritos

A prova não pede memória. Pede que você faça, num cenário, o que faria no ambiente de uma empresa.

Parte 01

Ler o cenário

Você recebe a descrição de um ambiente: operações, regras, sintomas e documentos. Seu primeiro produto é o mapa do caminho do imposto naquele ambiente.

→
Parte 02

Achar o frágil

Você aponta quais regras estão sem dono, sem evidência ou sem teste, e classifica a origem de cada sintoma.

→
Parte 03

Propor a revisão

Você escreve a alteração que faria, o roteiro de teste e o que seria preciso guardar como evidência.

→
Parte 04

Montar a governança

Você produz a ficha de governança de três regras e o calendário de revisão, como se fosse entregá-los à liderança.

O que a avaliação olha

CritérioO que se observaO que mostra que está sólido
Leitura do cenárioSe o caminho do imposto foi seguido sem pular etapas.Cada decisão aparece com o lugar onde é tomada.
DiagnósticoSe as fragilidades foram achadas e classificadas pela origem certa.Sintoma, origem e responsável aparecem juntos.
Segurança da revisãoSe a alteração proposta pode ser testada antes de chegar à produção.O roteiro de teste cobre o caso novo e os casos que não podem mudar.
JustificativaSe cada decisão tem uma razão declarada.A razão pode ser lida por quem não estava na sala.
GovernançaSe a ficha resiste a uma pergunta de auditoria.Dono, evidência e revisão estão preenchidos e coerentes.
LimitesSe a pessoa reconhece o que não é decisão técnica.As questões de tese tributária são devolvidas à empresa.

A avaliação não usa nota de corte numérica. O resultado diz o que está sólido, o que está frágil e o que merece mais estudo. Quem conclui os quatro passos com critérios atendidos recebe o certificado de conclusão.

O certificado

O que o certificado atesta e o que ele não atesta

Esta é a parte do programa que mais precisa ser lida com atenção. Um certificado só vale o que realmente diz.

O que o certificado é

  • Um certificado de conclusão do Programa DFSpro de Governança Fiscal SAP com GUEPARDO Tax, emitido pela DFSpro.
  • Um registro de que a pessoa percorreu a trilha e concluiu a prova prática dentro dos critérios do programa.
  • Uma lista das competências cobertas, escritas como capacidades demonstradas.
  • Um documento da DFSpro sobre um programa da DFSpro, com o nome do participante e o conteúdo estudado.

O que o certificado não é

  • Não é certificação do produto GUEPARDO Tax. O produto é da NTT DATA.
  • Não é certificação da NTT DATA nem da SAP.
  • Não tem reconhecimento de terceiros prometido, nem de empresas, nem de entidades.
  • Não promete emprego, vaga, promoção ou aumento.
  • Não habilita a pessoa a atuar como canal ou revendedor de nenhum produto.

O programa não usa logotipo, material, ambiente de treinamento nem marca da NTT DATA ou da SAP como se fossem dele. Os nomes das empresas e dos produtos aparecem apenas para dizer do que a trilha trata.

Por que insistir nisso? Porque um certificado que sugere mais do que entrega prejudica quem o recebe. A pessoa o apresenta, alguém pergunta quem certifica, e a resposta honesta é a DFSpro. O programa quer que essa resposta seja suficiente porque o conteúdo é bom, e não porque o nome parece maior do que é.

Quem precisa de uma credencial oficial de produto deve procurar quem a emite. Quem quer provar, a si mesmo e a quem trabalha com ele, que aprendeu a governar o fiscal de um ambiente SAP encontra aqui um programa feito para isso.

Como cada perfil aproveita

A mesma trilha, quatro usos diferentes

A base é igual para todos. O que muda é o que você faz com o que aprendeu na segunda-feira seguinte.

PerfilMódulos que costumam pesar maisO que passa a fazer melhor
Consultor ou consultora de SAP2, 3, 6 e 7Responder ao cliente com método, separar o que é do SAP, do produto e da empresa, e propor revisão com teste em vez de ajuste de urgência.
Analista fiscal ou contábil1, 3, 4 e 5Rastrear divergência até a origem, em vez de corrigir no arquivo, e pedir à TI o ajuste certo com a evidência na mão.
Gestor fiscal, financeiro ou de projeto1, 6, 8 e 9Enxergar o estado do ambiente em linguagem de risco, priorizar o que revisar e distribuir donos.
TI e sustentação2, 3, 7 e 8Alterar regras sabendo o que está em jogo, testar antes de produção e guardar o registro do que foi feito.

A coluna do meio é um guia de leitura. O programa é um só, e a conclusão exige a prova prática completa para todos os perfis.

No dia seguinte

O que muda na rotina de quem conclui

O programa não promete resultado de negócio, e não existe número honesto que o faça. O que ele muda é o seu repertório de trabalho, e isso aparece em situações bem pequenas.

Quando um colega pergunta por que um imposto é calculado de certo jeito, você vai ao caminho do imposto e mostra, em vez de dizer que sempre foi assim. Quando alguém pede uma exceção às pressas, você pergunta quem responde por ela e quando será revista, e escreve isso antes que a exceção entre.

Quando o auditor ou a liderança pergunta se uma regra foi validada, você abre a ficha. Quando um documento trava, você segue o roteiro de diagnóstico em vez de tentar reenviar. Quando a reforma tributária chega à pauta, você tem um mapa de impacto para começar a conversa.

  • Seu conhecimento deixa de ser só seu: ele passa a estar em fichas que outras pessoas leem.
  • Suas decisões passam a ter a justificativa escrita junto da decisão.
  • Suas revisões passam a chegar à produção com teste e evidência.
  • Suas conversas com a liderança passam a ser sobre risco, e não sobre transação.

Nenhum desses itens é uma promessa de resultado. São mudanças de hábito de trabalho, e é isso que a prova prática verifica.

Como começar

O que acontece depois do primeiro contato

O ingresso é por conversa, e não por cadastro. Estes são os quatro movimentos, na ordem em que acontecem.

Passo 01

Você escreve

Pelo formulário de contato ou por comercial@dfspro.com.br, dizendo quem é, onde trabalha e o que espera do programa.

→
Passo 02

A DFSpro responde

Com perguntas sobre a sua experiência em SAP fiscal, para saber se o programa é o caminho certo agora.

→
Passo 03

Conversa direta

Formato, calendário e condições são combinados com você, de acordo com o seu perfil e com o momento da sua equipe.

→
Passo 04

Início da trilha

Combinado o que for combinado, a trilha começa pelo módulo 1, e o primeiro cenário chega às suas mãos.

Se o programa não for adequado ao seu momento, você ouve isso já na resposta, com uma indicação do que estudar antes.

i

Programa estruturado ou capacitação sob medida

Este é o programa: uma trilha igual para quem participa, com prova prática e certificado de conclusão. Se o que a sua empresa precisa é formar o time em cima do próprio ambiente, a capacitação sob medida para equipes é o caminho. Os dois podem se complementar, e a conversa inicial ajuda a escolher.

Perguntas frequentes

Perguntas de quem pensa em participar

01O certificado é uma certificação do GUEPARDO Tax, da NTT DATA ou da SAP?+

Não. O certificado é emitido pela DFSpro e registra que a pessoa concluiu a trilha e a prova prática do programa. Ele não é certificação do produto, não é da NTT DATA e não é da SAP. O GUEPARDO Tax é produto da NTT DATA, e o programa não usa logotipo, material nem ambiente de treinamento de nenhuma das duas empresas.

02Quem emite o certificado e o que ele registra?+

A DFSpro. O documento traz a lista das competências cobertas pelos módulos e pela prova prática, escritas como capacidades que a pessoa demonstrou, por exemplo interpretar o caminho de um imposto no SAP ou documentar uma regra com dono e evidência. Detalhes de emissão são combinados na conversa inicial.

03O certificado me ajuda a conseguir emprego, vaga ou promoção?+

A DFSpro não promete isso. O certificado atesta o que foi estudado e demonstrado no programa, e o valor dele para uma contratação ou para uma carreira depende de quem o lê. O que o programa entrega de concreto é o que você passa a saber fazer, e os produtos de trabalho que produziu pelo caminho.

04O certificado me habilita a atuar como canal ou revendedor de algum produto?+

Não. O certificado é um registro de capacitação e não tem efeito sobre canal, revenda ou representação de nenhum produto. Ele atesta o que a pessoa estudou e demonstrou no programa, e mais nada.

05Preciso ter experiência prévia para fazer o programa?+

Sim. O pré-requisito é experiência em SAP fiscal: já ter lidado, na operação, na consultoria ou na TI, com notas fiscais, impostos, fechamento ou obrigações acessórias dentro do SAP. O programa não ensina o que é um ERP nem o que é um imposto. Ele parte daí.

06Preciso ter o GUEPARDO Tax instalado na minha empresa?+

Não. O GUEPARDO Tax é o produto de referência da trilha porque ele organiza o cálculo fiscal dentro do SAP em muitas empresas, mas boa parte do conteúdo, como dados mestres, documentos eletrônicos, obrigações acessórias e governança, vale para qualquer ambiente SAP fiscal. Quem não usa o produto aprende como ele funciona e o que muda quando ele entra.

07O programa serve para ECC e para S/4HANA?+

Serve para os dois. O ECC é a versão anterior do ERP da SAP e o S/4HANA é a versão atual. A trilha trata o fiscal como disciplina que atravessa as duas e dedica um módulo inteiro à passagem de uma para a outra.

08O programa ensina a tese tributária?+

Não. A trilha ensina como o SAP traduz uma decisão fiscal em regra, como registrar essa regra e como provar que ela faz o que se espera. A decisão sobre qual interpretação adotar continua com a empresa e com o apoio jurídico e fiscal dela.

09O que é a prova prática?+

É um trabalho aplicado sobre um cenário fiscal em SAP, no qual a pessoa lê o caminho de um imposto, identifica o que está frágil na parametrização, propõe uma revisão com teste e monta a ficha de governança da regra: dono, evidência e data de revisão. Não é uma prova de marcar alternativas.

10Como a prova prática é avaliada?+

Por critérios descritos de antemão: se a leitura do cenário está correta, se a revisão proposta é segura e testável, se a justificativa se sustenta e se a governança montada resiste a uma pergunta de auditoria. Não há nota de corte numérica. A avaliação diz o que está sólido e o que precisa de mais estudo.

11Qual é a diferença entre este programa e a capacitação sob medida para equipes?+

A capacitação sob medida parte do ambiente real de uma empresa e forma o time dela. Este programa é uma trilha estruturada, igual para quem participa, com prova prática e certificado de conclusão. Quem precisa treinar o time em cima do próprio ambiente deve olhar a capacitação sob medida.

12O programa usa material ou ambiente de treinamento da NTT DATA ou da SAP?+

Não. Os materiais, os cenários e os exercícios são da DFSpro. Os nomes dos produtos aparecem apenas para identificar do que se está falando.

13O programa significa algum vínculo entre a DFSpro e a NTT DATA ou a SAP?+

O programa é uma iniciativa da DFSpro. Sobre as outras empresas, o fato que importa aqui é um só: o GUEPARDO Tax é produto da NTT DATA. Qualquer informação sobre produto, suporte ou condições do GUEPARDO Tax deve ser buscada na NTT DATA.

14O programa é presencial ou online? Qual é a carga horária e o calendário?+

Formato, calendário e demais condições são combinados em conversa direta com a DFSpro, de acordo com o seu perfil e o momento da sua equipe. Peça a conversa e diga em que ponto você está.

15Quanto custa participar?+

As condições, inclusive as comerciais, são tratadas em conversa direta. Escreva pelo formulário de contato ou para comercial@dfspro.com.br e conte quem participaria.

16Posso participar sendo analista fiscal, gestor ou da área de TI, ou só consultor?+

Todos esses perfis. A trilha tem a mesma base para todos, e a seção sobre como cada perfil aproveita o programa mostra o que muda na prática. A condição é a experiência prévia em SAP fiscal.

17O que muda na rotina depois de concluir?+

Você passa a ter um método e um conjunto de produtos de trabalho que usa no dia a dia: o mapa do caminho de um imposto, a ficha de governança de uma regra, o roteiro de teste, o registro de evidência. O programa não promete resultado de negócio. Promete que você sabe fazer essas coisas, e a prova prática mostra isso.

18Como começar?+

Pelo contato. Você conta seu perfil, sua experiência em SAP fiscal e o que espera do programa. A DFSpro responde com o que se aplica ao seu caso. A conversa inicial não obriga ninguém a nada. Comece por aqui.

Próximos passos

Se a trilha é para você, a conversa é o primeiro módulo

Escreva pelo formulário de contato ou para comercial@dfspro.com.br. Diga o seu perfil, a sua experiência em SAP fiscal e o que você quer conseguir fazer ao fim da trilha. A DFSpro responde com o que se aplica ao seu caso.