Trabalhamos ao lado do seu integrador SAP, nunca no lugar dele.
A DFSpro atua como segunda linha especialista em governança fiscal dentro do ambiente SAP que sua empresa já mantém. Não substituímos o integrador, a equipe interna de TI ou o parceiro que cuida da infraestrutura e da operação geral do sistema. Entramos numa fronteira específica e delimitada: a parametrização e o controle fiscal dentro desse ambiente.
O receio real de quem já tem um parceiro SAP
Toda empresa que já tem um integrador SAP em operação, seja um parceiro de implementação, seja uma equipe interna de Basis e módulos funcionais, faz a mesma pergunta antes de trazer um novo fornecedor para dentro do ambiente: quem responde quando algo quebra. Não é uma pergunta burocrática. É uma pergunta sobre responsabilidade técnica real.
Quem aprova orçamento carrega uma dúvida diferente, mas relacionada: se dois fornecedores estão presentes, existe risco de pagar duas vezes pela mesma coisa, ou de criar conflito entre eles dentro da mesma conta. As duas dúvidas, a técnica e a financeira, são legítimas e têm resposta concreta nesta página, não um discurso genérico de "trabalhamos em parceria com todos".
RACI simplificado: quem responde por quê
| Área | Responsável | O que cobre |
|---|---|---|
| Infraestrutura, Basis, atualização de versão, sizing, performance de sistema | Integrador SAP atual | Manutenção do ambiente técnico como um todo |
| Suporte funcional genérico de módulos amplos (FI, CO, MM, SD), fora da apuração fiscal | Integrador SAP atual | Configuração e suporte funcional geral, exceto a apuração e parametrização fiscal desses módulos |
| Parametrização fiscal, regras de tributação, governança do GUEPARDO Tax, apuração e conciliação fiscal e contábil | DFSpro | Camada de governança fiscal especializada |
| Interface entre a camada fiscal e o restante do sistema | Comunicação conjunta | Ponto de atenção tratado explicitamente, nunca deixado implícito |
Quando o problema é de infraestrutura ou de suporte funcional genérico de um módulo amplo, a responsabilidade é do integrador. Quando o problema é de regra fiscal mal parametrizada, apuração incorreta ou falha de governança do GUEPARDO Tax, mesmo dentro de módulos como FI, CO, MM ou SD, a responsabilidade é da DFSpro. Essa distinção é comunicada às duas partes desde o primeiro contato, nunca decidida depois que algo já quebrou.
Generalista e especialista em governança fiscal não são a mesma coisa
O critério de distinção não é de intensidade ("mais especializado"), é de natureza técnica. Um integrador SAP generalista normalmente responde pela infraestrutura do ambiente, pelo suporte funcional amplo e pela manutenção do SAP como plataforma. Governança fiscal, especificamente a parametrização correta do GUEPARDO Tax ao longo do tempo, mudanças de regra fiscal, novos CNPJs e filiais, apuração e conciliação fiscal e contábil, raramente é o foco central desse contrato, e nem deveria ser: é um recorte técnico próprio, com vocabulário e disciplina de diagnóstico próprios.
A DFSpro atua exatamente nesse recorte. Não presta suporte de infraestrutura SAP, não substitui o parceiro de Basis nem o suporte funcional genérico de módulos como FI, CO, MM ou SD, exceto a apuração e a parametrização fiscal dentro deles. É profundidade numa camada específica, não amplitude sobre o ambiente inteiro.
Acesso delimitado e entrada transparente
O que a DFSpro nunca pede acesso a
- Acesso administrativo geral ao ambiente SAP do cliente.
- Permissão para alterar infraestrutura, Basis ou módulos funcionais fora do escopo fiscal.
- Substituição do contrato de suporte já existente com o integrador atual.
- Papel de decisão sobre arquitetura técnica ampla do sistema.
O escopo de acesso da DFSpro é delimitado à camada fiscal. Fora dela, não há solicitação de permissão, nem interesse em assumir responsabilidade que não é nossa.
Como o primeiro contato com o integrador atual é conduzido
A DFSpro não entra em um ambiente SAP por trás do integrador que já está lá. O protocolo padrão é de transparência: o cliente informa ao seu integrador atual que uma camada especializada de governança fiscal está sendo avaliada, e a DFSpro se apresenta a esse integrador descrevendo a mesma fronteira de responsabilidade do RACI acima.
A DFSpro não controla, e não promete controlar, a reação do parceiro atual à chegada de um novo fornecedor especializado. O que ela garante é clareza de escopo desde o primeiro contato, e não participar de conversas comerciais que envolvam o contrato do parceiro atual com o cliente.
Um cenário de coexistência
Um cenário comum, descrito de forma genérica, sem nome de cliente ou de integrador real: uma empresa industrial com múltiplas plantas mantém um contrato de suporte SAP amplo com um parceiro de infraestrutura, responsável por disponibilidade, atualizações e suporte funcional geral. Ao mesmo tempo, contrata a DFSpro especificamente para a governança do GUEPARDO Tax e para a validação contínua da parametrização fiscal.
No dia a dia, chamados de infraestrutura, performance ou módulos operacionais seguem para o parceiro de sempre. Chamados de divergência de apuração, mudança de regra fiscal ou ajuste de parametrização por conta de uma nova filial seguem para a DFSpro. As duas frentes não competem pelo mesmo chamado, porque tratam de camadas tecnicamente diferentes do mesmo ambiente.
O cenário acima descreve o mecanismo real de funcionamento entre a DFSpro e um integrador SAP, de forma genérica.
O que muda para o Technical Buyer interno
Para quem responde tecnicamente pelo ambiente SAP internamente, a pergunta real costuma ser outra: "isso significa que meu trabalho não está sendo suficiente?" A resposta é não, por construção. A governança fiscal contínua de um ambiente com GUEPARDO Tax exige acompanhamento próximo de mudanças regulatórias e tempo dedicado que, na maioria dos times internos, compete diretamente com prioridades de infraestrutura e projetos em andamento.
A DFSpro não entra para substituir essa função, entra para assumir uma fatia específica dela. O Technical Buyer interno ganha um segundo par de olhos técnico numa camada que raramente recebe atenção contínua suficiente, liberando espaço para focar no que já é prioridade dele: estabilidade e evolução do ambiente SAP como um todo.
Não é um julgamento sobre o time interno. É a diferença entre acompanhar a parametrização fiscal todos os meses e descobrir o problema durante o fechamento.
As perguntas que cada área vai fazer, respondidas
TI e Segurança da Informação
Vocês vão precisar de acesso amplo ao nosso ambiente SAP?
Não. O escopo de acesso é delimitado à camada fiscal.
Como fica a responsabilidade se algo quebrar após uma atualização geral?
Se a causa for infraestrutura, é do integrador; se for parametrização fiscal, é da DFSpro.
Nosso integrador atual vai ser informado?
Sim, sempre, como parte do protocolo padrão de entrada.
Procurement e Compliance
Existe sobreposição contratual de escopo com o parceiro atual?
Não. O escopo é um recorte técnico distinto, definido antes do início do trabalho.
É preciso romper ou renegociar o contrato existente?
Não. A adição da DFSpro não pressupõe alteração no contrato já vigente.
Isso aumenta o número de fornecedores sem redução em outro lugar?
É adição de uma camada especializada, não duplicação de escopo já coberto.
O próximo passo dentro desta jornada
Esta página tratou a coexistência com seu parceiro SAP atual sob os dois ângulos que normalmente travam essa decisão: o operacional/técnico (fronteira de responsabilidade, acesso, protocolo de entrada) e o comercial/financeiro (sobreposição de escopo, custo duplicado, aprovação de Compliance). Nenhum dos dois argumentos precisa ser lido de novo em outro lugar.
Para entender o processo completo de trabalho da DFSpro, incluindo o que acontece antes e depois da parametrização fiscal, veja Nossa Metodologia.
Integração e coexistência de fornecedores
01A DFSpro substitui o integrador ou parceiro SAP que já temos?+
Não. A DFSpro atua no recorte de governança fiscal e GUEPARDO Tax, tecnicamente distinto de infraestrutura e operação SAP geral.
02Precisamos encerrar ou renegociar o contrato atual para contratar a DFSpro?+
Não. A adição da DFSpro não pressupõe qualquer alteração no contrato já vigente com o parceiro de infraestrutura.
03Isso é uma parceria formal (co-sell) com integradores específicos?+
Não. Este texto descreve um protocolo de trabalho aplicável a qualquer integrador que o cliente já tenha, não um acordo comercial nomeado com uma integradora específica.
04Isso gera atrito com o time técnico interno que já cuida do SAP?+
O objetivo é o oposto: a DFSpro assume uma fatia específica de trabalho contínuo que raramente recebe atenção dedicada suficiente, liberando o time interno para o restante do ambiente.
05A DFSpro precisa de acesso administrativo ao nosso SAP?+
Não. O acesso é delimitado à camada fiscal (parametrização, regras de tributação, GUEPARDO Tax). A DFSpro não pede acesso administrativo geral nem permissão para alterar infraestrutura, Basis ou módulos fora do escopo fiscal.
06Como a responsabilidade é dividida se algo quebrar após uma atualização?+
Pela natureza da causa: se for infraestrutura, versão ou suporte funcional genérico de um módulo amplo, a responsabilidade é do integrador; se for parametrização fiscal, apuração ou governança do GUEPARDO Tax, mesmo dentro de módulos como FI, CO, MM ou SD, é da DFSpro. Essa fronteira (o RACI acima) é combinada com as duas partes desde o início, não decidida depois do incidente.
07Vocês conversam diretamente com o nosso integrador?+
Sim, como parte do protocolo padrão de entrada. A DFSpro se apresenta ao integrador atual descrevendo a mesma fronteira de responsabilidade, com transparência de escopo. Não entramos por trás de quem já está no ambiente.
08Isso aumenta o número de fornecedores sem reduzir em outro lugar?+
É a adição de uma camada especializada, não a duplicação de um escopo já coberto. A governança fiscal contínua raramente é o foco central de um contrato de integração amplo, então não há sobreposição real de trabalho, e sim uma fatia que costumava ficar sem dono dedicado.
09E se o nosso parceiro atual reagir mal à entrada de vocês?+
A DFSpro não controla, e não promete controlar, a reação do parceiro atual. O que ela garante é clareza de escopo desde o primeiro contato e a decisão de não participar de conversas comerciais que envolvam o contrato do parceiro com o cliente. A fronteira técnica clara costuma ser justamente o que reduz o atrito.
10Como começa, na prática, uma coexistência dessas?+
Pelo Diagnóstico Fiscal SAP, com a fronteira de responsabilidade comunicada ao integrador atual desde o início. O diagnóstico mapeia a camada fiscal sem tocar na infraestrutura, e a partir dele se define o escopo contínuo da DFSpro ao lado do parceiro que já está lá.
Segunda linha especialista em governança fiscal dentro do SAP
Sem substituir, sem sobrepor, sem duplicar custo. Uma camada fiscal delimitada, ao lado do parceiro que você já tem.