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Diagnóstico Fiscal SAP · Comitê de decisão

Treze pessoas decidem o fiscal no SAP. Cada uma sente a falha num lugar diferente.

O usuário final sente na nota rejeitada às 18h. O key user, na planilha que guarda a regra. O CFO, no imposto que só aparece depois do fechamento. A TI, no chamado que ninguém sabe de quem é.

A causa costuma estar no mesmo lugar: a parametrização e o desenho do ambiente fiscal. A DFSpro, especialista em fiscal no SAP e no GUEPARDO Tax, mostra onde o ambiente se afastou da decisão da empresa.

English version
Mapa do comitê

Quem participa da decisão sobre o fiscal no SAP

Treze cargos participam da decisão, em três anéis: decisão e patrocínio, avaliação técnica, controle e fase final.

Comitê de decisão

Onde dói

Treze cargos participam da decisão sobre o fiscal no SAP, e cada um sente a falha num ponto diferente.

O que muda

Um ambiente que mostra como calcula e prova o que executa, para cada cargo da mesa.

O que mudou

O calendário fiscal já tem data

Três datas valem para todos na sala. Muda quem sente primeiro. A transição da reforma segue até 2033, quando ICMS e ISS deixam de existir (EC 132/2023, ADCT art. 129).

2026

CBS e IBS já estão na nota

A nota de 2026 já destaca CBS de 0,9% e IBS de 0,1%, em caráter de teste. O que o SAP calcula agora vira histórico.

EC 132/2023, ADCT art. 125

2027

A CBS ganha alíquota de referência

O erro de parametrização que hoje é teste passa a ser imposto pago a mais ou a menos.

EC 132/2023, ADCT art. 127LC 214/2025, art. 18

31/12/2027

O SAP ECC sai da manutenção padrão

Depois dessa data, a extensão é opcional e cobre o ECC até 31/12/2030. Reforma e migração passam a dividir o mesmo calendário.

SAP Support, estratégia de manutenção do Business Suite 7
Quem sente a dor · Usuário final

Às 18h, a nota rejeitou e o caminhão ficou no pátio

Situação ilustrativa

18h

Você carregou o caminhão, emitiu a nota e a resposta veio com um código que ninguém na sala sabe explicar. A transportadora liga. O gerente pergunta quem lançou. Você abre a planilha, confere o imposto de novo e abre um chamado à TI, que só responde amanhã. O erro estava no cadastro e na regra que a nota usa, que não foram configurados para o seu caso.

O que pesa no dia

Lançamento manual

  • Você lança nota por nota, o dia todo, porque o cadastro e a regra não trazem o documento completo.
  • Você calcula a retenção de serviço na mão antes de lançar.
  • Você corrige à mão o mesmo erro de cadastro na semana seguinte.

Planilha e conferência por fora

  • Você mantém uma planilha paralela porque o seu caso não está configurado.
  • Você guarda print das notas aceitas para o caso de alguém perguntar depois.
  • Você descobre no fechamento que o número da nota não bate com o declarado.

Rejeição e prazo

  • A nota rejeita às 18h e o código não diz o que fazer.
  • Você perde o prazo de cancelamento ou descobre que a carta de correção não cobre o erro.
  • O chamado à TI espera na fila enquanto a transportadora espera você.

Regra que ninguém escreveu

  • A cada operação nova você pergunta CFOP, CST e NCM e ouve respostas diferentes.
  • O campo aceita o valor errado sem aviso, e cada lançamento sai com a dúvida de estar certo.

O que muda na rotina

Você lança menos e confere a exceção, não tudo. A nota entra com imposto e retenção calculados. A rejeição vem com explicação e roteiro. Cada operação nova tem uma regra escrita e testada, em vez de uma pergunta no grupo. Quando algo trava, você sabe a quem pedir e o que mudou.

Da rejeição à regra

  1. DiagnósticoMostra onde o lançamento é manual e de onde vem cada planilha e cada rejeição.
  2. ConfiguraçãoCadastros, regras de imposto, retenções e entrada de XML no SAP e no GUEPARDO Tax.
  3. ProvaCasos de teste com o resultado esperado e o resultado do sistema, lado a lado.
  4. RoteiroRejeição, cancelamento, carta de correção e contingência, com o prazo da regra vigente da sua UF.
  5. AMS FiscalCada mudança fica registrada com justificativa e chega até você.

Cada rejeição que se repete rastreada até o cadastro ou a regra que a causa.

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Quem sente a dor · Coordenadores e key users

Você é a única pessoa que sabe a regra, e o sistema ainda não sabe

Situação ilustrativa

Dia 2, 10h

A nota de ontem rejeitou e só você sabe por quê. Você abre a planilha, confere o cálculo, lança a correção na mão e escreve o chamado pela terceira vez para a TI entender. À tarde, treina de novo quem errou. Ninguém vê esse trabalho, porque ele só aparece quando você falta.

O que só você sabe

O que vive fora do sistema

  • Você lança nota a nota o que a parametrização correta geraria sozinha.
  • A planilha paralela guarda uma regra que não está parametrizada no SAP e no GUEPARDO Tax.
  • Você refaz por fora o cálculo do sistema porque não tem como provar que ele está certo.

Cadastro que chega errado

  • O NCM do material chega errado, e quem cadastrou já não está na empresa.
  • A nota do fornecedor chega e o cadastro dele não tem o regime ou a inscrição certos.
  • CFOP e CST chegam trocados na nota, e quem corrige é você.

Teste sem roteiro

  • Você escreve a regra fiscal três vezes até o chamado ser entendido pela TI.
  • Você homologa a correção sem roteiro, e o fechamento do mês vira o teste.
  • Cada nota SAP ou release pede uma regressão que ninguém planejou.

A regra mora em você

  • O ajuste manual no fim do mês faz o número fechar, e ninguém além de você sabe dizer por quê.
  • Você treina o usuário final e o mesmo erro volta no mês seguinte.
  • Se você sair de férias, o fechamento para.

O que sai da sua cabeça

Cada coisa que você faz por fora do sistema vira uma regra configurada e um teste que mostra que ela funciona. O caso que hoje você lança na mão passa pelo fluxo normal. A planilha deixa de ser a fonte da verdade e vira conferência pontual. O chamado sai com modelo, exemplo de nota e resultado esperado. A regressão tem roteiro. E a regra deixa de morar só na sua cabeça: outra pessoa consegue explicá-la, e você sai de férias.

Do ajuste manual ao teste

  1. LevantamentoOs casos lançados na mão e os ajustes recorrentes são listados com você, e fica claro o que falta na parametrização do SAP e do GUEPARDO Tax.
  2. ConfiguraçãoCada regra que vivia em planilha vira configuração, teste ou decisão da empresa.
  3. CadastroNCM, CFOP, CST e dados de fornecedor passam a ser barrados no cadastro, antes de parar a nota.
  4. ProvaRegressão fiscal pronta e reutilizável para cada nota SAP, release ou mudança da reforma, com nota de teste e resultado guardado.

Cada ajuste manual levantado e transformado em regra configurada e teste.

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Quem sente a dor · Gerente fiscal

Você fecha o mês duas vezes: uma no sistema, outra na planilha

Situação ilustrativa

Dia 4, 18h40

O arquivo do SPED voltou do validador com erro num campo que ninguém mexeu. A contabilidade pergunta por que o fiscal não bate com o razão. A diretoria quer saber se o mês fecha. Você abre a planilha de conferência, a mesma de todo mês, porque o número do sistema ainda não merece a sua assinatura.

O que muda no fechamento

O fechamento deixa de depender de quem lembra. A regra fica documentada, o cálculo da nota e o da apuração partem do mesmo cadastro, e o ajuste manual vira exceção com dono. O ambiente passa a mostrar como calcula, e a planilha de conferência deixa de ser a única conferência.

Onde o fechamento escorrega

Conferência por fora

  • Você confere em planilha o que o sistema já calculou, porque não consegue ver de onde veio o número.
  • O imposto que sai na nota é diferente do que entra na apuração, e a diferença tem sempre o mesmo formato.
  • O ajuste que faz o mês fechar não tem dono nem motivo registrado.

Calendário que não espera

  • A EFD-Reinf e a EFD Contribuições têm calendários próprios, e a mesma equipe alimenta as duas.
  • A retificação virou parte do calendário, não exceção.
  • ICMS-ST e DIFAL pedem ajuste manual: cada estado, uma regra e uma planilha de conferência.

Regra presa em pessoas

  • Uma pessoa só sabe por que a nota calcula daquele jeito.
  • Um chamado para a TI leva dias, porque ninguém sabe se é cadastro, regra ou desenvolvimento.
  • O benefício estadual existe na norma, mas a regra do sistema não o reflete por inteiro.

A pergunta da diretoria

  • A reforma de CBS e IBS chega e não há tempo, nem ambiente, para testar.
  • Quando a diretoria pergunta se está tudo bem, você responde “mais ou menos”.

Etapas até o número com origem

  1. OrigemCada diferença entre nota, apuração e escrituração ganha origem e é corrigida no cadastro, na regra ou na interface.
  2. ProvaCasos reais de ST, DIFAL, devolução, PIS e Cofins rodam antes do fechamento.
  3. DocumentaçãoCada regra com origem e motivo, para o conhecimento sair da cabeça de uma pessoa.
  4. ReformaCBS e IBS testados no ambiente antes de a nota rejeitada ensinar a lição.
  5. RelatórioUma nota para cada dimensão e um grau de severidade para cada achado, com a origem do número.

A diferença entre nota, apuração e escrituração rastreada até a origem.

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Quem assina · CFO

Quando o imposto só aparece depois que o mês fechou

Situação ilustrativa

Terça, 17h

A diretoria quer saber quanto de imposto sai neste mês e quanto de crédito vai voltar. Você pede ao fiscal. A resposta chega às 19h, em planilha, com uma ressalva: “ainda não fechamos”. O conselho vai ver esse número amanhã.

O que muda no que chega à diretoria

O fiscal passa a sair do sistema com a mesma regra da nota e da contabilidade. Você abre uma visão por CNPJ, tributo e mês, e ela é comparada com o razão. A pendência de documento aparece na semana em que nasce. O crédito tem abertura e o caixa o enxerga. Toda alteração de parâmetro traz o motivo anotado. A tese segue sendo da empresa; o ambiente passa a cumpri-la e a deixar prova disso.

Do achado ao caixa

  1. Diagnóstico Fiscal SAPMostra onde a configuração do ambiente produz o número que você não aceita, com nota de 1 a 100 e severidade por achado.
  2. ConfiguraçãoNo SAP e no GUEPARDO Tax, alinha regra da nota, apuração e contabilidade, e traz para o sistema o caso que hoje vive em planilha.
  3. ProvaAs regras que movem o caixa rodam em cenário, e o que saiu fica guardado ao lado do que deveria sair.
  4. Reforma e split paymentAntes de 2027, a entrada de notas e a conciliação de recebimento passam em teste com CBS e IBS.
  5. AMS FiscalO registro de mudanças e o relatório periódico mantêm o número estável depois da entrega.

O que falta no número

Sem visão total

  • Você pergunta o fiscal do grupo e recebe uma planilha por filial, nunca uma visão única.
  • O total por CNPJ não bate com o total por tributo, e ninguém explica a diferença sem abrir nota.
  • O número que vai ao conselho vem de uma planilha que outra pessoa montou.

Sem controle em tempo real

  • Você só sabe o imposto depois da apuração, e decide preço e caixa no meio do mês sem ele.
  • Nota pendente ou rejeitada aparece no dia do fechamento, quando já atrasou o balanço.
  • O caixa previsto muda quando o fechamento reabre, e a diretoria já decidiu em cima do primeiro número.

Sem confiança no número

  • O imposto da nota é um, o da apuração é outro, e alguém refaz a conta por fora.
  • O saldo fiscal e o saldo contábil divergem no fechamento, sem explicação pronta.
  • A provisão chega do jurídico sem uma base que você consiga abrir.

Caixa preso

  • O crédito acumulado está no balanço, e ninguém sabe quando nem como ele vira caixa.
  • Um benefício do seu caso não está parametrizado, e a empresa paga o padrão.
  • O split payment e o ressarcimento de CBS e IBS ainda não têm lugar na previsão de caixa.

Imposto por CNPJ, tributo e mês, com nota e severidade por achado.

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Quem assina · Controller

O saldo de imposto do balanço que você não consegue explicar

Situação ilustrativa

Segunda, 9h30

O auditor pergunta por que a conta de imposto a recuperar tem um saldo e a apuração tem outro. Você sabe que o ajuste de março explica parte. O resto, só abrindo nota. O fechamento já passou do dia e o fiscal ainda não liberou a apuração.

Onde o saldo não fecha

Razão e apuração que não se falam

  • O crédito da apuração não é o mesmo da conta do balanço, e a ponte entre os dois é feita à mão.
  • Você olha a partida de imposto e não volta até a nota que a gerou.
  • O imposto de uma operação cai numa conta que você não escolheu.

Conciliação em planilha

  • A conciliação de PIS e Cofins mora numa planilha que só uma pessoa entende.
  • A conta transitória de imposto acumula, e ninguém explica o saldo antigo.
  • Há ajuste manual de fechamento sem dono e sem motivo escrito.

Fechamento que espera o fiscal

  • A apuração do fiscal define o dia do fechamento, e o balanço espera.
  • O SPED volta com erro e o ajuste contábil entra fora do período.
  • O mapeamento das contas para o plano referencial fica fora do cadastro.

Número que não se testa

  • A provisão vem de um número que você não consegue testar contra o sistema.
  • O relatório de carga tributária é uma planilha montada com três fontes.
  • CBS e IBS ainda não têm conta nem conciliação desenhadas.

O que muda no balanço

A nota, a apuração e o razão passam a seguir a mesma regra. Cada lançamento de imposto leva a referência da nota, e o ajuste que sobra tem dono e motivo. A conta transitória zera pela regra. O relatório de carga tributária sai do sistema e é comparado com o razão. A escrituração é simulada antes do fechamento, e a reforma entra no plano de contas antes de pesar no resultado.

Do razão à apuração

  1. DiagnósticoMostra onde a determinação de conta e o código de imposto separam o razão da apuração, com severidade por achado.
  2. ConfiguraçãoLiga nota, apuração e conta contábil, do SAP ao GUEPARDO Tax, e põe no sistema o ajuste que hoje é manual.
  3. ProvaCada caso de contabilização roda em teste, e o lançamento obtido fica arquivado junto do previsto.
  4. ReformaContas, códigos e conciliação de CBS e IBS desenhados e testados antes do volume chegar.
  5. AMS FiscalO registro de mudanças com justificativa mantém o saldo explicável depois da entrega.

Cada saldo de imposto do balanço ligado à nota e à apuração que o gerou.

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Quem assina · Diretor fiscal

A tese está decidida. Você sabe se o sistema a executa?

Situação ilustrativa

Quarta, 8h

A intimação chegou com prazo curto: pede livro, arquivo e a justificativa de uma operação de três anos atrás. A equipe sabe o que a empresa decidiu sobre a tese. Ninguém sabe dizer se o sistema fez o mesmo, em todas as filiais, naquele período.

O que a assinatura não enxerga

Assinar sem enxergar

  • Você assina a posição fiscal sem enxergar quais regras o sistema aplica hoje, por UF, operação e CNPJ.
  • A tese está decidida e documentada, mas ninguém prova que as notas saem do jeito decidido.
  • A mesma operação calcula diferente em duas filiais.
  • O benefício estadual existe no papel, mas ninguém prova em quais notas a regra se aplica.

Mudança sem rastro

  • A norma mudou e ninguém sabe dizer quando o sistema mudou junto.
  • O consultor que parametrizou saiu e levou o motivo de cada regra.
  • A intimação pede prova que só uma extração pedida à TI consegue dar.

Gestão do risco

  • Para ver o fiscal do grupo, a equipe junta planilhas de cada unidade.
  • O relatório de exposição para a diretoria é montado à mão, todo mês.
  • Sua equipe passa o mês corrigindo nota e não sobra tempo para olhar risco.
  • A transição da reforma se estende até 2033 (ADCT, EC 132) e não tem dono, escopo nem orçamento definido.

O que muda na posição fiscal

O ambiente passa a se explicar. Você abre a lista do que o sistema aplica, por UF, operação e CNPJ, e compara com a tese que a empresa decidiu. Cada mudança de regra ganha data e justificativa. A resposta a uma intimação pode partir de um relatório pronto. A reforma ganha escopo definido a partir do que o sistema contém. A tese é da empresa; o sistema passa a aplicá-la em cada UF, operação e CNPJ, com prova de aplicação.

Da tese à prova

  1. DiagnósticoCompara a tese com o que o ambiente executa e classifica cada diferença por severidade.
  2. ConfiguraçãoAlinha filiais e UFs no SAP e no GUEPARDO Tax, e carrega benefício e regime especial como regra.
  3. ProvaCada tese que pesa na assinatura vira cenário executado, com o valor previsto e o apurado lado a lado.
  4. ReformaO ambiente é inventariado, e a entrada e a saída de notas com CBS e IBS passam em teste.
  5. AMS FiscalA posição fica estável depois da entrega: cada mudança de regra tem data, autor e justificativa.

A tese da empresa comparada com o que o ambiente executa, por UF, operação e CNPJ.

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Tecnologia · CIO

O chamado fiscal “urgente” que fura a fila do seu roadmap

Situação ilustrativa

Quinta, 18h

O diretor fiscal liga: a nota não autoriza e o faturamento da filial parou. A equipe que ia fechar a entrega do trimestre muda de rota. Na sexta, o comitê pergunta por que o projeto atrasou. Você sabe a causa, mas não tem como mostrar o quanto o fiscal pesa na fila.

O que muda no roadmap

O fiscal passa a ter dono, régua e roteiro. Cada chamado entra com classe e severidade, e a causa que se repete é corrigida na configuração. O que é Z no fiscal fica listado, com função e destino. O escopo fiscal da conversão do ECC e da reforma entra no seu plano com esforço e janela de teste. Cada mudança chega à produção com prova.

Do chamado ao roteiro

  1. DiagnósticoA causa dos chamados repetidos fica mapeada por severidade, e o fiscal deixa de disputar a fila.
  2. InventárioO que é próprio no fiscal, com dono e função, antes de converter ou atualizar.
  3. ProvaRoteiro de teste fiscal por documento e por versão de nota técnica, com resultado registrado.
  4. ResponsabilidadeMatriz entre TI, fiscal, integrador e fornecedor do software, com a regra documentada e entregue.
  5. ContingênciaAlerta e roteiro para o documento parado, e a janela de mudança do fiscal combinada com o financeiro.

O que a fila esconde

Fila sem régua

  • Todo chamado fiscal chega como urgente, e você não tem régua para dizer qual é.
  • Cada fornecedor devolve o problema para o outro, e você fica no meio.
  • A janela de mudança do fiscal disputa com a do financeiro, e o fechamento do mês decide quem cede.

Custo que ninguém soma

  • O fiscal foi entregue como projeto e voltou como projeto emergencial dois meses depois.
  • Ninguém soma o custo mensal de sustentar o fiscal entre equipe, integrador e consultoria.
  • A parada de faturamento é risco seu, e não está no seu registro de riscos.

Roadmap travado

  • A customização Z do fiscal trava o upgrade, e ninguém sabe o que cada objeto faz.
  • A data do ECC está no calendário; o escopo fiscal da conversão, não.
  • A reforma entrou por cima de um roadmap que já estava cheio.
  • A mudança de parametrização tem o transporte, e não o porquê.

O escopo fiscal da conversão e da reforma, com esforço e janela de teste.

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Tecnologia · Gerente de TI SAP

O chamado P1 chega às 19h e você não sabe se é do fiscal ou da TI

Situação ilustrativa

Segunda, 19h

A nota rejeitou, a expedição parou e o chamado chega marcado como P1. O fiscal diz que o sistema errou. Você subiu um transporte ontem, mas não sabe se foi ele. Ninguém tem o resultado esperado da regra.

O que o chamado não diz

Chamado sem dono

  • O chamado nasce sem classificação, e você gasta a noite descobrindo se é cadastro, regra, interface ou código.
  • No fechamento tudo é P1, e o que é crítico espera atrás do que é barulhento.
  • A interface cai e a reunião começa com “isso é meu ou é do fiscal?”.
  • A rejeição de NF-e que se repete virou a sua fila de incidentes.

Mudança sem teste

  • O fiscal pede mudança em uma frase e você não tem como validar se a regra está certa.
  • O transporte fiscal sobe sem teste de regressão, e o fechamento é o teste.
  • A nota da reforma e o release do GUEPARDO Tax entram sem roteiro nem inventário do que foi aplicado.
  • A qualidade não tem massa de teste fiscal e deixa passar o que a produção rejeita.

Acesso e pessoa

  • O ABAP fiscal em Z tem um dono só, e ele pode sair.
  • O mesmo perfil altera o código de imposto e libera a obrigação.
  • A parametrização não tem documento, e você explica à auditoria abrindo a tela.

O que muda no transporte

O chamado fiscal chega com a chave do documento, o erro e o dono. A mudança chega com caso e resultado esperado, e você valida contra isso. Cada transporte fiscal sobe com os casos de regressão executados. A qualidade reproduz a produção. A regra deixa de morar na cabeça de uma pessoa. A TI implementa o que o fiscal decidiu e mostra que funcionou.

Do chamado à regressão

  1. DiagnósticoSepara o que é regra, dado, interface e código, com severidade por achado.
  2. ProvaSuíte mínima de regressão para transporte, nota da reforma e release do GUEPARDO Tax, com resultado esperado e obtido guardados.
  3. ConfiguraçãoMassa de teste na qualidade, interface mapeada por documento, perfis e parametrização documentados.
  4. ReformaDocumento de entrada de teste processado no cockpit sem erro antes de ir para produção.

Chamados fiscais classificados por causa, e regressão para cada transporte.

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Tecnologia · Influenciador técnico

A regra está lá, funciona, e você não sabe por quê

Situação ilustrativa

Sexta, 14h

O gerente passa na sua mesa: “Por que este imposto saiu diferente nesta nota?” A regra já estava no ambiente quando você chegou, e não há documento que diga quem a criou nem por quê. Você abre a tela, testa duas notas parecidas e o resultado muda de uma UF para outra. A resposta tem de sair até segunda.

O que muda na investigação

Cada regra ganha uma ficha com o motivo, a decisão da empresa e o teste que prova. A pergunta “é cadastro, regra ou código?” passa a ter resposta com cenário, resultado esperado e resultado obtido. O diagnóstico traz nota por dimensão e severidade por achado, e a reforma chega com o mapa do seu ambiente.

O que o ambiente não documenta

Herança sem manual

  • Você herdou uma parametrização sem documentação e responde por ela.
  • Toda investigação começa por tentativa, porque o ambiente não diz quais regras estão ativas.
  • Você não sabe separar o que é padrão do que alguém customizou.

Regra ativa e prova

  • A pergunta “qual regra está ativa em cada UF?” leva dias, porque ninguém tem a lista.
  • Quando perguntam se a causa é cadastro, regra ou código, falta o cenário que prove.
  • Cada mudança é testada de um jeito, por quem estiver disponível.

Tradutor do comitê

  • Você traduz o fiscal para a TI e a TI para o fiscal, e a análise fica para depois.
  • Todo mundo pergunta para você, e o conhecimento sai de você sem virar documento.
  • Programas Z de fiscal que só um desenvolvedor lê seguram a próxima mudança de lei.

A reforma na porta

  • A diretoria vai perguntar quanto custa antes de você terminar de ler a nota técnica.
  • A nota de entrada com CBS e IBS cai porque o pedido tem a condição e o XML não.

Do cenário à ficha

  1. DiagnósticoEquipe sênior, regra por regra: nota por dimensão e severidade por achado, com o cenário de cada regra crítica.
  2. ProvaCada cenário crítico executado, com esperado e obtido guardados.
  3. ConfiguraçãoO que vive em código ou em planilha passa para regra documentada no SAP e no GUEPARDO Tax, quando a empresa decide assim.
  4. ReformaInventário do ambiente e teste de nota de entrada e de saída com CBS e IBS antes de a pergunta chegar.
  5. AMS FiscalCada regra nova entra com dono e motivo, e o relatório periódico mostra o que mudou no ambiente.

Uma ficha por regra do ambiente, com o cenário que prova o que o sistema faz.

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Controle · Compras

A fatura travou na MIRO e o fornecedor ligou para você

Situação ilustrativa

9h30

O fornecedor liga: a fatura está retida e o prazo de pagamento passou. Você abre a tela e vê “diferença de imposto”. Foi o pedido, o XML ou o cadastro? Ninguém no andar sabe responder rápido. O fiscal diz que é do pedido, você diz que é do cadastro. O fornecedor continua esperando.

Onde o pedido erra

O pedido nasce sem regra

  • O código de imposto do pedido é escolhido de memória ou copiado do último.
  • Compra para uso e consumo, revenda ou industrialização é lançada de um jeito no pedido e de outro na apuração.
  • A retenção de serviço é calculada pelo tipo de serviço que alguém escolheu sem critério.

O erro aparece tarde

  • O erro só aparece na MIRO, quando o fornecedor já entregou.
  • O XML traz NCM, CST ou ST diferente do pedido, e o item fica parado.
  • O fornecedor cobra você, e não o fiscal, por uma retenção que não é de preço.
  • O DIFAL de uso e consumo é lançado à mão no fim do mês.

Cadastro e crédito

  • O fornecedor está cadastrado sem regime, sem a condição de contribuinte de ICMS ou com CNAE errado.
  • Crédito de ICMS, PIS e Cofins se perde por pedido mal classificado.
  • A escolha do fornecedor muda o crédito de ICMS, PIS e Cofins, e o efeito só aparece na apuração.
  • Chega nota com CBS e IBS que o pedido ainda não tem, ou o contrário.

O que muda no pedido

O pedido nasce com o imposto determinado pela regra do seu ambiente. O cadastro do fornecedor só fica completo quando traz os campos que o imposto usa. Quando a nota diverge do pedido, o motivo e o responsável já aparecem, e a fatura não espera a conversa entre áreas.

Do pedido à nota

  1. MapaComo o imposto do pedido é determinado hoje e o que o cadastro do fornecedor entrega.
  2. ConfiguraçãoRegra por categoria de material, operação e retenção de serviço.
  3. ProvaPedidos e notas de entrada reais testados, inclusive com os campos da reforma.
  4. RegistroA regra, quem decide e o resultado dos testes ficam registrados.

Escopo, exclusões e entregáveis em três páginas.

Baixar o checklist de compras
Controle · Jurídico e compliance

O parecer está assinado. Falta provar o que o sistema fez na data do fato

Situação ilustrativa

Quinta, 16h

O escritório pediu a regra como estava na data do fato. O prazo da impugnação corre, o parecer está assinado e o fiscal responde por e-mail que vai “ver o que dá para reconstituir”. Você sabe a posição da empresa. Não sabe o que o sistema fazia naquele dia.

O que não se prova depois

Tese sem prova no sistema

  • O parecer está assinado, mas ninguém prova que as notas do mês foram calculadas como ele manda.
  • A tese vale para uma classe de operações, e a regra do sistema vale para uma lista de cadastros.
  • A decisão judicial entrou como ajuste por e-mail, sem número de processo, sem data e sem condição de saída.
  • O entendimento mudou em março, e ninguém sabe em qual nota o sistema passou a aplicar o novo critério.

Prova que não existe na data

  • O advogado pede o arquivo, o log e a regra vigente na data do fato, e só existe a regra de hoje.
  • A TI quer liberar espaço, o fiscal quer guardar tudo, e ninguém fixou o prazo de guarda por tipo de registro.
  • O erro foi achado depois que a fiscalização começou, e não há registro de quando ele nasceu.

Contrato e política

  • O contrato com a consultoria diz “parametrização fiscal” e não separa configuração, prova e decisão tributária.
  • O chamado de configuração fica sem dono: o parceiro espera pedido formal e o contrato não prevê.
  • A política de compliance cita controles que o ambiente não consegue mostrar.

O que muda na prova

A prova passa a nascer junto com a regra. Cada tese da empresa tem, no sistema, uma regra com data de início, dono e condição de saída, e uma amostra de notas que mostra o resultado. O arquivo e a regra vigente na data passam a ser guardados daqui para frente. O erro aparece em teste, antes de alguém de fora. A decisão tributária fica com a sua empresa, e cada nota passa a carregar a prova de que o sistema a executou.

Do parecer ao dossiê

  1. DiagnósticoLiga cada tese informada pela empresa à regra do ambiente e classifica o que não fecha por severidade.
  2. ProvaAs regras com efeito jurídico rodam em teste, inclusive a que nasce de decisão judicial, com a data em que entra e sai do ambiente.
  3. Dossiê de provaO caminho do número, do documento até o lançamento, com origem, data e dono, e a política de guarda combinada com o jurídico.
  4. AMS FiscalCada ajuste anotado com o porquê e um relatório na periodicidade do contrato, para que o contrato tenha entregável que se cobra.

O que a empresa decide e o que a configuração executa, separado por escrito.

Baixar a fronteira da decisão
Controle · Auditoria interna

O controle fiscal está no papel. No sistema, ninguém sabe onde ele roda

Situação ilustrativa

Quarta, 15h

Você pede a evidência do ajuste de apuração de março. Recebe uma planilha com o total certo e uma pergunta sem resposta: quem aprovou, e por quê? O comitê se reúne na semana que vem e o auditor externo já tem o mesmo ponto no relatório preliminar dele. É o terceiro ano.

O que muda no controle

Cada controle passa a existir no ambiente, não na memória de alguém. O ajuste exige motivo e origem. A mudança de parametrização tem dono, teste e justificativa. A evidência sai do sistema, com data, e você reperforma o que o fiscal fez. O comitê recebe notas e severidades que se comparam de um trimestre para o outro. O auditor passa a testar o comportamento do sistema, não a tese da empresa.

Onde o controle não alcança

Controle que depende de memória

  • O controle está na matriz de risco, e no sistema ele depende de uma pessoa lembrar.
  • O ajuste manual de apuração existe todo mês e não tem motivo nem aprovador registrado.
  • O controle compensatório está na ata e não gera relatório.

Mudança e acesso sem rastro

  • A parametrização fiscal muda, e ninguém diz quem mudou, quando e por quê.
  • Quem parametriza o imposto também lança e libera a guia, e a matriz de acesso não mostra.

Evidência frágil

  • A amostra pequena passa, e o mês tem milhares de notas.
  • A evidência chega em planilha e print, com o horário cortado.
  • Entre a nota, a apuração, o livro e o razão, cada salto tem uma pessoa e um Excel.

O comitê e o auditor externo

  • O mesmo achado fiscal reaparece no relatório do auditor externo, ano após ano.
  • O comitê pede métrica do risco fiscal e da reforma CBS e IBS e recebe narrativa.

Do controle ao relatório

  1. DiagnósticoCruza cada controle declarado com o que está configurado e dá nota e severidade a cada lacuna.
  2. ConfiguraçãoAjuste, mudança de regra e acesso crítico passam a deixar rastro por construção.
  3. ProvaTestes fiscais mostram o comportamento esperado contra o observado, inclusive para CBS e IBS.
  4. AMS FiscalRegistro de mudanças com justificativa e relatório periódico de exceções, que se repete trimestre a trimestre.

Cada mudança com data, justificativa e aprovador, num relatório de ciclo.

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Quem leva ao comitê · Patrocinador interno

Você sabe que o problema existe. Falta o número que o comitê aceita

Situação ilustrativa

Terça, 11h

Há dez minutos na pauta do comitê. O CFO pergunta pelo efeito no caixa, a TI pelo que vai mexer e o jurídico pelo que fica provado. Há a história de todo mês e uma planilha que a equipe montou. Alguém pergunta de onde vem o número.

O que chega ao comitê

Falta o número

  • O problema aparece todo mês e não há o número que prova.
  • O número que chega ao comitê vem de uma planilha, e a primeira pergunta é sobre a origem.
  • Depois da aprovação, falta o ponto de partida para mostrar o que mudou.

Três áreas, uma falha

  • O CFO pergunta pelo caixa, a TI pelo que muda no ambiente e o jurídico pelo que fica provado.
  • A dor fiscal chega à diretoria como “problema do fiscal”, e a causa na configuração não aparece.
  • Fiscal e TI descrevem o mesmo erro de formas diferentes.
  • Não existe a lista do que a reforma vai mexer no ambiente.

Projeto e fechamento

  • O tema volta à pauta a cada fechamento, sem saber o tamanho nem o efeito.
  • Um projeto anterior terminou em documento, e nada mudou no sistema.
  • O fechamento não para, e acompanhar um projeto compete com ele.

O que o comitê recebe

O comitê recebe um retrato do ambiente: nota por dimensão, severidade por achado, a prioridade de cada frente e o que depende de decisão da empresa. Fiscal e TI passam a olhar a mesma evidência. Depois da entrega, a nota de antes e a de agora ficam lado a lado.

O que o diagnóstico entrega

  1. Diagnóstico Fiscal SAPMapeamento, análise, priorização e apresentação final, com equipe sênior e entrevistas curtas que cabem no fechamento. A duração de referência é de 5 a 8 semanas, confirmada no início conforme CNPJs, versão do SAP e obrigações.
  2. Nota e severidadeNota de 1 a 100 em três dimensões e quatro níveis de severidade: Crítico, Alto, Médio e Monitorar.
  3. ProvaCada achado tem um cenário que fiscal e TI conseguem ver.
  4. ReformaCom o inventário do ambiente em mãos, a resposta a “estamos prontos?” vira uma lista.
  5. AMS FiscalO que foi corrigido continua corrigido, e o relatório de cada ciclo mostra a nota de agora.

Resumo executivo de uma página: retrato do ambiente e a nota das três dimensões.

Baixar o resumo executivo
O kit do comitê

Sete documentos prontos para cada pessoa do comitê

Sete documentos em PDF e o guia básico, cada um para uma dúvida do comitê.

Guia Básico de Governança Fiscal

Onze domínios do ambiente fiscal no SAP e no GUEPARDO Tax, cada um com os pontos que o diagnóstico examina e os cargos que mais se interessam por ele.

Cargos

Todo o comitê.

Baixar PDF · 18 páginas · 525 KB

Resumo executivo de uma página

Uma página para quem tem cinco minutos: o retrato do ambiente, as três dimensões e a primeira decisão pedida ao comitê.

Cargos

CFO, Controller, Diretor fiscal.

Baixar PDF · 1 página · 155 KB

Ficha técnica para TI SAP e GUEPARDO Tax

O que o diagnóstico lê no SAP e no GUEPARDO Tax, com quais acessos e em quais ambientes, sem gravar nada no sistema.

Cargos

CIO, Gerente fiscal, Gerente de TI SAP, Influenciador técnico.

Baixar PDF · 3 páginas · 187 KB

Checklist de compras

Escopo, exclusões, entregáveis, o que o cliente fornece, confidencialidade, LGPD e prazo conforme o contrato, para comparar propostas.

Cargos

CFO, Compras, Jurídico e compliance.

Baixar PDF · 3 páginas · 182 KB

Fronteira da decisão tributária

Em duas colunas, o que a empresa decide e o que fica no escopo do contrato. Responde a quem decide o quê.

Cargos

Auditoria interna, CFO, Diretor fiscal, Gerente de TI SAP, Jurídico e compliance.

Baixar PDF · 3 páginas · 189 KB

Calendário do ciclo e do fechamento

As semanas do diagnóstico sobre o calendário de fechamento e os passos do ciclo de governança, com periodicidade em contrato.

Cargos

CIO, Controller, Coordenadores e key users, Gerente fiscal, Gerente de TI SAP, Usuário final.

Baixar PDF · 4 páginas · 235 KB

Exemplo de relatório de ciclo

A estrutura do relatório de ciclo do AMS Fiscal: estado do ambiente, mudanças com justificativa e aprovador, e pendências.

Cargos

Auditoria interna, CFO, Controller, Diretor fiscal, Gerente fiscal.

Baixar PDF · 5 páginas · 261 KB

Patrocinador interno: o que leva ao comitê

O fato que motiva o pedido, o esforço pedido à empresa, o que o diagnóstico entrega e o que fica com a decisão da empresa.

Cargos

Controller, Gerente fiscal, Gerente de TI SAP, Patrocinador interno.

Baixar PDF · 3 páginas · 192 KB

Perguntas frequentes

Perguntas sobre o Diagnóstico Fiscal SAP

01Quem precisa participar da decisão de contratar um Diagnóstico Fiscal SAP?+

Em geral, treze papéis, do CFO ao usuário que opera o dia a dia, mais o patrocinador interno que leva o tema. Nem todos assinam, mas todos influenciam. A empresa define quem decide.

02O que o patrocinador interno leva ao CFO?+

O pedido é analisar o ambiente antes de decidir qualquer projeto. O esforço da empresa é um ponto focal no fiscal, acesso de consulta ao SAP e entrevistas curtas. A duração de referência é de 5 a 8 semanas, confirmada no início conforme CNPJs, versão do SAP e obrigações, e o resumo executivo cabe numa página.

03O que cada área precisa fornecer durante o diagnóstico?+

Uma pessoa de referência no fiscal, um acesso de consulta ao SAP e conversas rápidas com quem opera faturamento, recebimento e fechamento. A TI indica quem conhece cada interface. Ninguém precisa montar equipe dedicada.

04O que o comitê recebe ao final do trabalho?+

O sumário executivo de uma página, o mapa de calor por frente, a nota por dimensão, a matriz de achados com evidência e o plano de prova. Cada achado traz dono sugerido, e o comitê escolhe entre corrigir, aceitar ou monitorar.

05A TI precisa liberar acesso de escrita ao SAP?+

Não. O diagnóstico pede acesso de leitura, e nenhuma correção é aplicada sem decisão da empresa. Quando houver correção, ela segue a rotina de transporte da própria TI, com teste fiscal documentado.

06Compras pode comparar a proposta da DFSpro com outras?+

Pode, e o checklist de compras existe para isso: escopo, exclusões, entregáveis, o que o cliente fornece, confidencialidade e prazo conforme o contrato.

07O relatório é um parecer jurídico?+

Não. Parecer jurídico, decisão sobre tese tributária e auditoria fiscal formal estão fora do escopo. O relatório marca os pontos que dependem de interpretação e os devolve ao Jurídico e à diretoria.

08Vale a pena fazer o diagnóstico se já temos GUEPARDO Tax?+

Vale. O diagnóstico cobre o SAP e o GUEPARDO Tax juntos e mostra se as regras em uso ainda refletem a operação. A parametrização envelhece com a lei e com o negócio, e isso interessa a quem já tem o produto.

09Já temos um integrador SAP. Onde a DFSpro entra?+

Na regra fiscal, acima do que já existe. O escopo é dividido por escrito: a plataforma segue com o integrador, e a regra fiscal e o critério de aceite fiscal de cada entrega ficam com a DFSpro. Nada é reimplantado, e o diagnóstico usa acesso de leitura.

10E se o comitê decidir não fazer nada depois do diagnóstico?+

É uma resposta possível. A recomendação final pode ser apenas monitorar, e qualquer correção é contratada à parte. O risco aceito fica registrado, com o gatilho que o reabre.

11Como a Auditoria acompanha o ambiente depois do diagnóstico?+

Pelo AMS Fiscal, quando a empresa decide mantê-lo. Cada ajuste é registrado com justificativa e aprovador, e um relatório por ciclo resume o estado, as mudanças e as pendências, na periodicidade do contrato.

12Dá para começar por um recorte menor do que o ambiente inteiro?+

Dá. O diagnóstico pode ser por tributo, por processo, dados mestres, pré-migração, pré-reforma, pós go-live, crédito e caixa ou M&A. O recorte é definido na conversa inicial, a partir do que mais pesa para o comitê.

13Quem opera a rotina precisa mudar o que faz durante o diagnóstico?+

Não. O trabalho não instala ferramenta nem altera a rotina. Coordenadores e key users dedicam algumas horas a entrevistas. Qualquer mudança vem depois, por decisão do comitê, com o impacto explicado antes.

14Como contratar o Diagnóstico Fiscal SAP?+

Pelo formulário de contato. Para uma primeira avaliação do ambiente, há a avaliação de prontidão online. O recorte do diagnóstico é definido na conversa inicial.

Próximos passos

Diagnóstico Fiscal SAP para o comitê inteiro

Nota de 1 a 100 em três dimensões, severidade em quatro níveis por achado e a prioridade de cada frente, com a evidência de cada conclusão. A decisão tributária é sempre da empresa.

Ver o Diagnóstico Fiscal SAP completo

O escopo considera

  • A versão do SAP
  • Quantos CNPJs operam nele
  • Se há GUEPARDO Tax
  • As obrigações do período