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Fóruns / Apuração, cálculo e parametrização fiscal no SAP

Como definir o escopo de um projeto de parametrização fiscal que envolve vários tributos no SAP?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Uma questão só: estamos começando um projeto de parametrização fiscal que envolve ICMS, PIS, Cofins e ISS ao mesmo tempo, em SAP. Acabei de assumir a área, vindo de distribuidora, e preciso dividir isso em entregas. Então, segundo o que li, cada tributo pede uma prova diferente. Minhas dúvidas:

  1. como dividir o escopo em entregas;
  2. como provar cada tributo separadamente;
  3. como não misturar configuração com decisão de tese.

Atualização:

Obrigado. Vou unir as ideias: dado mestre e contas primeiro, depois um tributo por vez, cada um com as camadas de teste e um paralelo contra o que já foi entregue. Toda dúvida de enquadramento vira pendência com dono. Falta uma pergunta: como deixar escrito quem decidiu cada ponto de tese?

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Divida em entregas com prova e separe configuração de decisão de tese:

  1. base comum: dado mestre, classificação e contas;
  2. um tributo por entrega, com prova em documento real;
  3. seis camadas de teste, até o primeiro fechamento em produção;
  4. paralelo contra o que já foi entregue, onde fizer sentido;
  5. pendência de tese com dono e data, decidida e registrada pelo cliente.

A consultoria desenha, configura e prova o comportamento do sistema; a decisão tributária é do cliente. Mais em cálculo de impostos na localização Brasil do SAP. Confirme com o tributário da empresa cada ponto de enquadramento.

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Complemento sobre prova por tributo. Então, por experiência de quem veio de outro setor, o que ajudou foi um paralelo contra o que já foi entregue: notas dos últimos meses rodadas no desenho novo e comparadas com a apuração escriturada. Pelas notas de projeto, em IRPJ, CSLL e ECF o paralelo contra o exercício já entregue faz parte do método. Vale como padrão, não como regra para todos os tributos.

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Discordo de dividir só por tributo no começo. Como de costume, né, vira quatro mini projetos que não conversam. ICMS, PIS, Cofins e ISS dividem cadastro, classificação e contabilização. Eu começaria pelo comum: dado mestre, classificação e contas. Só depois abriria por tributo. E a tese aparece cedo: se o cliente ainda não decidiu um enquadramento, a entrega daquele ponto fica pendente de decisão, e isso entra no plano como pendência com dono e data.

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Sem pressa, é: divida por tributo e por ordem de dependência, não por tela. Cada entrega termina com prova em documento real, não com a palavra "configurado".

Pelas notas de projeto que conheço, na integração com FI vale medir o que está em uso antes de propor e provar com documento real. Sobre tese: o sistema executa a decisão que o cliente tomou, e essa decisão vem por escrito.

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Outro jeito: dividir também por camada de teste, não só por tributo. Meu alerta, tá, é que a camada é o que mais se esquece. As notas de projeto listam estas:

  • técnico, pela consultoria;
  • integrado, pelo cliente com apoio;
  • regressão;
  • contábil;
  • homologação do cliente, que inclui a interpretação tributária;
  • primeiro fechamento em produção.

Cada tributo passa pelas seis, e o plano mostra em qual está.

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