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Fóruns / Apuração, cálculo e parametrização fiscal no SAP

Como definir quem aprova uma mudança fiscal urgente no SAP?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Deixa eu montar o quadro: houve uma alteração urgente em produção e ninguém tinha claro se a autorização cabia ao tributário, ao controller ou à equipe técnica. Acabou em debate comprido no meio do fim de mês.

Como vocês decidem quem autoriza uma mudança com pressa? Existe norma escrita, ou vai quem estiver por perto?


Atualização:

Anotado, a sacada é separar pedido, checagem e liberação, e gravar isso no pedido. Vou levar ao comitê a escala com reserva e a regra das duas assinaturas para o que mexe no cálculo, e a equipe toda pode começar com o modelo.

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Fechando: quem autoriza mudança com pressa precisa estar definido antes da pressa chegar. A conversa desenhou três partes: pedido, checagem e liberação separados; escala com nome e reserva; e registro do motivo e de quem checou. A palavra final sobre a regra cabe à área tributária da empresa. Para estruturar essa governança no dia a dia, veja o AMS Fiscal consultivo de governança.

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Discordo um pouco das duas assinaturas. Do lado da auditoria, a segunda assinatura, então, batendo o olho, parece controle, mas, no dia do problema, quem assina sem ler é justamente quem vem depois. Prefiro um responsável claro e um registro que mostre o que foi checado.

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Acrescento um cuidado de desenho. Quando a escala aprova pelo sistema, o registro deve mostrar o que foi verificado, senão o histórico vira só o nome de quem clicou. Eu deixaria uma ressalva: a verificação não pode vir do mesmo plantão que fez a mudança, e por isso separaria quem pede, quem verifica e quem libera.

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Por outro lado, não jogaria tudo na escala. Mudança que toca o cálculo pede duas assinaturas, mesmo com pressa, e isso pesa mais que a rapidez. A gente aprendeu isso, agora, na virada do ano, quando um plantonista aprovou sozinho algo que atravessou o mês seguinte. Separo urgência de risco: a pressa anda, mas com dois nomes gravados.

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Acréscimo em tópicos, com o que usamos:

  1. Quem autoriza a mudança com pressa, com nome.
  2. Quem assume quando essa pessoa está fora, também com nome.
  3. O que pode seguir sem autorização tributária, como falha técnica que não toca na regra.

Ter isso escrito, como falei, né, poupa a discussão no meio do fim de mês.

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Eu acho que, olha, o caminho é separar a pressa técnica da palavra final tributária. Do lado técnico, a correção pode sair rápido, mas quem decide que a regra muda é a área de tributos.

Aqui montamos uma escala de sobreaviso para o fim de mês, com nome e reserva. Quem solicita explica a razão no pedido, e a escala responde. Com a tela de pedidos aberta, todo mundo enxerga quem autorizou.

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