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Fóruns / Apuração, cálculo e parametrização fiscal no SAP

Como registrar o motivo de cada parametrização fiscal no SAP para consulta futura?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Pra dar o contexto: quando uma regra muda, ninguém lembra por que o parâmetro fiscal foi configurado daquele jeito, e a pessoa que decidiu já saiu da área ou mudou de função. Estamos em RISE with SAP. Quero um registro curto do motivo de cada parâmetro e de quem decidiu, algo que caiba em uma linha por parâmetro e, pra fechar, que o auditor consiga ler sem pedir explicação. Como vocês fazem?


Atualização:

Obrigada a todos. Vou usar a ficha de cinco campos, o número da decisão no transporte e o campo de quem decidiu no cliente. Começo pelos dez parâmetros que mais mudaram no último ano. Pergunta: a ficha fica em planilha compartilhada ou em outro lugar com controle de versão?

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Resumindo: o registro que o grupo desenhou tem quatro peças.

  1. Ficha de uma linha: parâmetro, motivo, quem decidiu no cliente, data, prova.
  2. Número da decisão na descrição do transporte.
  3. Data anterior ao uso e período de guarda combinado com o jurídico.
  4. Dono por regra, com vínculo da ficha à regra.

Onde guardar a ficha, planilha controlada ou outro repositório, depende do que o cliente já usa; teste a consulta com alguém de fora da equipe. Veja o programa de governança fiscal no SAP.

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Discordo de registrar só o motivo técnico. Olha, puxando o fio: enquadramento, alíquota, redução e aproveitamento de crédito são decisão do cliente, então a ficha precisa trazer o nome de quem do cliente decidiu, e não só o do consultor. Sem isso, em auditoria o motivo parece técnico e a decisão parece nossa. Em migração, vale também a decisão registrada por obrigação: manter, substituir ou não replicar.

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Aqui a gente fez de outro jeito: cada transporte de parametrização leva um número de decisão na descrição, e o número aponta para a ficha. Meu palpite, né, é que isso funciona porque o transporte já passa por aprovação. Se alguém quiser criar objeto próprio para guardar isso, a regra de decisão registrada é parametrização antes de desenvolvimento, com inventário de dono e objetivo. O custo é disciplina: transporte sem número não segue.

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Do lado de auditoria, veja, em geral, o que costumo pedir é:

  1. A decisão faz sentido lida sem o autor presente.
  2. A data é anterior à mudança, não depois.
  3. Há vínculo com a regra e com o transporte.
  4. O período de guarda está definido.

Ficha sem data anterior ao uso costuma ser reconstrução, e auditor percebe.

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Faça uma ficha de uma linha por parâmetro, com cinco campos: o quê, por quê, quem decidiu, data e onde está a prova.

O campo que mais falha é o por quê: em branco, vira lembrança de alguém; veja, pra ser justo, a prova pode ser uma nota de teste ou um e-mail anexado. A boa prática de governança do cliente é dono por regra e dossiê com data, dono e vínculo com a regra, e o período de guarda se define com o jurídico do cliente.

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