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Fóruns / Apuração, cálculo e parametrização fiscal no SAP

Como uma empresa deve organizar a parametrização fiscal para não depender de pessoas específicas?

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Direto ao ponto: a parametrização fiscal aqui está na cabeça de duas pessoas. Na real, viu, se uma sair de férias a apuração do GUEPARDO Tax para. Como uma empresa deve organizar e documentar a parametrização para não depender de pessoas específicas? Estamos em ECC 6.0 e não temos nenhum documento de desenho.


Atualização:

Obrigada. Gostei de documentar o que quebra, mas o dossiê por regra do Valter dá a estrutura. Vou fazer um híbrido: um modelo único por regra, preenchido à medida que a regra dá problema, começando com as duas pessoas gravando o que fazem na próxima apuração. Dúvida: o que fazer com as extensões Z que ninguém sabe explicar?

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Resumo: para não depender de pessoas, a parametrização precisa ter dono e registro por regra.

  1. Por regra: dono, objetivo, configuração e evidência, com data.
  2. Do que quebra: toda correção alimenta o registro, o que evita o dossiê gigante que ninguém termina.
  3. Extensões: inventário com autor, função e o que cada uma assume do produto.

Quanto tempo guardar cada dossiê é decisão do jurídico da empresa. Para sustentar essa governança no dia a dia, veja governança fiscal contínua no SAP.

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O desenho é, viu, tratar extensão Z como item de inventário. As notas de projeto descrevem que extensões Z quebram na atualização e ninguém sabe dizer qual existe, quem escreveu e o que assume do produto. Faça um inventário vivo com essas três colunas e um dono por extensão. Para a configuração padrão, a documentação da NTT segue uma convenção por módulo (visão geral, pré-requisitos, arquitetura, configurações e funcionalidades), que serve de índice do seu dossiê.

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Organize por regra, não por tela. Na real, tá, para cada regra fiscal registre um dono, o objetivo, a configuração que a implementa e a evidência de que funciona. As notas de projeto falam em dossiê com data, dono e vínculo com a regra, e em período de guarda definido com o jurídico do cliente. Comece pelas regras que mais geram chamado. Sem esse vínculo, a documentação descreve telas e ninguém sabe por que a tela está assim.

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Discordo em um ponto: começar por um dossiê completo é pesado e costuma parar no meio. No mês passado, né, tentamos documentar tudo e abandonamos. O que funcionou foi o contrário: documentar o que quebra. Cada vez que uma parametrização deu problema, registramos regra, configuração e correção. Um risco que as notas de projeto apontam é a apuração em planilha e memória de cálculo, sem trilha ligada à contabilidade, que gera dependência de pessoas e dificuldade na auditoria.

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