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Fóruns / Apuração, cálculo e parametrização fiscal no SAP

Como versionar mudanças de parametrização fiscal com o GUEPARDO Tax?

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Sou key user fiscal e acompanho o assunto desde a implantação, no S/4HANA 2021. A regra muda várias vezes por ano e cada mudança é feita por uma pessoa diferente, com e-mail como único registro.

A verdade é que, ó, hoje eu não consigo dizer qual era a parametrização de março. Quero um controle que permita voltar a um estado conhecido. O que vocês usam: o próprio produto guarda versões ou o controle é todo por fora?


Atualização:

Gostei da foto antes e depois, Letícia. Vou começar por ela porque não depende de nada do produto. Pergunta: vocês guardam a foto junto do transporte ou num repositório separado? E quanto tempo mantêm?

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O que fica da conversa:

  1. Produto: não há afirmação de histórico nativo de versões no material disponível; peça confirmação à NTT ou teste no ambiente.
  2. Registro: uma linha por mudança, com autor, data, motivo e roteiro de volta.
  3. Foto: exportar as tabelas tocadas antes e depois de cada transporte e comparar.
  4. Código junto: manter o inventário das extensões Z no mesmo controle, com dono.

Para o desenho de parametrização em si, veja parametrização fiscal no SAP.

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Tirando a prova, ó, discordo de começar só por foto de tabela. Parametrização fiscal quase sempre vem junto com extensão Z, e a foto não pega código.

Segundo o material de governança, extensões em torno do fiscal são a parte que mais quebra na atualização, e a regra de decisão é inventário vivo com dono, objetivo e o que cada extensão assume do produto. Versione as duas coisas juntas ou a volta a um estado conhecido volta pela metade.

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Então, pra constar, aqui a gente fez de outro jeito: foto antes e depois. Em cada transporte, exportamos o conteúdo das tabelas que a mudança toca, gravamos com data no repositório do projeto e comparamos os dois arquivos linha a linha.

O diff vira o anexo do chamado. Voltar a um estado conhecido é reimportar a foto anterior no ambiente de teste primeiro. Não é elegante, mas funcionou nas três mudanças de alíquota que enfrentamos.

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Na real, né, o produto não é a parte que eu confiaria sozinha para isso. O que temos de documentação não afirma que o GUEPARDO Tax guarde histórico de versões da parametrização. Confirme com a NTT ou teste no ambiente.

Enquanto isso, o controle por fora precisa ter, para cada mudança: o que mudou, quem pediu, quem aplicou, data, motivo e como desfazer. Sem a última coluna, não é versionamento, é diário.

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No go-live a gente aprendeu que o inventário vale mais que o histórico. Segundo a documentação da NTT, na configuração da FSI o código de configuração vale para todas as apurações criadas com ele. Ou seja, uma mudança num código atinge todas as apurações vinculadas.

Por isso a regra aqui é: antes de mexer, listar o que depende daquele parâmetro. Mudança sem essa lista é a que causa susto no fechamento.

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