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Fóruns / Apuração, cálculo e parametrização fiscal no SAP

Por onde começar a estudar o GUEPARDO Tax se eu sou analista fiscal júnior?

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Como estamos hoje: tenho base de SAP e pouca vivência com motor fiscal. Sou controller e estou assumindo a rotina fiscal da empresa, que usa GUEPARDO Tax.

A fonte é, viu, o que eu achar sozinho, porque o consultor do projeto já saiu. Quero uma ordem de estudo curta e prática, de quatro semanas, com algo concreto para entregar em cada uma.


Atualização:

Muito bom. Vou juntar o roteiro da Sílvia com a ideia de refazer um período já entregue, que é o que eu vou fazer na semana 4.

Pergunta: a documentação fala em dashboards? Queria saber se há algum painel para acompanhar a minha evolução e a das entregas.

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Plano de quatro semanas:

  1. Primeira semana: a configuração do produto e o calendário de entregas, com a folha dos pontos vazios.
  2. Segunda: um arquivo de ECD de teste e o retorno do validador.
  3. Terceira: a ECF e o que ela herda da ECD.
  4. Quarta: refazer um período já entregue e comparar o resultado.
  5. Priorize as obrigações que mais geram retrabalho; sobre o que a documentação não cobre, o material que temos não afirma, e a confirmação vem da NTT ou do teste no ambiente.

Para ver os módulos do produto, veja módulos do GUEPARDO.

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O truque é, ó, não seguir roteiro rígido. Se a empresa tem ISS relevante e você estuda ECF primeiro, vai gastar semanas no que não é seu risco.

Pergunte à chefia quais três obrigações mais doem hoje e comece por elas, mesmo fora da ordem sugerida. O critério é cobrir o que já gera multa ou retrabalho no fechamento.

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A saída é, para a prática, pedir um ambiente de qualidade e uma apuração fechada, já entregue, de um período passado. Refaça a apuração e compare o resultado com o que foi entregue.

Se bater, você aprendeu a ler o produto. Se não bater, você achou uma diferença, e a investigação dela é o melhor estudo possível. Anote o que descobriu, com data.

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Quatro semanas, uma obrigação por semana, com entrega escrita. Pelo meu histórico, viu:

  1. Semana 1: visão geral do produto e da Agenda Fiscal, escrevendo o calendário de entregas da empresa.
  2. Semana 2: ECD, com um arquivo de teste e o resultado do validador.
  3. Semana 3: ECF e a dependência da ECD.
  4. Semana 4: PIS e COFINS, com uma apuração de teste conferida.

Segundo a documentação da NTT, o produto tem Agenda Fiscal que atribui responsável a cada etapa.

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A gente costuma, viu, começar pela configuração em vez do calendário: segundo a documentação, ela abre pela transação /FHG/11. Abra, leia cada opção e anote o que está ligado e o que está vazio.

O valor da semana 1 é saber o que a empresa já parametrizou. Entregue uma folha com os pontos vazios e pergunte a quem sabe por que estão assim, antes de mexer.

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