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Fóruns / Apuração, cálculo e parametrização fiscal no SAP

Que testes de regressão fiscal rodar depois de mudar configuração que afeta o GUEPARDO Tax?

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Sou novo nisso, desculpem. Auditor interno, agora, de qualquer forma, o time quer rodar um conjunto mínimo de testes sempre que alterar o cálculo de impostos, e eu preciso aprovar esse conjunto. Hoje cada mudança é testada de um jeito, por quem estiver disponível, e o fechamento é o primeiro teste de verdade.

  1. Qual é o conjunto mínimo que vale a pena repetir?
  2. Como eu sei que o resultado está igual ao de antes?
  3. Quando uma diferença é aceitável?

Atualização:

Muito bom. Vou propor esse critério ao time. Última dúvida: quantas notas de referência são suficientes para começar? Dez, trinta? Prefiro começar pequeno e crescer conforme aparecerem erros.

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Fechando o tema. O conjunto mínimo que a conversa sustenta: notas de referência por tipo de operação, com resultado por tributo guardado antes da mudança; reexecução de um período fechado como base de comparação; um cenário no modo novo; conciliação contábil; e critério de aceite escrito, em que toda diferença tem explicação. Quantas notas bastam, a documentação que consultamos não afirma; comece pequeno e cresça com os erros. Confirme com a NTT o que cada nota técnica muda. Veja testes fiscais no SAP.

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Pessoal, bom dia. Fecho com o critério de aceite, que o Renato pediu. Agora, no ambiente de qualidade, só aceitamos mudança se: todas as notas de referência dão o mesmo resultado, qualquer diferença tem explicação escrita, e a conciliação entre fiscal e contábil fecha. Valores de simulação não entram como prova, porque, segundo a NTT, são estimativas e não substituem a apuração oficial.

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Pano de fundo: discordo de testar só como está hoje. E aí, no fim das contas, segundo o material que conheço, teste só no modo atual não basta, porque a virada exige teste no modo novo e conciliação contábil. Além disso, divergência costuma aparecer só na homologação do cliente, quando o ambiente de qualidade não tem a transmissão configurada e parte do fluxo fica sem teste. Inclua no conjunto um cenário no modo novo e a conferência contábil.

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A pergunta é simples e a resposta também: e olha que, tá, tem outro caminho. Em vez de só notas novas, congele um período já fechado e reexecute a apuração dele depois da mudança. O material de projeto que conheço fala do receio de atualizar por medo de parar apuração ou arquivo, justamente sem base de comparação. Um período fechado é a base de comparação: resultado igual, mudança segura; diferente, investigar.

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O cenário é este: a pergunta de fundo é qual mudança dispara qual teste. Então, ao pé da letra, monte uma matriz. Segundo um material de projeto que li, há três prontidões separáveis, a da SAP com suas notas, a do produto fiscal com as notas técnicas da NTT e a do dado, com NCM, classificação e regra de crédito. Mudança em uma delas dispara teste naquela camada. Confirme com a NTT o que cada nota técnica altera.

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Desculpa incomodar com isto, mas é o tipo de coisa que cansa. Veja, olhando o número de cenários, o mínimo que funciona é um conjunto fixo de notas de referência: uma por tipo de operação que a empresa realmente faz. Antes de mexer na configuração, guarde o resultado por tributo de cada nota. Depois da mudança, rode de novo e compare. Se uma nota mudou, alguém explica por escrito por quê.

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