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Fóruns / Carreira em fiscal e SAP

Como evoluir de usuário-chave para dono da regra fiscal no GUEPARDO Tax?

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Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Oi, pessoal do fiscal. Sou desenvolvedora ABAP e acompanho o assunto desde o ECC 6.0. Na nossa equipe há um usuário-chave do fiscal que quer virar dono das regras no GUEPARDO Tax, e eu gostaria de entender o que muda além de dominar a tela. O fato é que, pois é, hoje ele sabe operar, mas ninguém definiu o que ele passa a responder. O que ele precisa aprender, o que passa a assinar e como a TI ajuda sem decidir por ele?


Atualização:

Boa, André. Vou levar a separação de funções para a reunião. Duas perguntas de seguimento: quem na empresa deveria aprovar a regra quando o dono é o próprio usuário-chave, e a TI deve guardar o histórico das mudanças ou isso fica só com o fiscal?

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Ser dono da regra é responder por ela. A conversa chegou a quatro pontos: nome ao lado de cada regra, dossiê datado e ligado à parametrização, guarda combinada com o jurídico e separação entre quem apura, quem aprova e quem lança a guia. A TI dá histórico e acesso, sem decidir nada. O limite de papel vem do próprio material: o produto não define estratégia tributária. Desenho de governança em programa de governança fiscal no SAP. A tese tributária é decisão do cliente: confirme com o tributário da empresa.

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Direto ao ponto: então, minha ressalva é sobre o limite da função. Passei por situação parecida no fechamento do mês passado, e quem tinha virado dono achou que decidia também a interpretação tributária. Não decide. Segundo o material que temos, o produto não define estratégia tributária, não corrige dado mestre ruim e não substitui governança. O dono cuida de regra, prova e revisão; a tese é de quem responde pelo tributário.

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Cenário e dúvida: concordo com o dossiê, mas discordo de que isso basta. Sou consultor FI, não do fiscal, e já vi o dono da regra acumular tudo. Voltando ao ponto, o material que temos descreve como risco recorrente o perfil de acesso tratado como assunto de TI, sem ninguém verificar se a mesma pessoa apura, aprova e lança a guia. Dono da regra também precisa de separação de funções, senão a regra tem dono e a prova não vale.

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Dono da regra é quem responde por ela, não quem sabe clicar. Prezados, o cerne é registrar isso em papel:

  1. Uma lista de regras com um nome ao lado de cada uma.
  2. Um dossiê por regra, com data, dono e vínculo com a parametrização.
  3. Um período de guarda combinado com o jurídico.

Isso aparece no material que temos como governança do cliente: dono por regra e dossiê com data.

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