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Fóruns / Carreira em fiscal e SAP

Existe jeito de comprovar conhecimento em GUEPARDO Tax para o mercado?

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O que temos aqui: sou desenvolvedora ABAP, não sou do fiscal, e quero migrar para a área fiscal de um projeto com GUEPARDO Tax. Preciso de algo que demonstre domínio ao empregador. Não conferi se existe certificação oficial da NTT para o produto, e não achei lista pública de quem tem. Olha, meu adendo: não quero gastar tempo com algo que vale só como papel. Existe jeito de comprovar conhecimento em GUEPARDO Tax para o mercado, e o que um recrutador pede de verdade?


Atualização:

Obrigada a todos. Vou montar o caderno da Cristina com três cenários da ECD e treinar a conferência que a Juliana apontou, não só a geração. Também vou escrever à NTT perguntando se existe certificação para pessoas, como a Nádia sugeriu, e volto aqui com a resposta. Enquanto isso, o que vocês acham que pesa mais num currículo: o caderno ou um curso com certificado do próprio curso?

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Resumindo: a documentação que consultamos não afirma que exista certificação oficial de pessoa em GUEPARDO Tax, e isso não foi conferido junto à NTT, então a comprovação mais sólida é mostrar trabalho verificável.

  1. Pergunta formal: escreva à NTT sobre certificação para pessoas e guarde a resposta com data.
  2. Caderno de cenários: três ou quatro fluxos testados em ambiente autorizado, com a transação usada, o que foi gerado e o que foi conferido, sem dado de cliente.
  3. Conferência: arquivo aceito pelo validador não prova que está completo; mostre a checagem.
  4. Limites: diga com clareza o que o produto não faz ou o que a documentação não cobre.

Sobre a pergunta final da réplica: na minha avaliação, o caderno pesa mais, porque um certificado de curso atesta a conclusão do curso, não a certificação do produto. Para conhecer os módulos, veja módulos do GUEPARDO.

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Discordo em um ponto: só estudar tipos de escrituração, sem ver o produto funcionando, vira conhecimento de livro. E aí, a título de exemplo, um recrutador que pergunta o que você faria se a ECD passa no validador e o cliente reclama de participante faltando quer ouvir prova, não definição. Treine a conferência, não só a geração: validador aceitar o arquivo não prova que o dado está completo. Vim da área automotiva, onde a auditoria pedia a prova ponta a ponta.

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E aí, pessoal. Como gerente, completo pelo lado de quem contrata. Que eu saiba, ó, três perguntas pesam mais que um papel:

  1. Você já fechou um período de verdade com a ferramenta, mesmo que em teste?
  2. Sabe explicar uma diferença entre fiscal e contábil e achar a origem?
  3. Sabe dizer o que o produto não faz, em vez de prometer tudo?

A terceira pesa porque há muito material de apresentação com promessa de ganho, e promessa não é evidência.

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Me corrijam se eu estiver errada, mas completo com um portfólio que dá para montar sem cliente: um caderno com três ou quatro cenários testados em ambiente de treinamento ou de qualidade, com autorização. Cada cenário traz a transação usada, o que foi gerado e o que foi conferido. Só um detalhe, tá: a documentação traz transações nomeadas, como /FHG/APC01 para criar a apuração de PIS/COFINS, e citar a transação certa no caderno mostra que você abriu a ferramenta. Nada de dado de cliente nem número de documento real no caderno.

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Dúvida pontual, e uma alternativa para quem não tem ambiente de teste: estudar pelos tipos de escrituração da ECD. A documentação cita cinco: G (diário geral), R (diário resumido, com livro auxiliar), A (diário auxiliar), Z (razão auxiliar) e B (balancetes diários e balanços). Falando sério, né: saber explicar quando cada tipo se aplica e o que muda no arquivo já separa quem estudou de quem só fez curso. A escolha do tipo, porém, é decisão da empresa com o contador dela.

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Sobre certificação oficial, a documentação que consultamos não afirma que exista uma para pessoas, e não conferimos junto à NTT. Pergunte à NTT por escrito e guarde a resposta. E aí, o curioso é que, para quem contrata, a prova mais forte costuma ser outra: mostrar que você conduz um fluxo do começo ao fim. O da ECD, a documentação descreve assim: criar a declaração, gerar o arquivo, passar no validador da RFB, entregar ao cliente para conferência e então transmitir ao Fisco (o texto não diz que o produto transmite). Reproduza no ambiente e documente cada passo.

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