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Fóruns / Carreira em fiscal e SAP

Que habilidades de ABAP um consultor fiscal precisa para trabalhar com o GUEPARDO Tax?

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Prezados, bom dia.

Me desculpem a pergunta básica. Estou entrando em projeto com GUEPARDO Tax e ouvi que o produto roda em ABAP dentro do SAP. Sou key user fiscal, não programador. Então o curioso é: quanto de ABAP eu preciso dominar para ler tabelas e entender extensões, e quanto fica com o desenvolvedor?

Se alguém puder dizer o que estudar primeiro, eu agradeço.


Atualização:

Muito claro. Então o meu plano é ler uma tabela real no ambiente de qualidade, listar os nomes de um módulo e conversar com o desenvolvedor, em vez de estudar programação. Resta uma dúvida: existe um nível mínimo de ABAP que a NTT exija do consultor fiscal?

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Resumindo o que a conversa respondeu:

  1. Fiscal: saber ler tabela, descobrir de onde o dado vem e reconhecer pontos de extensão. Escrever código não é o objetivo.
  2. Plano de estudo: leia a arquitetura de um módulo, liste os nomes que não conhece e converse com o desenvolvedor; depois abra uma tabela real no ambiente de qualidade.
  3. Divisão: o fiscal especifica a regra, o desenvolvedor escreve a extensão, e parametrização vem antes de desenvolvimento.
  4. Exigência da NTT: nível mínimo de ABAP para o consultor fiscal, o conteúdo que temos em mãos não afirma; confirme com a NTT.

Para entender onde as extensões entram no fiscal, veja a customização fiscal em ABAP no SAP.

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Agora, no mês passado, eu precisei descobrir de qual tabela de contabilidade o dado saía, e aprendi que isso depende da versão do SAP. Segundo a documentação da NTT, o produto lê tabelas diferentes conforme o ambiente: no S/4HANA os lançamentos ficam na ACDOCA, e por isso existe uma interface de busca para ela.

Isso é o tipo de ABAP que o fiscal precisa: saber qual tabela o seu ambiente usa, sem precisar programar nada.

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Discordo de empurrar o fiscal para o dicionário de dados logo de cara. O chato é, é que a documentação mostra pontos onde ABAP é obrigatório e ele pertence ao desenvolvedor. Um exemplo: a natureza da receita no PIS e COFINS não é determinada por NCM e exige desenvolvimento por BAdI. Esse tipo de regra o fiscal precisa especificar, mas quem escreve é o ABAP.

E regra de decisão: parametrização antes de desenvolvimento. Se o fiscal sabe isso, já evita meio projeto.

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Para o fiscal, leitura vale mais que escrita. E aí, o óbvio: saber abrir uma tabela, entender de onde o dado vem e reconhecer onde existe ponto de extensão. A descrição do produto no site, baseada em material institucional da NTT, é de um produto feito em ABAP, em namespace próprio, sem interface externa. Então os objetos que você vai ver têm o mesmo jeito de qualquer ABAP.

O que estudar primeiro: navegar no dicionário de dados e ler uma tabela de apuração com um dado real do ambiente de qualidade.

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Bem, veja bem: outro caminho é aprender pelo mapa da documentação, antes de qualquer código. Cada módulo traz visão geral, pré-requisitos, arquitetura (tabelas, visões, transações, grupos de função e BAdIs), configurações e funcionalidades. Se você ler a arquitetura de um módulo e listar os nomes que não conhece, já sabe o que perguntar ao desenvolvedor.

Como consultor de SD, foi assim que comecei: lista de nomes e uma conversa de vinte minutos por módulo.

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