Pular para o conteúdo
Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
5 Respostas
0 Visualizações

Olá pessoal, estou começando a desenhar os fluxos de créditos presumidos do novo sistema tributário e estou com um ponto específico sobre a validação da tabela do crédito. Estou trabalhando com o SAP integrado ao GUEPARDO Tax, e estamos considerando tipos de notas de crédito onde o campo cClassTrib precisa ser compatível com o tipo de operação, seja ele apropriação ou estorno. Já revisamos os requisitos de validação, como as regras que mencionam a compatibilidade entre o campo e a finalidade da nota de débito ou crédito. Diante desse cenário, e aí, o caminho é, como devemos proceder para garantir que a informação do crédito presumido esteja perfeitamente alinhada com o que o fisco espera ao gerar a NF-e?


Atualização:

Pessoal, como consultor FI, acompanho bastante esses cruzamentos de dados. Testei cenários onde o tipo de crédito e o classificador tributário estavam mapeados, mas a inconsistência era sutil. E aí, o caminho é garantir que a informação da UF do emitente esteja correta ao gerar a NF-e de Crédito. Para avançarmos, gostaria de saber como vocês gerenciam o fluxo quando há um recebimento de pagamento que está vinculado a um documento com informações fiscais não esperadas.


Atualização:

Gostaria de agradecer a todos pelas contribuições técnicas. Eu passei por situações onde o mapeamento estavam corretos, mas detalhes finos ainda geravam divergência. E aí, o caminho é a padronização rigorosa. Diante disso, como vocês endereçam tecnicamente o fluxo quando recebemos um montante pago cujo documento fiscal apresenta divergências inesperadas em seu detalhamento tributário?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Compreendo a complexidade inerente à sincronização dos dados fiscais ao creditar o IBS e CBS. A correta parametrização do identificador do tipo de crédito em relação ao classificador tributário é um passo fundamental, como bem apontado por todos. No entanto, como bem observado, a mera existência de um mapeamento técnico não garante a aceitabilidade do documento gerado. O ponto de atenção reside justamente na integridade da informação da fatura original referenciada, especialmente quando há recebimento de valores. Minha sugestão prática é que, diante de qualquer desalinhamento detectado ao processar um pagamento, seja implementado um mecanismo robusto de validação cruzada precoce, antes da transmissão, para mitigar riscos de rejeição subsequente. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Fernando, concordo com a importância do detalhamento técnico, mas penso que dispersamos um pouco o foco principal. Além da checagem do classificador tributário, que Renato mencionou, acho que precisamos reforçarmos o ponto sobre a coerência entre os dados da nota original e a referenciada. Bem, como se diz, a rejeição que envolve o devedor referenciado na ZFM exige não só a compatibilidade do campo, mas a correspondência inequívoca de todos os dados passados.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Fernando, para complementar o que Renato trouxe, é preciso observar cenários mais específicos na aplicação prática. Ao lidar com a Apropriação de crédito presumido de IBS sobre o saldo devedor, como mencionado, a correta codificação do cClassTrib é crucial. Reforço que, além da compatibilidade básica, devemos considerar a aplicação da informação da UF do emitente ao gerar a NF-e de Crédito, seguindo o que aponta a NT 2013/003. Agora, o combinado é que qualquer discrepância nesse detalhamento pode levar a uma rejeição na transmissão.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Simone, calma lá, acho que podemos avançar no detalhamento. Para além da correspondência entre o tipo de crédito e o classificador que discutimos, sugiro que revisitamos o cenário de rejeição na ZFM. Se a NF referenciada informar indevidamente o devedor, por exemplo, seguindo a tag tpNFCredito=2, precisamos ter certeza de que a informação da NF referenciada está totalmente alinhada com o que consta no nosso sistema.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

A compatibilidade do cClassTrib com o tipo de operação é essencial ao estruturar esses fluxos. O curioso é, viu, que precisamos justamente seguir a regra de que o tpNFCredito deve ser compatível com o cClassTrib, conforme a tabela de Crédito. Por exemplo, se estamos no tipo de crédito referente à Apropriação de crédito presumido de IBS sobre o saldo devedor, o campo deve refletir isso corretamente. Minha contribuição, sendo que estou em transição de área, é apenas tentar alinhar minhas expectativas básicas com o que o sistema exige. Desculpem se o meu ponto for muito elementar.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!