Olá pessoal, estou começando a desenhar os fluxos de créditos presumidos do novo sistema tributário e estou com um ponto específico sobre a validação da tabela do crédito. Estou trabalhando com o SAP integrado ao GUEPARDO Tax, e estamos considerando tipos de notas de crédito onde o campo cClassTrib precisa ser compatível com o tipo de operação, seja ele apropriação ou estorno. Já revisamos os requisitos de validação, como as regras que mencionam a compatibilidade entre o campo e a finalidade da nota de débito ou crédito. Diante desse cenário, e aí, o caminho é, como devemos proceder para garantir que a informação do crédito presumido esteja perfeitamente alinhada com o que o fisco espera ao gerar a NF-e?
Atualização:
Pessoal, como consultor FI, acompanho bastante esses cruzamentos de dados. Testei cenários onde o tipo de crédito e o classificador tributário estavam mapeados, mas a inconsistência era sutil. E aí, o caminho é garantir que a informação da UF do emitente esteja correta ao gerar a NF-e de Crédito. Para avançarmos, gostaria de saber como vocês gerenciam o fluxo quando há um recebimento de pagamento que está vinculado a um documento com informações fiscais não esperadas.
Atualização:
Gostaria de agradecer a todos pelas contribuições técnicas. Eu passei por situações onde o mapeamento estavam corretos, mas detalhes finos ainda geravam divergência. E aí, o caminho é a padronização rigorosa. Diante disso, como vocês endereçam tecnicamente o fluxo quando recebemos um montante pago cujo documento fiscal apresenta divergências inesperadas em seu detalhamento tributário?