Pular para o conteúdo

Fóruns / Documentos fiscais eletrônicos, CST, cClassTrib e cadastro

Como investigar um erro de CST de IBS e CBS que o SAP aceitou e a SEFAZ rejeitou?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
6 Respostas
0 Visualizações

Boa tarde, pessoal. Primeiro o cenário: uma nota de venda foi rejeitada no ambiente real pela SEFAZ por erro de CST de IBS e CBS, e o SAP tinha aceitado a emissão sem reclamar. Agora, na minha área, o ABAP olha o XML e vê um código, mas não sabe dizer se o problema é cadastro, regra ou desenvolvimento nosso.

Como gestor do projeto, preciso de um roteiro de investigação por etapa, para a equipe não sair mexendo na parametrização no escuro. Por onde começar e o que registrar em cada passo?


Atualização:

Obrigada a todos. Montei o roteiro: mensagem de rejeição, status na J1BNFE, as três prontidões, a lista de diagnóstico e só depois a reemissão em qualidade. Uma dúvida de seguimento: qual CST está certo para a nossa operação? A equipe discute isso há dias.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Roteiro em seis passos, na ordem:

  1. Guardar a mensagem de rejeição da SEFAZ e o XML enviado.
  2. Registrar o status da nota na J1BNFE.
  3. Separar a falha em três pontas: SAP, produto fiscal e dado.
  4. Rodar a lista de diagnóstico de ambiente antes de reemitir.
  5. Corrigir e reemitir em qualidade, testando no modo novo.
  6. Conciliar a contabilização e guardar o XML aceito.

Qual CST vale para a operação é interpretação tributária: confirme com o tributário da empresa, com base no texto oficial vigente. Comportamento do GUEPARDO para IBS e CBS o material que temos não afirma; se há produto no fluxo, confirme com a NTT. Veja também reforma tributária CBS e IBS no SAP.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Um pouco de história: o teste só no modo atual não passou nada para a gente. De bate-pronto, é preciso testar no modo novo e conciliar a contabilidade depois.

  1. Depois da correção, reemita a nota de teste.
  2. Confira se contabilização e documento fiscal fecham.
  3. Guarde o XML aceito como evidência do roteiro.
Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Pra dar o contexto: discordo de reemitir primeiro. E aí, em linhas gerais, o diagnóstico de ambiente costuma achar coisa antes: notas da reforma não aplicadas, esquema de venda próprio sem o novo tributo, chave contábil sem conta, regra do emissor vazia e desenvolvimento próprio alcançado pela reforma.

Eu passaria por essa lista antes de qualquer reemissão. Reemitir sem corrigir só gera mais nota rejeitada.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Me corrijam se eu estiver errado, mas aqui a gente atacou por outro lado: reproduzir. Olha, contando nos dedos, em três tentativas a diferença apareceu.

  1. Reemitir em qualidade, se o ambiente tiver o mesmo cadastro do real.
  2. Comparar o CST do XML novo com o do XML rejeitado, campo a campo.
  3. Se forem iguais, o problema está na regra cadastrada; se forem diferentes, na determinação ou em desenvolvimento próprio.
Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Primeiro o cenário do que costuma ser a causa. Olha, de perto, são três pontas separadas, e a ordem importa:

  1. Prontidão do SAP: notas da reforma aplicadas e procedimento de imposto com o novo tributo.
  2. Prontidão do produto fiscal: notas técnicas da NTT, se há GUEPARDO no fluxo.
  3. Prontidão do dado: NCM, classificação e regra de crédito do material.

São padrões de projeto, julgamento de consultoria, não medição. Marque na ficha de cada nota qual das três falhou.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Comece pelo retorno, não pelo cadastro. Pegue o XML rejeitado e anote o código e a mensagem que a SEFAZ devolveu. Só com a mensagem na mão dá para saber qual campo ela contesta. Com a mão na massa, viu, eu abro o monitor da nota pela J1BNFE e guardo o status e o XML enviado antes de alterar qualquer coisa.

O que a mensagem significa na regra do tributo eu não afirmo: isso está na nota técnica vigente, no texto oficial.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!