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Fóruns / Documentos fiscais eletrônicos, CST, cClassTrib e cadastro

Como parametrizar remessas, consertos e demonstrações com IBS e CBS no SAP fiscal com GUEPARDO Tax?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Um pouco de história: venho de outro ERP e estou no rollout para o SAP. Meu gestor percebeu que remessa para conserto, demonstração e os retornos movimentam muito volume sem nenhuma venda, e perguntou como isso entra na determinação fiscal de IBS e CBS com o GUEPARDO Tax.

Pode ser básico, mas não sei por onde começar: o cadastro cobre essas operações sozinho ou preciso parametrizar tipo a tipo? Veja, um alerta: ainda não abri nenhum log de teste, só tenho a lista de tipos de operação que o gestor me passou.


Atualização:

Obrigada, gente. Montei a lista dos tipos de operação e o Marcelo tinha razão: três NCM estavam genéricos no cadastro. Vou levar a tabela do João ao tributário.

Uma dúvida de seguimento: quem assina a decisão de cada linha da tabela, o fiscal ou o gestor?

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Operações sem venda pedem decisão antes de parametrização. Sobre IBS e CBS nelas, a ficha do produto não traz regra por tipo de operação; pergunte à NTT ou prove no ambiente. Na segunda-feira, faça quatro coisas:

  1. Levante tipos, volumes e NCM das remessas, consertos e demonstrações.
  2. Escreva a tabela de resultado esperado, com dono e data em cada linha.
  3. Confira as três prontidões antes de simular: SAP, produto fiscal e dado.
  4. Rode os testes nos modos atual e novo e compare com a tabela; simulação é estimativa, não apuração oficial.

O tratamento de cada operação é tese do contribuinte, então confirme com o tributário da empresa. Veja também os testes fiscais no SAP.

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O cenário é este e vale registrar: quem assina é o cliente, nem o sistema nem a consultoria. Um ponto importante, o material diz que a decisão de enquadramento, alíquota, redução e aproveitamento de crédito é do cliente. Então cada linha da tabela do João precisa de dono nomeado e data da decisão.

E os valores da simulação são estimativas, não apuração oficial. Não use a Análise de tributos como prova de que a remessa está certa. A prova é o teste no modo novo e o primeiro fechamento.

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Me corrijam se eu estiver errado: colocando no papel, eu faria uma tabela de resultado esperado, uma linha por tipo de operação (remessa para conserto, retorno do conserto, demonstração, retorno da demonstração), com o que o tributário decidiu em cada uma.

Como desenvolvedor, ainda olharia as extensões Z que tratam essas remessas hoje, porque extensão em torno do fiscal é o que mais quebra na atualização. Teste no modo atual e no modo novo e compare o resultado com a tabela.

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Discordo de começar pela ferramenta. A Análise de tributos só enxerga o que já foi lançado, e as alíquotas e a redução de base são cadastradas por NBS e por NCM. Minha leitura, viu: comece pela prontidão em três partes, SAP, produto fiscal e dado, porque dado ruim contamina o resto.

Se o NCM da peça enviada para conserto está genérico no cadastro, nenhuma simulação ajuda. Antes de qualquer teste, rode uma lista de NCM por tipo de operação e marque o que está vazio ou genérico.

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O material que temos não afirma regra pronta de remessa, conserto ou demonstração para IBS e CBS. Então não dá para dizer que o cadastro cobre sozinho: confirme com a NTT ou teste no ambiente.

Na minha vida de key user, por experiência, pois é, o caminho que funciona é montar inventário antes de parametrizar. Liste os tipos de operação sem venda do último trimestre, com volume por tipo, e peça ao tributário a decisão de tratamento de cada um. O sistema só executa o que a empresa decidiu. Depois use a Análise de tributos, que trabalha sobre notas já lançadas, para ver como esses documentos aparecem na comparação.

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