Pular para o conteúdo

Fóruns / Documentos fiscais eletrônicos no SAP: NF-e, CT-e, MDF-e, NFS-e, NFTS e entrada

Como é a documentação de NF-e, CT-e e NFS-e no SAP sob a ótica de quem apura no GUEPARDO Tax?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
6 Respostas
0 Visualizações

Desculpem a insistência, mas preciso entender isso direito. Sou desenvolvedora ABAP há 19 anos, hoje no S/4HANA 2021, e agora estou cuidando de um chamado fiscal. A verdade é que a apuração do GUEPARDO Tax consome documentos eletrônicos, e cada tipo, NF-e, CT-e e NFS-e, parece vir de um jeito: monitores diferentes, status diferentes, fluxo de compra diferente. Quem apura precisa conferir o quê em cada um, em termos de cadastro e de status, antes de a apuração usar o documento?


Atualização:

Obrigada, pessoal. Vou seguir a sugestão da Letícia e pegar cinco de cada tipo, com o cruzamento por Docnum da Rosana. Um registro do que achei até agora: o e-Invoicing está no nosso ambiente, mas só para entrada. Dúvida de seguimento: para a NFS-e de saída, em um ambiente sem e-Invoicing, quem é responsável pelo status do documento que chega à apuração?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Resumo: quem apura precisa saber, para cada tipo de documento, o monitor, o fim do fluxo de compra e o identificador que liga o documento à apuração.

  1. Monitor: J1BNFE para NF-e, transações ECG para NFS-e, e o add-on para entrada dos três tipos.
  2. Fluxo: pedido, MIGO e MIRO para NF-e, pedido e MIRO para NFS-e, pedido da NF-e e MIRO para CT-e.
  3. Identificador: Docnum, para cruzar documentos e apuração.
  4. ISS: a apuração não emite NFS-e, e a ordem das etapas vale conferir.

Tratamento de documento cancelado ou denegado e o papel do eDocument o material não cobre; confirme com a NTT ou teste. Para o quadro geral dos documentos, veja documentos fiscais eletrônicos no SAP.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Oi, gente. E aí, a prova é o próprio ambiente: antes de confiar em qualquer roteiro, escolha cinco documentos de cada tipo e siga cada um até a apuração. Sou gerente fiscal, não do fiscal de formação, e peço desculpa se for básico. O que o material que temos não afirma é como a apuração do GUEPARDO Tax filtra documento cancelado ou denegado, nem como o eDocument entra nessa história; o material nem cita eDocument. Se sua conferência depender disso, confirme com a NTT ou teste no ambiente.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Prezados, bom dia. Discordo de um ponto: tratar os três tipos como a mesma conferência esconde a diferença do ISS. Na sustentação, tá, aparece muito quem supõe que a apuração do ISS emite NFS-e. Não emite: a emissão é outro problema, por município. A documentação do módulo de ISS diz que gerar o arquivo da declaração exige antes a apuração dos tributos municipais próprios e de terceiros. Então, para NFS-e, eu conferiria também a ordem das etapas, e não só o status do documento. Sou analista fiscal, não do fiscal de formação, e peço desculpa se for básico.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Sei que deve ser básico, porém aqui resolvemos de outro jeito para o status. Pensando bem, tá, em vez de olhar cada monitor, montamos uma conferência única por Docnum, que é o número que a documentação da NTT usa para identificar a nota gerada na MIRO. Em lista:

  1. Exportar os documentos do período.
  2. Cruzar o Docnum com a lista que entrou na apuração.
  3. Tratar à parte o que ficou de fora e o que entrou duas vezes.

Funciona para os três tipos e dá uma evidência por período.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Sou novo nisso, desculpem, mas no meu dia a dia, ó, o que pega é o fluxo de compra de entrada. A documentação sugere, para cada tipo: NF-e com pedido, MIGO e MIRO; NFS-e com pedido e MIRO; CT-e a partir do pedido da NF-e e MIRO. Então a conferência de quem apura é: o documento chegou ao fim desse fluxo? Se parou na MIGO ou na MIRO, ele ainda não está pronto para a apuração, e vale olhar isso antes de fechar o mês. Já o deck diz que não aconselha criar pedido de compras automaticamente.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

A primeira conferência é saber em qual monitor cada tipo de documento mora, porque são três caminhos diferentes no SAP.

Veja, um palpite que a documentação da NTT sustenta: no add-on de e-Invoicing existe monitor de entrada para NF-e, NFS-e e CT-e e monitor de NFS-e de saída; NF-e e CT-e de saída usam o monitor padrão do SAP. A NF-e se acompanha pela J1BNFE e a NFS-e por transações ECG. Atenção: o e-Invoicing é um módulo da família, separado do GUEPARDO Tax. Confirme se ele está no seu ambiente.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!