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Olá a todos,

Passou por situação parecida no fechamento do mês passado. Estamos no S/4HANA 1909 e estamos tentando conciliar o MDF-e quando uma única saída de mercadoria gera diversos CT-e. O sistema está gerando inconsistências ao tentar cruzar os documentos fiscais com a movimentação física. Já tentamos mapear cada saída para um registro específico, mas a complexidade do volume de documentos está gerando dúvidas sobre o procedimento correto dentro do módulo de faturamento. Como bem lembrou, pois é, a variação no número de documentos por remessa exige atenção redobrada. Diante disso, como devemos proceder no SAP para corretamente vincular múltiplos CT-e a um único MDF-e gerado para a viagem?


Atualização:

Boa tarde a todos. Gostaria de agradecer pelas contribuições. No nosso teste, nós tentamos fazer o aceite massivo do MDF-e referenciando o lote principal e detalhando cada CT-e subsequente sob um único movimento de saída. No entanto, ao rodar o processo no S/4HANA 1909, ainda estamos vendo um erro de validação no cruzamento dos dados. Como bem lembrou, pois é, gostaria de saber se existe algum parâmetro específico no customizing que otimiza esse casamento de documentos quando há um grande volume de notas fiscais entrando no ciclo de liquidação.

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Ao lidar com uma única movimentação física que acarreta múltiplos comprovantes fiscais, o cerne da questão reside na integridade do vínculo gerado no sistema. A dificuldade técnica ao conciliar o documento gerencial com cada saída individual exige que o módulo de faturamento suporte essa granularidade documental. Para avançar na baixa correta, sugiro que se verifique minuciosamente o ponto exato no processo de geração onde cada envio subsequente é atrelado ao registro mestre da expedição. Essa correlação precisa ser inequívoca para que o fechamento do período ocorra sem questionamentos sobre a rastreabilidade dos itens movimentados. Para aprofundar, veja documentos fiscais eletrônicos no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Quando trabalhamos com uma única expedição física que culmina em vários documentos fiscais, o desafio é mapear corretamente essa relação no ERP. Se a operação se enquadra na necessidade de liberação de bens sob um regime aduaneiro especial de admissão temporária para utilização econômica, o lançamento do correspondente crédito tributário deve ser feito atento a certos grupos de bens. Então, minha dica, se os itens classificados estiverem nas posições 3901 a 3914, como aqueles que envolvem maletas e pastas, o tratamento no sistema precisa refletir essa granularidade documental.

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Ivone Andrade, concordo com sua observação sobre a importância do fluxo documental claro. Na minha vivência com migrações, percebi que quando o processo exige múltiplos comprovantes para um único movimento, o passo anterior, que gera a entrada desses dados no novo ambiente, precisa ser extremamente robusto. Sem essa correta segregação inicial, a conciliação posterior no SAP se torna um verdadeiro quebra-cabeças operacional.

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Ivone Andrade, por exemplo, ao migrar do outro sistema, percebia que a transição era mais suave quando havia um fluxo claro de informações. No nosso contexto, quando a operação envolve múltiplos comprovantes fiscais para uma única saída, o cuidado é, né, em assegurar que o sistema de destino reconheça a chancela de cada um desses documentos como parte integrante daquela remessa gerada. É preciso que o módulo de faturamento consiga consolidar essa realidade documental antes da baixa final.

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Para conciliar o MDF-e gerado por múltiplos CT-e provenientes de uma única movimentação física, é crucial que o SAP reconheça a relação hierárquica documental. O sistema precisa ser informado sobre a saída consolidada que abrange os documentos individuais. Então, a conta é detalhar corretamente no faturamento como essa única saída ampara a emissão dos diferentes documentos fiscais subsequentes. Isso garante que o fechamento contábil reflita com precisão a movimentação real e o cumprimento das obrigações fiscais inerentes.

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Embora sua abordagem sobre o vínculo entre a saída gerencial e os subsequentes documentos fiscais seja pertinente, minha leitura aponta um desafio adicional no cruzamento de dados. Quando um único embarque gera diversos CT-e, é fundamental que o sistema não apenas reconheça a agregação tributária, mas também que cada documento subsequente esteja perfeitamente vinculado àquele registro inicial. Se essa ligação não for inequívoca, o fechamento do período pode encontrar ambiguidades insolúveis, mesmo com o volume elevado.

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