Olá a todos, bom dia. Estou acompanhando este fluxo de autorização e gostaria de sanar uma dúvida sobre a estrutura do protocolo de resposta. Estamos utilizando o ECC 6.0 e estamos lidando com um cenário onde precisamos garantir a correta recepção da informação da SEFAZ. Analisamos a seção de leiaute e observamos que, dependendo do modelo adotado e da UF, o número do protocolo pode apresentar 15 ou 17 posições. Um colega meu tentou mapear os campos recebidos, mas não ficou claro o que devemos considerar como padrão para nosso sistema. Agora, de modo geral, qual é a observação pertinente sobre a variação no comprimento desse identificador ao recebermos a resposta?
Atualização:
Agradeço as colocações de vocês. Já verificamos recebimentos com diferentes estruturas e nosso mapeamento inicial estava focado na consistência dos dados transacionados. Agora, de modo geral, gostaria de entender se há alguma recomendação específica sobre como assegurar que o nosso ambiente de teste esteja refletindo fielmente a adoção dos novos leiautes que contêm os campos alterados, antes de migrar para o cenário produtivo.