Estou tentando mapear a diferença conceitual entre os documentos fiscais que estamos tratando no nosso sistema. Trago um caso onde o fisco exige um tipo de documento e eu estou gerando outro, e isso tem gerado um retrabalho considerável. No ano passado, pois é, tivemos essa confusão em paralelo com a transição. Os procedimentos que estamos seguindo parecem muito distintos, como se fossem para momentos diferentes. Gostaria de entender claramente qual a distinção operacional entre a NF e a NFe, visto que ambos envolvem a documentação de uma circulação de mercadoria ou serviço.
Atualização:
Agradeço as colocações de vocês. Tentei focar na funcionalidade, mas percebi que a complexidade tributária é o ponto nevrálgico. Ano passado, pois é, tivemos problemas justamente nesse alinhamento entre o físico e o digital. Considerando que a NFe é o registro que o fisco aceita, gostaria de saber como podemos garantir que a nossa parametrização no sistema reflita corretamente a apuração dos valores, especialmente quando há diferenças entre o que foi antecipado e o definitivo.
Atualização:
Agradeço a todos os contrapontos sobre o fluxo documental. Ano passado, pois é, tivemos um sufoco exatamente nesse alinhamento entre o que foi proposto e o que passou pelo sistema. Minha dúvida era como garantir que a parametrização do nosso sistema espelhe com precisão a apuração tributária, especialmente quando os valores iniciais difiram dos finais. Na visão de vocês, qual o ponto mais crítico para mapear essa transição de valores no sistema?