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Olá pessoal, Patrícia Marques aqui. Estou há um tempo trabalhando com o ECC 6.0, migrando processos fiscais e passando por essa etapa de consulta da NF-e. Seguimos o fluxo padrão, enviando o protocolo de autorização, mas precisamos validar um recebimento específico. Já tentamos checar o leiaute de retorno, esperando o Schema XML retConsReciNFev4.00.xsd, mas há uma dúvida sobre a interpretação do que estamos recebendo. Recebemos um retorno assíncrono, mas não estamos certos de qual estágio estamos nesse processo. E aí, o pulo do gato é: qual o procedimento correto ao receber um retorno que não indica a conclusão esperada para a consulta?


Atualização:

Prezados colegas, bom dia. Estamos avançando na migração dos trâmites fiscais no ECC 6.0 e chegou o momento crucial da conferência da NF-e. Enviamos o pedido de autorização como de costume, mas o recebimento assíncrono gerou uma dúvida pontual. Depois de analisar o leiaute de resposta, acreditamos que o processo seguiu o protocolo esperado, mas e aí, o pulo do gato é em sustentar a validade da informação. Gostaria de saber se algum de vocês já enfrentou um cenário idêntico e qual foi a melhor maneira de confirmar o status finalizado desse trâmite.

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Ao lidarmos com a recuperação do status da chave de acesso, o ponto crucial reside na correta tipificação da resposta recebida. É fundamental que a chegada do documento não seja confundida com o aceite definitivo do lote. Devemos assegurar que o comprovante que chegou corresponde exatamente ao envio que fizemos, verificando se o protocolo reflete o estado esperado da transação junto ao órgão competente. Para avançar com segurança, sugere-se que, após mapear o documento de resposta, o sistema interno realize uma checagem cruzada imediata com o registro inicial, validando se o status reportado é o esperado para prosseguir com a operação subsequente. Para aprofundar, veja documentos fiscais eletrônicos no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Eliane Rezende aqui. Seguindo a cautela de vocês sobre a sequência dos eventos, percebi que, ao chegarmos ao Protocolo de Autorização da NF-e, Resposta Assíncrona, precisamos não apenas cruzar os dados, mas também verificar o tipo de processo que gerou aquele retorno. A regra é, tá, que qualquer discrepância ou não conformidade deve ser rastreável ao evento original enviado. Isso evita que um mero atraso ou um detalhe menor no protocolo seja erroneamente interpretado como um problema grave no faturamento, e não apenas um lapso de comunicação no ambiente externo.

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Gostaria de complementar o raciocínio de vocês. Quando trabalhamos com o retorno não esperado naquele protocolo assíncrono, e aí, o plano é que a nossa checagem inicial vá além da simples recepção do pacote de dados. Precisamos mapear exatamente qual indicador estadual está sendo reportado naquele momento. Bianca, gostaria de reforçar que a validação imediata do dado dentro do nosso sistema precisa espelhar com fidelidade o que consta na SEFAZ naquele momento preciso do trâmite documental.

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Patrícia Marques, concordo que a checagem do retorno assíncrono é o ponto crítico agora. No entanto, sugiro que, ao avaliarmos o que recebemos, não nos concentremos apenas na aderência ao leiaute vigente. A lição é, tá, devemos cruzar as informações recebidas com o protocolo específico de consulta de recibo. Isso nos dará maior segurança sobre o estágio exato em que a SEFAZ protocolou o documento.

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Juliana Cardoso aqui. Ao recebermos um retorno não esperado no protocolo assíncrono, devemos primeiro cruzar os dados com o Leiaute da NF-e Modelo 55. A transição do meu vivência anterior com o setor farmacêutico para este ambiente S/4HANA 2023 me trouxe essa necessidade de extrema precisão. Estamos checando se o que recebemos se encaixa no Protocolo de Autorização da NF-e , Resposta Assíncrona (Consulta Recibo). Uma ressalva, viu, que a assinatura XML do grupo identificado pelo atributo “Id” é uma decisão da UF interessada. Precisamos mapear exatamente o que o nosso fluxo indica neste estágio.

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