Peço desculpa se o meu questionamento for elementar, mas estou revisando um cenário envolvendo o recolhimento correto de tributos em transações com microempreendedores individuais. Estamos trabalhando com um sistema específico e já tentamos diferentes parametrizações, mas o entendimento sobre a correta aplicação do fato gerador ainda gera incertezas. Especificamente, ao lidar com esses fornecimentos, queremos aferir como devemos proceder contabilmente. Então, com a mão na massa, gostaria de entender qual a orientação mais adequada para este tipo de operação sob a ótica do documento fiscal.
Atualização:
Agradeço as contribuições de vocês. Já fizemos simulações considerando o momento da exigibilidade e a natureza acessória dos itens cobrados dentro de um mesmo documento. Então, com a mão na massa, gostaríamos de avançar um pouco mais. Considerando a existência de diferentes componentes tributáveis em uma fatura única, como devemos proceder para assegurar que cada componente seja visto como um fornecimento autônomo, caso a unificação infrinja o que estabelece a legislação vigente?