Trabalhei com o módulo de faturamento, especificamente na transição do nosso sistema anterior para o modelo mais recente, e recentemente tivemos um fechamento mensal que gerou alguns pontos de atenção sobre a NFS-e nacional. Sabemos que, a partir de janeiro de 2026, há essa obrigatoriedade dos entes federativos em autorizar a emissão por padrão nacional ou no compartilhamento dos documentos fiscais eletrônicos. Isso envolve o ambiente de dados nacional gerenciado pelo Comitê Gestor. Um adendo que surgiu durante o fluxo foi sobre como conciliar as gerações antes dessa migração. Diante dessa padronização, qual o melhor caminho para garantir a continuidade do registro correto dos serviços prestados enquanto aguardamos a plena adoção desse padrão nacional?
Atualização:
Agradeço a todos pelos contrapontos valiosos. Testei a robustez do nosso processo de geração de notas antes de este novo padrão, mas surgiu um adendo sobre a gestão do fluxo de dados. Considerando que o ambiente nacional é o repositório que assegura a integridade, gostaria de saber como podemos sincronizar as informações fiscais antigas com a expectativa do leiaute padronizado para essa migração futura.