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Fóruns / EFD-Reinf e retenções declaradas

Quantas pessoas e quais papéis o time precisa para operar a EFD-Reinf no GUEPARDO Tax?

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Deixa eu montar o quadro. Trabalho há 4 anos com fiscal e hoje estou no SAP com GUEPARDO Tax. Preciso dimensionar o time que vai operar a EFD-Reinf e não quero chutar número.

  1. Não conferi nenhuma referência oficial de dimensionamento, só a rotina dos eventos.
  2. Os eventos rodam todo mês e o fechamento aperta.
  3. Hoje a tarefa está espalhada entre fiscal, contabilidade e TI.

E aí, vamos lá: quantas pessoas e quais papéis vocês consideram para operar isso sem depender de herói?


Atualização:

Obrigado, pessoal. Vou usar o questionário evento a evento para listar papéis e o desenho por ciclo para agrupar. A dúvida que ficou: como medir a carga real? Contar horas de dois fechamentos serve, ou existe alguma outra medida que vocês usam?

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O material consultado não traz número de pessoas nem nível de serviço, então a resposta honesta é por papéis, e o número sai da medição do seu ambiente:

  1. Papéis: dono da entrega por matriz ou filial, responsável por certificado e transmissão, responsável pela homologação e dono dos cadastros e da pré-apuração.
  2. Agrupamento: funções por ciclo do mês, cada uma com titular e substituto.
  3. Carga: medida em alguns fechamentos, incluindo o retrabalho de homologação, com transmissão testada no ambiente de qualidade.

O desenho completo está em EFD-Reinf no SAP. Confirme os números junto à NTT se precisar de referência de produto.

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  1. Oi, pessoal do fiscal. Discordo em um ponto: medir só dois fechamentos pode subestimar o esforço.
  2. O material de projeto aponta que a divergência costuma ser descoberta só na homologação do cliente, perto da data de exigência.
  3. Também registra ambiente de qualidade sem a transmissão configurada, então parte do fluxo não é testada.

Bem, com a mão na massa, passamos por situação parecida no fechamento do mês passado. A carga real inclui o retrabalho de homologação, e ele só aparece se o teste cobrir a transmissão.

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Olá, time. Aqui a gente resolveu de outro jeito: em vez de papéis por evento, papéis por ciclo do mês. Acompanho o assunto desde a implantação do S/4HANA 2021 e o meu palpite, tá, é que dimensionar por evento dá uma lista enorme.

Montamos três funções: quem prepara os dados, quem apura e transmite, e quem valida e fecha. Cada função tem titular e substituto, e a carga se mede no próprio ambiente durante dois ou três fechamentos. O número de pessoas sai dessa medição, não de uma regra de bolso.

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Olá, comunidade. A primeira coisa é dizer que o material que temos não traz número de pessoas nem nível de serviço, então qualquer número fixo seria palpite. O que dá para fazer é definir papéis.

Sou key user fiscal, não do fiscal puro, e peço desculpa se for básico. Até onde sei, né, a documentação de projeto sugere um questionário evento a evento e decidir três coisas: se a entrega da série R-4000 é na matriz ou por filial, quem cuida de certificado, transmissão e homologação, e quem homologa o conjunto. Cada resposta vira um papel com nome e substituto.

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Vou direto à dúvida de quem desenvolve: além dos papéis da Rosana, falta o dono dos cadastros. Sou ABAP, não do fiscal, e peço desculpa se for básico. A documentação da NTT cita cadastros complementares (fornecedor, grupos, processos administrativos e judiciais, rendimentos do capital) e a pré-apuração, com regras de relevância para CNO e tipo de serviço. Alguém precisa ser dono dessas regras, porque quando mudam, a apuração muda. Bem, minha ressalva é que esse dono não precisa ser técnico, mas precisa entender a regra e aprovar a mudança antes de ir para produção.

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