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Fóruns / Fiscalização, auditoria e contencioso

Como a auditoria avalia a confiabilidade do dado que o GUEPARDO Tax usa para apurar?

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Um pouco de história: sou desenvolvedor ABAP de uma empresa de logística, RISE with SAP, e não sou do fiscal, então peço desculpa se a dúvida for básica.

A auditoria interna perguntou ao nosso gestor fiscal se o dado que alimenta a apuração do GUEPARDO Tax é confiável desde a origem. O gestor não soube responder e me pediu para levantar o que a auditoria costuma olhar. Já tenho a lista das tabelas de onde o produto lê, mas não sei se isso responde a pergunta.

O que a auditoria avalia na origem do dado, e como eu preparo a resposta?


Atualização:

Obrigado, pessoal. Vou montar três blocos: origem das tabelas, amostra de cadastro e segregação de acesso, e listar as planilhas que alimentam registro do SPED. Uma dúvida de seguimento: essa lista de planilhas é assunto do fiscal ou da auditoria preencher?

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O que a conversa deixa para a resposta à auditoria:

  1. Origem: de onde cada dado vem; a leitura direta da base é declaração da NTT, não conferida.
  2. Cadastro: amostra com campo obrigatório e histórico.
  3. Dado por fora: lista das planilhas que alimentam registro do SPED.
  4. Acesso: quem apura, aprova e lança a guia.

Mais sobre o produto em GUEPARDO Tax no SAP.

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Completando com acesso, que costuma ficar de fora. O prazo é curto, então comece pela segregação: veja quem apura, quem aprova e quem lança a guia. As notas de projeto dizem que perfis de acesso são tratados como assunto de TI e ninguém verifica se a mesma pessoa faz as três coisas. É material escasso, de confiança baixa, mas é pergunta clássica de auditoria.

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Discordo de tratar a leitura direta da base como garantia de confiabilidade. Um ponto importante, pois é: dado errado lido direto continua errado, e existe registro do SPED que depende de dado de fora do documento fiscal, montado em planilha e importado. Esse é justamente o caminho que a auditoria mais questiona, porque a planilha fica fora do controle do SAP e do produto.

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Outra forma de preparar a resposta é por amostra de cadastro. E aí, sem pressa: sorteie parceiros e materiais do período, confira campo obrigatório e histórico de alteração, e mostre o resultado. O argumento fica mais forte do que a lista de tabelas, porque o material que temos diz que o produto não corrige dado mestre ruim. Se o cadastro nasce errado, a apuração só reflete o erro, e a auditoria quer saber como o time pega isso.

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A auditoria avalia três pontos na origem: de onde o dado vem, quem pode alterá-lo e se existe dado entrando por fora do documento fiscal. Já adianto que a leitura direta ajuda: segundo material institucional da NTT, o produto lê FI, CO, MM e SD direto da base SAP, sem exportação manual. Isso é declaração da NTT, não conferida por nós. Sua lista de tabelas responde ao primeiro ponto, mas não aos outros dois.

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