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Fóruns / Fiscalização, auditoria e contencioso

Como manter uma trilha de auditoria confiável das alterações de configuração do GUEPARDO Tax?

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Pessoal, bom dia. Na última auditoria interna apontaram que as mudanças de configuração do GUEPARDO Tax acontecem sem registro uniforme: uns pedem por e-mail, outros ajustam direto no ambiente. Preciso montar uma trilha que o auditor aceite. O produto tem algum recurso para isso, ou o controle precisa ser de processo?


Atualização:

O problema é que, pois é hoje a mesma pessoa pede e executa a mudança. Vou propor a separação entre quem pede, quem executa e quem aprova. Sobre o registro: posso usar uma planilha ou preciso de ferramenta de chamados? O auditor pediu algo rastreável, mas não definiu o formato.

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Resumo da conversa. A documentação lida não cobre registro de alteração de configuração no produto; vale perguntar à NTT ou testar no ambiente. Para a auditoria, monte o controle assim:

  1. Uma ficha por mudança: solicitante, executor, aprovador, data, antes e depois.
  2. Lista de acessos de alteração cruzada com a lista de aprovadores.
  3. Mapa de quais apurações usam cada código de configuração.
  4. Inventário das extensões Z, cada uma com responsável.

Veja também governança fiscal contínua no SAP.

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Veja, resumindo: planilha serve se for única, com data e dono, mas ferramenta de chamados é melhor porque guarda a ordem dos fatos sem depender de memória. Para cada mudança, guarde o valor antes e depois, o ambiente de origem, o teste de regressão e quem aprovou. Para as extensões Z, mantenha um inventário vivo com dono, objetivo e o que cada extensão assume do produto.

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Olha, por assim dizer, discordo de deixar só no processo. Na ferramenta de simulação da reforma, a documentação diz que o código de configuração vale para todas as apurações criadas com ele: uma alteração pequena muda várias apurações de uma vez. Então o registro precisa dizer quais apurações dependem de cada código, e não só quem mexeu. É a minha leitura do material; o comportamento no ambiente não foi conferido por nós.

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Meu alerta, ó o acesso. Perfis de acesso costumam ser tratados como assunto de TI, e ninguém verifica se a mesma pessoa apura, aprova e lança a guia. Para o auditor, trilha de configuração vale pouco se quem altera também aprova. Peça a lista de quem tem acesso de alteração hoje e cruze com quem aprova mudanças. Para consultor, o padrão é acesso individual, nunca credencial compartilhada, revogado ao fim do trabalho.

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A documentação disponível não afirma que o produto registre alterações de configuração; confirme com a NTT ou teste no ambiente. A documentação cita histórico de modificação na apuração de PIS e Cofins, que é histórico de apuração, não de configuração. De qualquer forma, viu, a trilha de configuração dá para fazer por processo: cada mudança com pedido, dono, data, ambiente e prova do teste, guardados num único lugar.

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