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Fóruns / Fiscalização, auditoria e contencioso

Como um erro fiscal afeta o caixa da empresa antes mesmo da autuação?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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A pergunta é simples: um erro fiscal pesa no caixa antes mesmo de existir autuação? Sou desenvolvedor ABAP e assumi a área fiscal há pouco, vindo de siderurgia. O CFO quer entender como crédito perdido, recolhimento a maior e reprocesso afetam o fluxo de caixa, e eu não sei explicar com exemplo.

Não quero número inventado. Quero o mecanismo, para o CFO enxergar por onde o dinheiro sai ou fica parado. Que exemplos vocês usam?


Atualização:

Ajudou muito. E aí, a ideia é levar ao CFO três listas: guias ajustadas à mão, créditos lançados à mão e erros com a linha do tempo de descoberta.

Dúvida de seguimento: quem deve ser o dono dessas listas para elas não morrerem no mês seguinte?

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Um erro fiscal afeta o caixa antes da autuação porque dinheiro fica parado ou sai a mais por causa de crédito não tomado, guia ajustada à mão e retrabalho da equipe. O material dá exemplos: crédito que não nasce na nota, código de receita preso ao cadastro do parceiro, ressarcimento não pedido e divergência descoberta perto da data de exigência.

  1. Lista de guias ajustadas à mão no último trimestre.
  2. Lista de créditos lançados à mão.
  3. Linha do tempo de cada erro: nascimento, descoberta e conserto.

O dono é o fiscal da empresa, com revisão mensal. Separar erro de parametrização de escolha tributária é essencial, e a escolha se confirma com o tributário. Para a parte de créditos, veja recuperação de créditos fiscais no SAP.

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Desculpem a insistência, mas faltou um exemplo de estoque. E aí, aqui por perto, o material cita ressarcimento de ST que fica sem pedir porque o arquivo exigido é complexo, com estoque do sistema que não bate com o das notas de saída.

Isso é dinheiro parado por falta de pedido. Sou consultor de FI, não do fiscal, mas a pergunta ao fiscal é simples: existe algum ressarcimento que a empresa deixou de pedir por causa do arquivo?

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Deixa eu montar o quadro de outra forma, por tempo. Então, o plano é medir o custo de descobrir tarde: o material fala de divergência de configuração, dado ou produto descoberta só na homologação do cliente, perto da data de exigência.

Quanto mais perto da data, mais caro o conserto, porque entra urgência e retrabalho. Mostre ao CFO a linha do tempo de cada erro: quando nasceu, quando foi achado e o que foi preciso para corrigir. É dado real da empresa, não estimativa.

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Resumo da dúvida: discordo de ligar tudo a erro. Olha, o bom é separar erro de decisão. Recolher a maior ou pedir de volta é decisão do tributário da empresa, não do sistema nem da consultoria.

O sistema só mostra o que foi gerado. O CFO precisa de duas listas: o que foi erro de parametrização, que se corrige, e o que foi escolha tributária, que se confirma com o tributário. Misturar as duas confunde a conversa sobre caixa.

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Pessoal, bom dia. Complemento com a parte de guia, que é a que mais aparece no caixa. A conta é, viu: guia com código errado vira pagamento a ajustar, e ajuste manual todo mês vira horas da equipe.

O material registra que o código de receita preso ao cadastro do parceiro faz o mesmo prestador sair com códigos diferentes, com ajuste manual mensal. Peça ao fiscal uma lista das guias ajustadas à mão no último trimestre, sem estimar valor.

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O erro fiscal afeta o caixa porque dinheiro sai ou fica parado antes de qualquer fiscal olhar. Prezados, bom dia. E aí, o detalhe é que são três caminhos: imposto pago a mais, crédito que não foi tomado e retrabalho da equipe.

Um exemplo de crédito: o material cita crédito de PIS e COFINS que não nasce na nota, levantado e lançado à mão, e o crédito extemporâneo caindo no período errado. Cada um mantém dinheiro parado.

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