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Fóruns / Fiscalização, auditoria e contencioso

O que a auditoria externa verifica sobre os controles automáticos do GUEPARDO Tax?

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Oi, pessoal, tudo bem? Sou gestor da área fiscal e a auditoria externa pediu para testar os controles automáticos do GUEPARDO Tax no próximo ciclo. Hoje não sei o que apresentar.

A apuração roda no S/4HANA e a equipe é pequena. Quero saber duas coisas: o que um auditor costuma pedir para comprovar que um controle automático funciona, e que evidência dá para tirar do sistema sem montar tudo em planilha na véspera.

Bem, resumindo, preciso de um roteiro para a reunião de abertura.


Atualização:

Obrigado a todos. Montei a lista de controles com as três perguntas do Leonardo e levo à reunião de abertura. Descobri que dois controles que eu dava como automáticos dependem de alguém conferir uma tela. Pergunta de seguimento: controle com conferência manual conta como automático para a auditoria, ou apresento como manual?

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Ficou assim. A pergunta de fundo é de escopo: o que a auditoria externa verifica, o material que temos não afirma. Peça o escopo por escrito antes de montar qualquer pasta.

  1. Inventário dos controles, com a prova do último fechamento ao lado de cada um. Segundo a NTT, as pré-validações de arquivo fazem parte dele.
  2. Rastro por pessoa: data, executor, aprovador.
  3. Dono por regra e prazo de guarda combinado com o jurídico.

Se um controle é manual ou automático, quem decide é a auditoria junto com a empresa. Mais em governança fiscal no SAP.

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Boa noite, colegas. Discordo em um ponto: dossiê por mês não basta se o dono da regra não assina. Olha, até onde sei, o auditor quer ver o vínculo entre a regra, a pessoa e a data.

Sobre a pergunta do autor: classificar o controle como manual ou automático é critério da própria auditoria, então pergunte a ela antes de decidir. Como a NTT classifica cada controle do produto, o material que temos não afirma; confirme com a NTT.

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Desculpem se for básico, mas aqui a gente fez de outro jeito: em vez de montar evidência na véspera, criamos uma pasta por fechamento, com um dossiê padrão que a equipe preenche durante o mês. Bem, o cuidado é com o acesso.

Um ponto que costuma passar batido é a segregação de funções: vale checar se a mesma pessoa apura, aprova e lança a guia. É julgamento de projeto, não medição, e perfil de acesso costuma ser tratado como assunto de TI quando é assunto de controle.

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O que a auditoria pede depende do escopo dela, e o material que temos não afirma uma lista fixa do que o auditor externo verifica. Comece pedindo o escopo por escrito.

Agora, na virada do ano, fizemos assim: listamos cada controle automático que dizemos ter e respondemos três perguntas para cada um. O que ele impede, onde está configurado e como provamos que rodou no último fechamento. Segundo a NTT, o produto usa rotinas de pré-validação para achar inconformidades antes da entrega, na esfera federal. Cada rotina dessas entra na lista, com a tela ou o relatório do resultado.

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Boa noite, colegas. Complemento o Leonardo com a parte da evidência. Agora, o plano é este:

  1. Guarde a data e o resultado de cada pré-validação do período fechado.
  2. Guarde quem executou e quem aprovou, em nome individual.
  3. Guarde o que foi corrigido depois do alerta, com o documento de origem.

Sem esse rastro, o auditor vê o controle existir, mas não vê que funcionou. A documentação da ICF cita um Relatório de Rota de Aprovação, transação /FHG/RP001, a partir da versão 129. Confira se a sua versão tem esse relatório antes de prometer.

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