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Fóruns / Governança fiscal, AMS Fiscal e capacitação

Como definir o escopo de um diagnóstico de governança fiscal do ambiente GUEPARDO Tax?

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Primeiro o cenário: a empresa quer um diagnóstico inicial da governança fiscal do ambiente com GUEPARDO Tax e precisa saber o que entra no escopo. Sou analista fiscal, o time é pequeno e ninguém tem o quadro completo do que existe configurado.

Por assim dizer, viu, queremos um escopo que caiba em poucas semanas e termine com lista de achados e decisões, não com relatório de cem páginas. O que deve estar no escopo?


Atualização:

Gostei das duas rodadas. Vou propor: rodada 1 com inventário de obrigações, extensões e perguntas abertas para a NTT; rodada 2 só para os pontos críticos. Uma dúvida: o diagnóstico já deve dizer que o ambiente está certo ou errado, ou só mostrar o que existe?

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O diagnóstico mostra fatos do ambiente e leva a decisões do cliente; não declara a apuração certa ou errada. Para segunda-feira, monte este escopo:

  1. Obrigações em uso, cadastro, programas próprios com responsável e provas de fechamento.
  2. Prontidão avaliada em separado: SAP, produto fiscal e dado.
  3. Rodada curta de mapa de risco, depois só o que ficou crítico.
  4. Perguntas abertas à NTT em lista à parte.
  5. Exclusões escritas: interpretação de lei e validação de apuração.

A versão instalada e a compatibilidade com o SAP o material que temos não afirma; confirme com a NTT. Formato em diagnóstico fiscal no SAP.

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Então, de bate-pronto: o diagnóstico não declara certo nem errado em matéria tributária. Quem valida é o cliente; o teste técnico da consultoria não prova que a apuração do mês está certa.

O diagnóstico mostra fatos: o que está configurado, o que não tem dono, o que não tem evidência. A decisão de manter ou mudar é do cliente. E escreva no escopo o que fica de fora, como interpretação de lei e validação de apuração, para ninguém esperar parecer que o diagnóstico não entrega.

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E aí, o chato é que escopo largo demais morre. Alternativa: diagnóstico em duas rodadas. Rodada 1, com o inventário e a lista de extensões, produz um mapa de risco em poucos dias. Rodada 2 aprofunda só o que o mapa marcou como crítico.

Assim o cliente decide onde gastar esforço com base em fato medido. Cada extensão entra com dono, objetivo e o que assume do produto, que é o inventário vivo que o material de projeto recomenda, com análise de impacto antes e regressão depois.

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Resumindo, viu: separe as três prontidões no diagnóstico, SAP, produto fiscal e dado, porque cada uma tem dono e checagem diferentes. Para o produto fiscal, o item concreto é conferir a versão instalada e o que a NTT publicou para ela.

O material que temos não traz versão atual do produto nem matriz de compatibilidade com release SAP, então o diagnóstico precisa registrar esses números do ambiente e confirmar com a NTT. Ponha no escopo uma lista de perguntas abertas para a NTT, separada dos achados.

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Por precaução, tá, o escopo é medir o que existe, sem partir de opinião de ninguém. Quatro perguntas bastam: quais obrigações saem hoje, por quem e em que calendário; quão limpo está o cadastro e a classificação; que programas e regras próprias existem e quem responde por cada um; e o que fica guardado depois de cada fechamento. O material de projetos lista, como achados comuns de diagnóstico, notas da reforma não aplicadas e desenvolvimentos próprios alcançados pela reforma.

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