Pular para o conteúdo

Fóruns / Governança fiscal, AMS Fiscal e capacitação

Como definir um orçamento de risco fiscal e alinhá-lo ao uso do GUEPARDO Tax?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
4 Respostas
0 Visualizações

Para situar vocês: Trabalho há 8 anos com fiscal e hoje estamos no S/4HANA 2023. O diretor quer classificar os riscos fiscais por impacto e ver quais controles do GUEPARDO Tax reduzem cada um, para decidir onde colocar verba de revisão. Já fiz uma lista de riscos, mas não sei como ligar cada risco a um controle que exista de fato no produto. Como vocês fazem essa ligação sem prometer o que o produto não faz?


Atualização:

Obrigada, pessoal. Já adianto, tá: montei a tabela e três riscos ficaram sem nenhum controle do produto, justamente os de dado mestre. O que faço com eles na apresentação ao diretor: tiro da lista ou deixo em aberto com um controle manual?

Avatar
Cancelar

Resposta ao seguimento: deixe em aberto, com controle manual e dono. Risco sem controle do produto é informação útil ao diretor, não falha da lista.

  1. Tabela: risco, impacto por categoria e controle.
  2. Controle do produto: só o que a documentação da NTT descreve, como Agenda Fiscal e pré-validação.
  3. Fora do produto: dado mestre e estratégia tributária ficam com a empresa.
  4. Hipótese a testar: segregação entre quem apura, aprova e lança a guia.

Mais em governança fiscal no SAP. O enquadramento de cada risco, confirme com o tributário da empresa.

Avatar
Cancelar

Foi mal a pergunta. Sou ABAP e vou por outro lado. O curioso é, né, que ninguém verifica se a mesma pessoa apura, aprova e lança a guia. Um material de projeto que conheço trata isso como baixa confiança, então vale como hipótese a testar no seu ambiente, não como fato. E a documentação da NTT cita um Relatório de Rota de Aprovação, transação /FHG/RP001, disponível a partir da versão 129. Confira se a sua versão tem.

Avatar
Cancelar

O que temos aqui: Monte uma tabela com três colunas, risco, impacto e controle, e só ligue ao produto o controle que a documentação da NTT descreve.

  1. O prazo é, pois é o que define o impacto: obrigação com data fixa pesa mais que ajuste interno.
  2. Controle do produto: Agenda Fiscal, que atribui responsável a cada etapa e envia alerta de prazo, segundo a NTT.
  3. Controle do produto: pré-validação antes da entrega, para achar inconformidades.
  4. O que a documentação não descreve entra como controle manual, com dono.
Avatar
Cancelar

Desculpem se for básico. Discordo de dar nota de impacto de 1 a 5 sem critério. Se a gente for colocando no papel, né, o diretor vai perguntar por que um risco é 4 e outro é 3, e ninguém vai saber responder. Prefiro impacto em categorias: caixa, autuação, atraso e reputação. E o enquadramento de cada risco é decisão do tributário, não do consultor. Outro ponto: segundo a NTT, o produto não define estratégia tributária, não corrige dado mestre ruim e não substitui governança. Esses riscos ficam sem controle do produto.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!