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Fóruns / Governança fiscal, AMS Fiscal e capacitação

Como estruturar um AMS Fiscal para SAP sem depender de uma pessoa só?

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Boa tarde, pessoal. Sou desenvolvedor ABAP e estou tentando entender como estruturar um AMS Fiscal para SAP sem depender de uma pessoa só. Hoje o nosso fiscal depende de alguém que sabe tudo, e isso me preocupa, veja, um lembrete: quando essa pessoa sai de férias, o chamado para.

Como vocês montam o AMS fiscal para dividir esse conhecimento? Quais papéis e documentos ajudam?


Atualização:

Ficou claro que o ponto não é ter uma pessoa a menos, e sim documentar a regra e o substituto. Vou propor isso no AMS e pedir o log dos chamados, para ver onde a fila para. Acho que começo pelos três chamados que mais se repetem.

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Em suma, o que sustenta um AMS sem herói:

  1. Titularidade: cada processo tem dono e substituto do mesmo nível.
  2. Documentação: decisão tributária escrita e aprovada pela própria empresa.
  3. Rastro: chamado com data, motivo e aprovador.

O desenho é escolha de cada empresa, então valide com o tributário antes de implantar.

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Pelo que vejo, resumindo, pois é, a equipe que aguenta férias combina três hábitos: papel escrito, revisão semanal da rotina e quem sai deixa a fila em ordem. Testar com um chamado real antes de depender dele também ajuda. Na prática, vale confirmar isso com quem opera o processo todo dia.

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Complementando, de quem está entrando agora: eu anotaria a tela de cada chamado resolvido, com o motivo, e então, por via das dúvidas, guardei um log simples com data e quem aprovou.

Isso ajudou muito quando alguém saiu de férias e o chamado seguiu sem travar.

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Não concordo com a divisão em papéis. Na pressa do fechamento, a fila de chamados ignora essas fronteiras, e o pessoal do cadastro acaba resolvendo tributação no meio do mês. Prefiro responsabilidade por etapa, com um combinado de retorno no mesmo dia. Em fechamento, o problema é que, viu, ninguém espera a próxima segunda-feira.

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Vamos ao que interessa: o AMS fiscal não pode ser um nome só, e, como bem lembrou, né, o problema é depender de quem sabe tudo. Eu separaria em três papéis: quem responde pela regra fiscal, quem mantém o cadastro e quem atende o chamado.

Cada papel tem um substituto escrito, e o substituto precisa ter o mesmo nível de acesso.

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