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Fóruns / Governança fiscal, AMS Fiscal e capacitação

Como evitar que o conhecimento do GUEPARDO Tax fique só com quem participou do projeto?

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Olá a todos. Trabalho há 20 anos com fiscal e hoje estou no ECC 6.0 com o GUEPARDO Tax. Só os membros do projeto original entendem as regras, e os novos usuários dependem deles para tudo.

Na sustentação, ó comum chamar sempre as mesmas duas pessoas. Se elas saírem, perdemos o raciocínio por trás da parametrização. Como espalhar esse conhecimento? O que escrever, onde guardar e como saber que um usuário novo realmente aprendeu?


Atualização:

Obrigada a todos. Vou começar pelo inventário com dono, objetivo e o que cada regra assume do produto, e pelo roteiro da Adriana de fechamento ao lado do veterano. Dúvida: como medir que o usuário novo explica o número sem depender do veterano? Alguém usa uma pergunta padrão para isso?

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Resumindo a conversa:

  1. Inventário: cada regra e cada extensão com dono, objetivo e o que assume do produto.
  2. Dossiê: por regra, com data e dono, e guarda definida com o jurídico.
  3. Aprendizado: leitura do módulo na ordem da documentação, mais um fechamento real feito com acompanhamento.
  4. Critério: quem chegou depois consegue explicar a origem dos números sem ajuda.

Na sustentação, peça passagem de conhecimento por escrito. Se o produto traz material de treinamento próprio, a documentação disponível não afirma; confirme com a NTT. Para formar o time, veja como capacitar o time no GUEPARDO Tax.

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Complementando a Viviane e o Roberto. Agora, o custo é de tempo, e é aí que muita gente desiste. Trabalho há 15 anos com fiscal e o que funcionou foi dossiê com data, dono e vínculo com a regra, e período de guarda definido com o jurídico.

Em contrato de sustentação, peça causa raiz demonstrada, passagem de conhecimento e relatório periódico com recorrência. Nível de serviço medido só em tempo de resposta engana.

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Discordo em um ponto: documentar não basta, porque ninguém lê documento que não usa. Olha, vou direto: o conhecimento só fica quando o usuário novo executa a regra acompanhado.

Meu roteiro: o usuário novo faz um fechamento ao lado do veterano, depois faz sozinho com o veterano revisando, depois o veterano sai. O critério de que aprendeu é ele explicar de onde veio cada número do fechamento. Acompanho o assunto desde a implantação do SAP com GUEPARDO Tax e a documentação do produto que temos não afirma que o produto traga trilha de treinamento embutida; confirme com a NTT.

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Escreva cada regra com dono, objetivo e o que ela assume do produto. Bem, o ganho é que quem chega depois entende o porquê e não só o como.

Sou desenvolvedor ABAP, não sou do fiscal, e peço desculpa se a dúvida for básica, mas para extensões Z isso é o inventário vivo. As notas de projeto apontam que extensões Z quebram na atualização e ninguém sabe dizer qual existe, quem escreveu e o que assume do produto. Sem esse registro, a extensão é a primeira a falhar. Para regra de parametrização vale o mesmo.

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Do meu lado, que cheguei de outra área, o que ajudou foi outro caminho: ler o módulo na ordem em que a documentação da NTT o organiza. Segundo a convenção observada, cada módulo traz visão geral, pré-requisitos, arquitetura (tabelas, visões, transações, grupos de função, BAdIs), configurações e funcionalidades.

Olha, o número é este: três passos.

  1. Visão geral do módulo.
  2. Configuração do que a empresa realmente usa.
  3. Uma apuração real, do começo ao fim.

Essa documentação é de nível restrito: use para entender, não para copiar.

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