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Fóruns / Governança fiscal, AMS Fiscal e capacitação

Como medir se a AMS Fiscal está reduzindo reprocessos e retrabalho no fechamento?

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Saudações, pessoal. Pagamos sustentação fiscal (AMS Fiscal) e queremos evidência de que ela melhora o fechamento, não só relatório de chamados atendidos. Aqui por perto, pois é, a conversa gira em torno de "quantos chamados fechamos", que não diz nada sobre reprocesso. Que indicadores medir: chamados por causa, reaberturas, dias de planilha para explicar diferença entre fiscal e contábil? E como fazer isso sem estimar número que ninguém mediu? Já temos o histórico de chamados em planilha.


Atualização:

Obrigado a todos. Vou montar a planilha com causa, quem dependia, reabertura e dias de explicação da diferença. Uma dúvida de seguimento sobre a Mariana: se o usuário desiste de abrir chamado, como vocês perceberam isso nos dados? Por reaberturas, por pedido por e-mail fora da ferramenta ou de outro jeito?


Atualização:

Atualizo: montei a primeira versão com um mês fechado e a taxa de recorrência saiu do próprio histórico, sem número de benchmark nenhum. Já deu para ver que várias colunas estavam vazias, então o primeiro ajuste foi no registro dos chamados, não na sustentação. Fica a dica: antes de cobrar resultado, confira se o dado existe.

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Resposta curta: meça recorrência de causa e dias de explicação de diferença, mês a mês, a partir do histórico real, sem comparar com número de terceiros. Roteiro:

  1. Por chamado: causa raiz, quem dependia, reabertura.
  2. Taxa de recorrência: chamados com causa já vista no período.
  3. Dias gastos explicando diferença entre fiscal e contábil.
  4. Evidências de qualidade: causa raiz demonstrada, relatório periódico com recorrência e passagem de conhecimento.

O material que temos não traz meta numérica nem nível de serviço de referência: não estime. Mais sobre o modelo de sustentação em AMS Fiscal de governança.

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Prezados, bom dia. Pelo lado do fechamento, olha, conforme o combinado, o reprocesso que dói é fiscal e contábil não fecharem no mesmo valor e a área gastar dias em planilha para explicar a diferença. A medida mais direta é dias gastos explicando diferença, mês a mês, por causa. As causas que se repetem incluem lançamento manual direto na conta de imposto e fato gerador contábil diferente do fiscal. Acabei de assumir a área, vindo de telecom, e esse registro mensal foi o que me deu base para discutir com a sustentação.

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Prezados, bom dia. Discordo de usar redução de chamados como prova. Meu alerta, pois é: chamado diminui quando o usuário desiste de abrir. Prefiro três evidências:

  1. Causa raiz documentada por chamado recorrente.
  2. Relatório periódico com recorrência.
  3. Passagem de conhecimento das customizações.

O material que temos descreve isso como critério para o cliente escolher sustentação. Meta numérica de redução, não temos fonte: não estimem.

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Um pouco de história para situar: antes de medir, escolham o que contar. Sou analista em transição e, desculpem se for básico, o óbvio, é contar chamados por causa raiz, não por assunto, porque o que importa é a mesma causa voltando. O material que temos registra como sinal de alerta uma sustentação em que os chamados repetem a mesma causa e ninguém domina o ambiente fiscal. Então o primeiro indicador é a taxa de recorrência: de todos os chamados do período, quantos têm causa já vista antes. O número só vale se vier da planilha de vocês, medido.

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Boa noite, colegas. Completando: indicador de atendimento precisa separar o que depende de terceiros, senão a sustentação leva a culpa por demora que não é dela, ou o contrário. Como todo mundo sabe, tá, nível de serviço medido só em tempo de resposta engana. Sugiro três colunas por chamado: causa, quem dependia e se houve reabertura. Trabalho há 12 anos com fiscal e essa separação costuma mudar a conversa com o fornecedor.

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