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Fóruns / Governança fiscal, AMS Fiscal e capacitação

Como medir se a governança fiscal do SAP está funcionando?

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Pessoal, assumi a área há pouco e o board quer saber se a governança do SAP está funcionando. Hoje a resposta é acho que sim, e isso não convence ninguém.

Que indicadores vocês usam para medir isso de forma objetiva? Estou pensando em chamados reabertos, ajustes manuais e reprocessamentos, mas quero ouvir quem já passou por isso.


Atualização:

Esses três eu consigo levar ao board. Começo pelo intervalo de correção e pelas mudanças sem comitê, porque no rollout, viu, quase todo problema que vi passou por essas duas portas. Vocês puxam isso de alguma ferramenta, ou ainda é planilha?

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Em resumo, o melhor termômetro é o caminho da correção, não o total de ajustes. Três sinais que valem um painel:

  1. Correções sem nome de quem aprovou.
  2. Chamados que voltam.
  3. Tempo entre o alerta e a solução.

Cuidado com meta virando alvo, e reveja o conjunto com o controle todo mês. Para montar esse painel, veja o programa de governança fiscal SAP.

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Sou do MM, então peço desculpa se perdi algo, mas o risco é, viu, a meta virar alvo. Quando o número vira alvo, quem cadastra passa a fazer o indicador subir, e a conta melhora sem o processo melhorar. Por isso eu mediria também a qualidade da correção, não só a quantidade.

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Vou em lista, do que costuma aparecer nas reuniões mensais:

  1. Mudanças de regra feitas sem passar pelo comitê.
  2. Diferenças entre o motor de cálculo e a conferência manual.
  3. Intervalo entre o alerta e a correção registrada.

Eu andaria devagar nisso, sem pressa, pois é, porque o último item denuncia dependência de uma pessoa.

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Discordo da ordem. Volume alto pode indicar processo ruim, mas, veja, na virada do ano, o pico que nos enganou era só reclassificação de cadastro. Prefiro começar pelo tempo de vida de um pedido e pelas idas e vindas dele na fila. No log aparece assim: reaberto, devolvido, reaberto. Esse vaivém revela falha de controle melhor do que qualquer contagem.

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Um indicador que eu olharia primeiro é quantos lançamentos saem do fluxo padrão e acabam corrigidos à mão depois da apuração. Se essa contagem sobe a cada virada, a norma existe no papel e a prática ficou de lado.

Outro ponto, uma ressalva, né: quem autorizou a exceção e se ficou registro. Contar ajustes sem olhar quem autorizou dá uma sensação enganosa de domínio, porque o volume pode cair só porque ninguém mais anota a correção.

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