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Fóruns / Governança fiscal, AMS Fiscal e capacitação

Como medir se o time aprendeu a operar o GUEPARDO Tax?

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Me corrijam se eu estiver errado(a): os cursos do GUEPARDO Tax terminam e ninguém prova que o time aplica o que viu. Acabei de assumir a área, vindo de agro. Em outras palavras, viu, quero avaliar se o time resolve casos reais de apuração, não se assistiu aula. Que prova de aplicação vocês usam para medir se o time sabe operar?


Atualização:

Gostei de misturar caso real e erro plantado. Vou montar três casos e pedir a cada colaborador que explique em voz alta. Pergunta: com que frequência repetir a prova, a cada atualização de versão ou a cada semestre?

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Fechando a conversa:

  1. Prova: caso real já entregue, reproduzido e explicado pelo colaborador, mais um erro plantado.
  2. Gabarito: conferido pelo dono da regra, nunca pelo próprio aluno.
  3. Escalada: medir também se a pessoa sabe a quem recorrer.
  4. Repetição: a cada atualização de versão e em ritmo fixo definido pelo gestor.

O material que temos não traz critério de aprovação nem frequência oficial de reciclagem; isso é decisão do gestor. Veja a frente de formação em capacitação em GUEPARDO e reforma tributária.

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Com a mão na massa, né, repita a cada mudança relevante e num ritmo fixo: a cada atualização de versão e uma vez por semestre. Segundo o material que temos, o primeiro fechamento real depois da atualização é o teste que conta; use esse fechamento como prova do time. O material não afirma uma frequência de reciclagem, então esse é um critério seu. Passei por situação parecida no fechamento do mês passado, quando a equipe nova não soube explicar um ajuste.

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Completando com um caso pronto de Reinf. Segundo o material que temos, a Reinf lê o que o ERP gravou, então o primeiro passo é confirmar se a retenção sai certa no ERP padrão antes de parametrizar. Agora, veja bem: use isso como prova. Dê ao colaborador uma nota com retenção e peça que diga se o erro está no ERP ou na Reinf. Quem acerta a origem entendeu a integração. Acompanho o assunto desde a implantação do ECC 6.0.

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Veja bem, pois é: use casos reais do mês fechado.

  1. Dê ao colaborador um caso de apuração já entregue.
  2. Peça que reproduza o resultado e explique cada ajuste.
  3. Peça que ache o erro plantado em outro caso.
  4. Compare com a resposta conferida pelo dono da regra.

Segundo a documentação da NTT, PIS e COFINS aceitam várias apurações para o mesmo período e empresa, mas só uma é a oficial. Boa pergunta de prova: qual é a oficial e por quê?

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Discordo de medir só por caso resolvido. Saindo um pouco do tema, tá, o time pode acertar decorando o passo e não saber o que fazer quando o dado vem errado. Eu mediria também se a pessoa sabe dizer que não sabe e escalar para quem decide. Pergunte a quem escalar e o que o material afirma ou não afirma. Acompanho o assunto desde a implantação do RISE with SAP: o auditor valoriza quem registra a dúvida, não quem chuta.

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