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Fóruns / Governança fiscal, AMS Fiscal e capacitação

Como proteger o caixa de erros de apuração detectados só na fiscalização?

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Pessoal, bom dia.

O CFO pediu uma resposta que eu ainda não sei dar: como proteger o caixa de um erro de apuração que só aparece na fiscalização, muito depois do fechamento? Aqui a conciliação entre fiscal e contábil ainda sai de planilha, e olha que, pois é, o risco que ele quer enxergar é de caixa, não de multa em tese. Sou coordenador tributário, não do fiscal, e peço desculpa se a dúvida for básica. O GUEPARDO Tax entra como controle preventivo nesse desenho? O que levo para a próxima reunião, em termos de prova?


Atualização:

Obrigado a todos. A cadeia de cinco notas é exatamente o que o CFO consegue ler, vou pedir isso já para o fechamento de setembro. Fiquei com uma pergunta de seguimento: dá para ele enxergar o tamanho da exposição em reais, ou isso depende de uma tese que o tributário precisa decidir antes? Hoje não tenho como dizer em valor o que está exposto.

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Fechando o tema com o que a conversa trouxe:

  1. Prevenção: segundo a documentação da NTT, há pré-validação sobre uma única base de apuração. O alcance por tributo o material que temos não afirma; confirme com a NTT ou teste no ambiente.
  2. Prova: arquivo aceito pelo validador não prova nada. Monte a cadeia documento, apuração, ajuste, guia e contabilidade para uma amostra.
  3. Origem: liste todo mês as causas de diferença entre fiscal e contábil.
  4. Dono: uma pessoa por regra, com dossiê datado.

Sobre o valor exposto: depende de tese tributária, e essa decisão é do contribuinte; confirme com o tributário da empresa. Para ver onde o produto entra na apuração, leia o papel do GUEPARDO Tax na apuração fiscal do SAP.

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Complementando com o que dá para fazer na segunda-feira. Então, vou direto:

  1. Escolha um mês já fechado e monte a cadeia de cinco notas, do documento até a guia e o lançamento contábil.
  2. Liste todo ajuste e lançamento manual do mês, com quem fez e por quê.
  3. Defina um dono por regra de apuração, com dossiê datado ligando cada regra ao seu dono.
  4. Combine com o jurídico por quanto tempo a empresa guarda esse dossiê.

Acompanho o tema desde a implantação do RISE with SAP, e o que mais pesa é o dono por regra: sem ele a prova some quando a pessoa sai.

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Outra forma é atacar a origem da diferença, não só o arquivo. Aqui o plano é, né, rodar todo mês uma lista de diferenças entre fiscal e contábil e dar uma causa a cada linha. O que costuma aparecer:

  • nota emitida por caminho sem lançamento contábil automático;
  • lançamento manual direto na conta de imposto;
  • ajuste que existe na apuração, mas fica fora do conjunto comparado.

Estou há 2 anos com fiscal, hoje no SAP com GUEPARDO Tax, e não vou afirmar que o produto fecha essas três sozinho: o material que temos não diz isso. Vale testar no ambiente.

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Discordo em um ponto: nem pré-validação nem conciliação mensal provam, por si, que o caixa está protegido. Calma lá: o arquivo passar no validador oficial não é prova. O que se cobra numa fiscalização é a cadeia inteira, documento, apuração, ajuste, guia e contabilidade, batendo entre si. Passei por algo parecido no fechamento do mês passado, e a diferença estava num ajuste sem código apropriado. Eu pediria ao CFO a cadeia completa de uma amostra de notas, não só um relatório de zero erro.

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Proteger o caixa é achar a diferença antes da entrega e guardar a prova disso todo mês, em vez de descobrir quando a fiscalização chega.

Segundo a documentação da NTT, o GUEPARDO Tax opera sobre uma única base de dados de apuração e usa rotinas de pré-validação para achar inconformidades antes da entrega, descritas para a esfera federal. O material que temos não afirma o alcance dessas rotinas por tributo; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Bem, pra fechar: pré-validação ajuda, mas não substitui conferir o apurado contra o escriturado e o pago.

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