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Fóruns / Governança fiscal, AMS Fiscal e capacitação

Como um curso básico de governança fiscal ajuda quem decide sobre o GUEPARDO Tax?

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Pra dar o contexto: sou coordenador tributário e estou no rollout do GUEPARDO Tax em S/4HANA 2021. A diretoria perguntou se vale a pena o time fazer um curso introdutório de governança fiscal antes da implantação, ou se o projeto já cobre isso sozinho. Trabalho há 3 anos com fiscal e não quero levar ao diretor um argumento genérico. O que um curso básico muda de concreto para quem decide? Que critério dá para usar para dizer sim ou não?


Atualização:

Obrigado. Vou levar ao diretor três critérios: o time sabe dizer quem é dono de cada regra, existe lista do que foi customizado com responsável, e o primeiro dossiê sai no primeiro mês. Pergunta para a Paula: o dossiê ficou com a área fiscal ou com a TI, e quem revisou?

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Resposta curta: o curso básico vale se virar três coisas que o diretor consegue conferir. O que fazer na segunda-feira:

  1. Pedir ao time a lista de donos por regra fiscal.
  2. Pedir ao projeto a lista do que será customizado e de quem vai manter cada item.
  3. Marcar a entrega do primeiro dossiê, com data, dono e vínculo com a regra.

Segundo a nota de projeto, o produto não substitui a governança, e o treinamento do padrão pode ficar fora do contrato. O que o curso cobre e o que a versão instalada traz, a documentação do produto que temos não afirma; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Mais sobre o tema em programa de governança fiscal no SAP.

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Complemento pelo lado técnico. Então, meu ponto: curso introdutório não substitui treinamento do produto. Pela nota de sustentação, o treinamento de processo padrão do produto costuma ficar fora do contrato, e só se transfere o que foi customizado. Isso vira lacuna depois do go-live.

Checagem prática: peça ao projeto a lista do que será customizado (extensões Z, BAdIs) e confira se existe alguém no time para manter cada item. Sou ABAP e prefiro descobrir isso antes da virada.

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Discordo em parte. Curso básico antes da implantação vira cerimônia se não tiver dono nem entrega. Bem, aqui por perto o que funcionou foi amarrar o aprendizado a um produto concreto: um dossiê com data, dono e vínculo com a regra, que é o formato que a nota de projeto descreve para a governança do cliente.

Sem entrega, o curso é lista de presença. Critério: se no primeiro mês ninguém produziu o primeiro dossiê, o curso não mudou nada.

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Muda a pergunta que o gestor faz ao projeto. Sem base, a diretoria aprova o que lhe mostram; com base, cobra dono, evidência e critério.

No meu dia a dia, o que mais pesa é separar o que o produto faz do que é decisão do cliente. A nota de projeto que li diz que o produto não define estratégia tributária, não corrige dado mestre ruim e não substitui governança. Critério para o diretor: depois do curso, o time consegue listar quem é dono de cada regra fiscal? Se sim, valeu.

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