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Fóruns / Governança fiscal, AMS Fiscal e capacitação

O que a diretoria deve pedir para ter segurança de que o GUEPARDO Tax está bem operado?

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Me corrijam se eu estiver errada: sou consultora MM, não sou do fiscal, e a diretoria da empresa onde estou me pediu cinco evidências simples de que o GUEPARDO Tax está bem operado. Eles não são técnicos e não querem relatório de 40 páginas.

Olha, olhando o número, eu achei que eram dados como quantidade de chamados ou horas de atendimento, mas desconfio que isso não prova nada. Que cinco evidências a diretoria pode pedir e entender sozinha?


Atualização:

Obrigada, Ivone e Ana. Gostei da ideia da amostra feita por alguém de fora, e vou propor um mês fechado como teste. Pergunta de seguimento: a diretoria precisa pedir também a evidência de quem tem acesso aos ambientes? Fiquei sem saber se isso entra na lista de cinco ou é outro assunto.

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A resposta curta: a diretoria pode pedir cinco evidências de processo, não de volume. Resumindo a conversa:

  1. Fechamento: a conciliação mensal entre fiscal e contábil, com a diferença justificada.
  2. Donos: nome por regra e dossiê datado.
  3. Extensões: lista atualizada das extensões Z e seu impacto a cada atualização.
  4. Atualização: regressão contra períodos já fechados, depois que as obrigações do mês estiverem entregues.
  5. Atendimento: causa raiz de cada chamado, recorrência acompanhada e acesso por pessoa.

Para a ressalva da Ana: peça a conferência por amostra a alguém de fora da operação. Isto é julgamento de boa prática, não medição; o material que temos não traz número de desempenho do produto.

Para o lado de governança contínua, veja a governança fiscal com AMS Fiscal.

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A pergunta é simples, e o complemento é sobre acesso: batendo o olho, tá, entra sim. As notas de projeto registram que o acesso de consultor deve ser individual, nunca por credencial compartilhada, e revogado ao fim. Mais um ponto delicado: perfis tratados como assunto de TI, sem ninguém verificar se a mesma pessoa apura, aprova e lança a guia.

  • lista de quem tem acesso, atualizada;
  • acesso individual, sem credencial compartilhada;
  • revogação registrada ao fim do trabalho.
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Saudações, pessoal. O número é, né, o que menos importa. Eu pediria cinco coisas, segundo as notas de projeto que usamos como referência:

  1. fiscal e contábil fechando no mesmo valor, ou a diferença explicada por escrito, todo mês;
  2. um dono por regra, com dossiê com data;
  3. um inventário vivo das extensões Z, com dono, objetivo e o que cada uma assume do produto;
  4. regressão comparando com períodos já fechados depois de cada atualização;
  5. chamados com causa raiz demonstrada e relatório de recorrência.
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Ponto único: discordo de a diretoria receber essas cinco como relatório pronto da própria equipe. Então, uma dica de colega: quem opera não deve ser o único juiz do próprio trabalho. A diretoria deveria escolher um mês e pedir a conferência por amostra, feita por alguém de fora da operação. E cuidado com nível de serviço medido só em tempo de resposta, porque as notas de projeto dizem que isso engana.

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