Com minha bagagem de quem acompanha o fisco por três décadas e hoje estou imersa no S/4HANA 2021, percebo que a chegada de uma nova arquitetura tributária exige muito mais do que apenas uma simples adaptação de parâmetros. Já fizemos simulações iniciais pensando na migração, mas o volume de cenários potenciais é gigantesco. Como bem lembrou, tá, a complexidade do novo arranjo exige um planejamento ainda mais robusto. Diante dessa transição tributária futura, quais são os principais pontos que a equipe funcional do SAP deve endereçar em nosso ambiente para garantir uma transição fluida e sem surpresas operacionais?
Atualização:
Agradeço as contribuições focadas na concepção do fluxo e na granularidade necessária. Como bem lembrou, tá, testamos cenários onde a correta alimentação do motor de cálculo dependia da coerência entre o lançamento contábil e o movimento físico no ambiente de venda. Para avançarmos, gostaria de saber como vocês enxergam a gestão da transição entre as diferentes fases operacionais que alimentarão esse novo motor de recolhimento.