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Fóruns / Governança fiscal, AMS Fiscal e capacitação

O que faz uma área de governança fiscal em uma empresa que usa SAP e GUEPARDO Tax?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Boa tarde, colegas do fiscal. Sou controller e acompanho desde a migração do outro ERP para o SAP. Bem, como todo mundo sabe, agora a empresa usa SAP com GUEPARDO Tax e me pediram para abrir uma área de governança fiscal.

O problema é que ninguém soube me explicar o que essa área faz no dia a dia. Quero entender três coisas:

  1. quais são as entregas da área;
  2. quem participa;
  3. o que muda em relação ao fiscal que já existe.

Ouvi dizer que o produto já cuida disso. É verdade?


Atualização:

Ajuda muito, obrigada. Então a área não é um segundo fiscal, é a camada que cuida de dono, prova e risco. Vou propor começar pelo mapa de acessos, que o Luiz sugeriu, e depois pelo inventário das extensões.

Uma dúvida de seguimento: quem na empresa deveria chefiar essa área, o fiscal, a controladoria ou a TI?

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Uma área de governança fiscal garante dono por regra, dossiê com data e critério de decisão, e o produto não faz isso por ela: segundo a página do GUEPARDO Tax, ele não substitui governança. O material que temos não traz mais detalhe sobre o papel do produto nessa área; confirme com a NTT.

  1. Mapeie quem acessa o quê: quem apura, quem aprova, quem lança a guia.
  2. Faça o inventário das extensões Z com dono e objetivo.
  3. Defina o critério de atualização de versão com o fiscal na mesa.
  4. Monte o dossiê das regras, com data e dono, e combine com o jurídico por quanto tempo ele é guardado.

Quem chefia a área é decisão da empresa. Conheça o programa de governança fiscal no SAP.

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Desculpem se for básico, mas discordo da ideia de que o produto já cuida disso. Agora, no go-live, todo mundo pensa assim e depois sofre. Segundo a página do produto, citando a NTT, ele não define estratégia tributária, não corrige dado mestre ruim e não substitui governança.

Ou seja, a licença não dá dono por regra nem dossiê. O produto ajuda a executar; quem governa é a empresa. Se a área nascer esperando que o sistema faça isso, vai nascer vazia.

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Me corrijam se eu estiver errado: aqui a gente começou por outro lado, o acesso. Em geral, pois é, perfil de acesso é tratado como assunto de TI e ninguém verifica se a mesma pessoa apura, aprova e lança a guia.

Como auditor interno, eu começaria a governança por esse mapa de quem pode o quê. É rápido de levantar, mostra risco real e não depende de nenhuma ferramenta nova. Depois vêm dossiê e inventário.

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Contexto rápido primeiro: governança fiscal é o jeito de a empresa saber quem é dono de cada regra e conseguir provar isso depois. Segundo o material de governança do cliente, isso se resume a dono por regra, dossiê com data e vínculo com a regra, e período de guarda definido com o jurídico do cliente.

Olha, pra ser justo, não é tarefa de sistema. É rotina de pessoas, que o sistema apoia. O fiscal executa e apura; a governança garante que dá para explicar e repetir.

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Pessoal, bom dia. Complementando com entregas concretas da área:

  1. Inventário vivo das extensões Z em torno do fiscal, com dono, objetivo e o que cada uma assume do produto. O risco é a extensão que ninguém sabe explicar quebrar numa atualização.
  2. Critério de atualização de versão: ela é decisão de risco e de calendário fiscal, não só de Basis.
  3. Dossiê das regras e dos ajustes, com data e dono.

Isso é o que a área entrega na prática: lista, dono e critério.

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