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Fóruns / Governança fiscal, AMS Fiscal e capacitação

O que um CIO deve exigir da área fiscal para dar suporte ao GUEPARDO Tax?

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Oi, gente. Trabalho há 20 anos com fiscal e hoje estou no S/4HANA 2021, e nosso CIO está cansado de receber pedido fiscal urgente sem previsão nenhuma. Ele quer propor um acordo mínimo com a área fiscal para sustentar o GUEPARDO Tax: o que a TI pode exigir do fiscal e o que o fiscal pode esperar da TI. Pra não esquecer, tá, hoje o pedido chega por mensagem e ninguém conhece a fila. Qual seria o mínimo razoável?


Atualização:

Valeu, pessoal. Vou propor o acordo com duas colunas: do fiscal, descrição, exemplo de documento e obrigação afetada; da TI, acessos, fila e ambiente de qualidade. Uma dúvida de seguimento: o contrato com a NTT entra nesse acordo ou fica só com o jurídico?

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O acordo mínimo tem duas colunas, uma para cada lado. Resumo da conversa:

  1. Fiscal: pedido com descrição, exemplo de documento e obrigação afetada, mais o dono da regra e a validação.
  2. TI: estimativa, acessos individuais, ferramenta de chamados e ambiente de qualidade.
  3. Inventário das extensões Z, com dono e objetivo.

Sobre o contrato com a NTT: o material que temos o lista como dependência, mas não afirma seus termos. Confirme com a NTT. Para o desenho do acompanhamento, veja governança no AMS Fiscal.

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Discordo de o CIO exigir só do fiscal. Olha, o fato é que acordo de uma via não se sustenta. O material que temos lista dependências do lado da TI e do contrato: acesso individual aos ambientes, ferramenta de chamados, contrato do cliente com a NTT para o produto e ambiente de qualidade. Se a TI não entrega isso, o fiscal não consegue cumprir prazo. O acordo precisa de duas colunas.

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Do lado de ABAP, peça também o inventário das extensões Z em torno do fiscal. Segundo as notas de projeto que temos, elas são a parte que mais quebra na atualização, e a regra de decisão é parametrização antes de desenvolvimento, com inventário vivo de dono e objetivo. Olhando o número, tá, de pedidos urgentes que passam por aqui, boa parte vira desenvolvimento quando parametrização resolveria. É percepção minha, não medição.

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O mínimo é um calendário de pedidos ligado ao calendário de obrigações. Então, na minha área, combinamos que pedido que mexe em regra fiscal chega com a descrição do problema, um exemplo de documento e a obrigação afetada. Passamos por situação parecida no fechamento do mês passado e o pedido sem exemplo de documento voltou duas vezes. A TI entra com estimativa; o fiscal entra com o dono da regra e com a validação.

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