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Fóruns / Governança fiscal, AMS Fiscal e capacitação

Qual o papel do Canal Autorizado na implantação e governança do GUEPARDO Tax?

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Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Pode ser uma dúvida boba, mas preciso levar isso para a diretoria. Estamos avaliando o GUEPARDO Tax e não está claro para mim quem faz o quê: o detentor do produto, o canal que implanta e o nosso time interno. Se um relatório sair errado, a quem eu cobro?

Trabalho há 20 anos com fiscal e hoje estou no RISE with SAP, e, então, olhando o número, preciso de uma divisão de papéis que eu consiga colocar no papel. Como vocês separam isso?


Atualização:

Obrigada a ambos. A tabela de três colunas já ajuda e vou testar com um caso real do último fechamento. A discordância do Kleber me interessa: como eu documento que foi dado mestre e não defeito do produto?

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Fechando a conversa em três frases. Defeito do produto é da NTT. Configuração, causa raiz e prova do comportamento do sistema são do canal que implanta. A decisão tributária é sempre da empresa.

Para levar à diretoria: registre cada atendimento com causa, exija relatório de recorrência e escreva o limite entre sustentação e projeto antes de assinar. O material que temos não afirma como cada contrato divide os chamados; confirme com a NTT e com o canal. Leitura complementar em sustentação e governança fiscal.

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Respondendo à Débora, documente cada atendimento com sintoma, evidência, causa e quem resolveu. Antes de mais nada, viu: o relatório mensal com recorrência mostra se o mesmo erro volta.

Outro cuidado é o escopo. O material de projeto lista como risco recorrente o escopo mal definido entre sustentação e projeto, e o treinamento de processo padrão do produto fora do contrato. Deixe isso escrito antes de assinar.

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A licença e o produto são da NTT, que também cuida da manutenção da licença e da correção de defeitos do produto. O canal autorizado implanta, configura e dá sustentação sobre essa licença, e então, o curioso é é separar bem as duas coisas.

Para a diretoria, uma tabela de três colunas resolve: defeito do produto vai à NTT, parametrização e causa raiz de configuração vão ao canal, decisão tributária fica com a empresa.

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Discordo de uma parte: nem todo problema cabe numa coluna só. Como já disse, tá, um erro de apuração pode ser dado mestre, parametrização ou defeito, e só a causa raiz diz de quem é.

Por isso exija no contrato de sustentação a investigação de causa raiz e a abertura de chamado no canal oficial da NTT quando a evidência apontar para o produto. Sem isso, o ping-pong de responsabilidade volta.

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