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Fóruns / Governança fiscal, AMS Fiscal e capacitação

Que riscos o CFO deve pesar ao decidir entre apuração própria e um add-on como o GUEPARDO Tax?

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Pode ser uma dúvida boba: acabei de assumir a área, vindo de telecom, e a empresa apura os impostos por programas próprios feitos em ABAP há anos. O CFO quer listar os riscos de manter esse modelo ou de trocar por um add-on como o GUEPARDO Tax. Não sei por onde começar a lista. Quais riscos cada lado carrega, sem comparar produto com produto, só o que cabe pesar para decidir?


Atualização:

Obrigado aos dois. Veja, o bom é que agora tenho dois lados na lista: inventário dos programas próprios de um, cobertura por obrigação do outro. Vou montar a primeira planilha assim. Uma dúvida de seguimento: o inventário deve ficar com a TI ou com o fiscal?

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O CFO consegue pesar a decisão com duas listas de risco. Manter a apuração própria: dependência de pessoas, programas sem inventário que quebram na atualização e toda a manutenção na casa. Trocar pelo add-on: cobertura por obrigação ainda a confirmar com a NTT, porque o material que temos não traz documentação funcional de várias obrigações, e a continuidade de responsabilidades do dado, da governança e da validação com a empresa. O produto não define estratégia tributária nem corrige dado mestre ruim. Para a decisão, veja como escolher a solução fiscal no SAP.

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Um lembrete, viu, sobre quem fica com o quê em cada modelo:

  1. Com add-on, a manutenção da licença e a correção de defeitos do produto são da NTT. A parametrização e a validação do resultado continuam com a empresa.
  2. Com programa próprio, tudo isso é da casa, inclusive o acompanhamento de cada mudança de regra.
  3. Nos dois casos, a atualização de versão é risco: ela precisa de análise de impacto antes e regressão depois.

Sobre a dúvida do Diego, eu deixaria o inventário com o fiscal como dono, e a TI como apoio técnico.

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Discordo de que o risco esteja só no lado do programa próprio. Trocar também tem risco, e o primeiro é achar que o add-on resolve o que ele não promete: o produto não define estratégia tributária, não corrige dado mestre ruim e não substitui governança.

Meu alerta, tá: confira obrigação por obrigação o que existe de documentação funcional. O material que temos registra que não há documentação funcional de ICMS, IPI, SPED Fiscal, DIFAL e outras. O material que temos não afirma o comportamento nessas obrigações; confirme com a NTT ou teste no ambiente.

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Manter os programas próprios carrega o risco de ninguém saber o que existe: na experiência dos projetos, extensões Z em torno do fiscal quebram na atualização e ninguém sabe dizer qual existe, quem escreveu e o que assume do produto.

Até onde sei, viu, o primeiro passo é um inventário, com dono, objetivo e o que cada programa assume do padrão do SAP. Sem esse levantamento o CFO não tem como pesar nada, nem o custo de manter nem o de trocar.

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