Pode ser uma dúvida boba: acabei de assumir a área, vindo de telecom, e a empresa apura os impostos por programas próprios feitos em ABAP há anos. O CFO quer listar os riscos de manter esse modelo ou de trocar por um add-on como o GUEPARDO Tax. Não sei por onde começar a lista. Quais riscos cada lado carrega, sem comparar produto com produto, só o que cabe pesar para decidir?
Atualização:
Obrigado aos dois. Veja, o bom é que agora tenho dois lados na lista: inventário dos programas próprios de um, cobertura por obrigação do outro. Vou montar a primeira planilha assim. Uma dúvida de seguimento: o inventário deve ficar com a TI ou com o fiscal?