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Fóruns / GUEPARDO Tax: apuração e SPED

Como fazer ajuste de correção em apuração já criada no GUEPARDO Tax?

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Pano de fundo: sou analista em transição de carreira, não sou do fiscal, então desculpem se a dúvida for básica. Na revisão do fechamento descobri que alguém fez um ajuste manual na apuração do GUEPARDO Tax e não deixou nenhuma justificativa registrada. Ninguém sabe dizer por que o valor mudou. Bem, o risco é a auditoria perguntar e a gente não ter resposta. Qual é o procedimento correto para registrar um ajuste de modo que dê para explicá-lo depois, e o que eu já posso exigir do time no próximo mês?


Atualização:

Obrigado a todos. Fui olhar e o ajuste foi lançado e aprovado pela mesma pessoa, então esse é o furo de verdade. Vou montar uma planilha de quatro colunas (quem, quando, motivo, documento) e exigir o preenchimento no próximo fechamento. Uma dúvida de seguimento: os ajustes dos meses anteriores, que já estão sem motivo, eu preencho agora de forma retroativa ou deixo marcado como sem justificativa na época?

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Um ajuste só passa pela auditoria se a justificativa e a evidência forem registradas no momento em que ele é feito. Na segunda-feira:

  1. Registro obrigatório: autor, data, motivo, documento de origem e aprovador em todo ajuste.
  2. Segregação: confira se a mesma pessoa lança e aprova ajuste.
  3. Produto: a NTT documenta histórico de modificação só na apuração de PIS e COFINS; nos demais módulos, pergunte à NTT ou teste antes de contar com ele.
  4. Meses antigos: marque como sem justificativa original e registre a reconstruída, com a data de hoje.

O histórico mostra que o valor mudou; a justificativa explica por quê. Para estruturar o dossiê, veja o programa de governança fiscal no SAP.

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Boa noite, colegas. Sou da área tributária, não do fiscal, e peço desculpa se for redundante. Sobre os meses anteriores: o bom é não reescrever o passado.

  1. Marque o ajuste antigo como sem justificativa original.
  2. Registre a justificativa reconstruída com a data de hoje e o nome de quem a reconstruiu.
  3. Anexe o documento que sustenta o valor, se existir.
  4. Pergunte ao jurídico por quanto tempo guardar esse dossiê; a fonte diz que o período de guarda é definido com o jurídico do cliente.
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Vamos ao que interessa: falta a segregação. Nas notas de projeto que seguimos, perfis de acesso são tratados como assunto de TI e ninguém verifica se a mesma pessoa apura, aprova e lança a guia. A própria fonte marca confiança baixa nisso, então vale conferir no seu caso. Aqui, no go-live, né, ninguém tinha olhado essa combinação. Levante quem pode lançar ajuste e quem pode aprová-lo. Se for a mesma pessoa, esse é o primeiro furo a fechar.

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Objetivamente: discordo de tratar o histórico de modificação como solução. Ele mostra que o valor mudou, não explica por quê, e a auditoria pergunta o motivo. Contando nos dedos, viu, são três coisas diferentes: o registro da mudança, a justificativa e a evidência. Só a primeira pode vir do produto. As outras duas são do processo, e a fonte que uso trata a governança do cliente como dono por regra e dossiê com data, dono e vínculo com a regra. Ou seja, o ajuste precisa apontar para a regra que o autoriza.

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Sem querer atrapalhar: o ajuste só é rastreável se a justificativa nascer junto com ele. O x da questão, tá, é não deixar o motivo na cabeça de quem lançou. Eu exigiria quatro itens por ajuste:

  1. quem lançou e em que data;
  2. o motivo, em uma frase;
  3. o documento ou a conta que originou a diferença;
  4. quem aprovou.

Segundo a documentação da NTT, a apuração de PIS e COFINS tem histórico de modificação entre as funcionalidades. Para os outros módulos, o que temos de documentação não afirma isso; confirme com a NTT ou teste no ambiente.

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