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Fóruns / GUEPARDO Tax: apuração e SPED

Como informar processos administrativos e judiciais no GUEPARDO Tax?

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Desculpa incomodar com isto. Aqui o faturamento em SD grava as condições de imposto por item da nota, e a apuração dos débitos de ICMS e de PIS e COFINS está no GUEPARDO Tax. O que preciso saber é quais dados do faturamento a apuração de fato lê e como conferir isso sem abrir nota por nota. Puxando o fio, viu, o que quero evitar é descobrir só no fechamento que um campo não estava entrando. Alguém tem um jeito de amostrar?


Atualização:

Obrigada, vou fazer ida e volta com notas de tipos diferentes. Uma dúvida de seguimento: para o ICMS, já que o material não traz lista nenhuma, eu peço à NTT por escrito a lista de campos lidos ou o teste no ambiente de qualidade já responde o que eu preciso?

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O material que temos confirma o caminho geral, a leitura de SD pela base SAP, e a busca de documentos no PIS e na COFINS; a lista de campos que entra no ICMS ele não afirma. Por isso a prova é uma amostra de ida e volta:

  1. Ida: notas de tipos diferentes, achadas na apuração.
  2. Volta: maiores linhas do relatório de débitos, achadas na nota.
  3. Natureza da receita: se há regra em código, confira com quem a escreveu.
  4. ICMS: pergunte à NTT por escrito e teste no ambiente de qualidade; registre data e versão instalada.

Para organizar a apuração e o que ela precisa receber, veja como estruturar a apuração de impostos no SAP.

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Em linhas gerais, né, discordo de parar na amostra que vai da nota para a apuração. Ler direto da base não garante que nada ficou de fora. Na EFD-Reinf, a documentação cita busca de documentos bem configurada para não faltar documento. Faça a conferência nos dois sentidos:

  1. Ida: sorteie notas de tipos diferentes (venda, devolução, cancelada, serviço) e ache cada uma na apuração.
  2. Volta: pegue as maiores linhas do relatório de débitos e ache a nota de origem.
  3. Diferença: liste nota sem linha e linha sem nota, uma a uma.
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Direto ao ponto: um dado que a apuração não resolve sozinha é a natureza da receita. Segundo a documentação da NTT, sem determinação por NCM ela exige desenvolvimento via BAdI, o /FHG/BADI_PIS, método NAT_RET_DETERMINE. Olha, o detalhe é que, se vocês têm essa regra, ela mora em código. Peça ao desenvolvedor a lista do que esse ponto de extensão faz hoje e confira com cinco notas de natureza diferente, com quem conhece a regra olhando.

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Deixa eu montar o quadro. Segundo o material institucional da NTT, o produto lê FI, CO, MM e SD direto da base SAP, sem exportação manual, mas esse material não lista campo por campo. Do lado do PIS e da COFINS, a documentação traz relatório de débitos, créditos e retenções e consolidação de documentos fiscais. Para o ICMS, a documentação disponível não afirma quais dados entram; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Agora, o básico: sem lista oficial de campos, a prova é por amostra, e ela começa pela nota.

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