Pular para o conteúdo

Fóruns / GUEPARDO Tax: apuração e SPED

Como o GUEPARDO Tax organiza o histórico de dados para uma fiscalização estadual?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
6 Respostas
0 Visualizações

Como estamos hoje: recebemos uma intimação da fiscalização estadual pedindo dados de apuração de períodos antigos, anteriores à última atualização de versão. Meu gestor perguntou como o GUEPARDO Tax organiza esse histórico e eu não soube responder. A orientação que me deram foi: a dica é, tá, pedir tudo para o consultor. Mas não quero chegar à reunião sem saber o que o produto guarda de fato e o que depende de arquivo nosso. Alguém já passou por isso? O que verificar primeiro, antes de prometer prazo ao fisco?


Atualização:

Obrigado, pessoal. O Diego me convenceu: vou separar os arquivos entregues em pasta própria, com data e responsável. Já abri duas apurações antigas no ambiente, só para leitura, e uma delas mostra data de modificação diferente da que consta no nosso controle. Isso é normal ou sinal de que alguém mexeu? Como investigar sem apagar a evidência?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

A conversa chegou a um roteiro. A apresentação da NTT afirma só que o produto atende todos os estados e guarda histórico para fiscalização. Formato, tempo de guarda e recuperação de período antigo ficam sem resposta no material que temos. Por isso, o histórico que vale é o que a empresa consegue provar:

  1. Relacione obrigações e períodos do ofício.
  2. Abra cada apuração no ambiente, em leitura, e registre status e histórico de modificação.
  3. Reúna o arquivo entregue e a conciliação contábil, guardados fora do ambiente.
  4. Onde faltar informação, pergunte à NTT ou teste no ambiente antes de responder o fisco.

Mais sobre o produto em GUEPARDO Tax.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O chato é, pois é, que data diferente não prova nada sozinha. A documentação do módulo de PIS e COFINS que temos cita um histórico de modificação da apuração. Se a obrigação do seu caso tiver recurso parecido, comece por ele:

  1. Abra o histórico da apuração e leia usuário e data de cada alteração.
  2. Compare com o controle de vocês.
  3. Não altere nem reprocesse a apuração antiga antes de documentar o que viu.

Para a apuração estadual, o material que temos não descreve esse histórico; confirme com a NTT ou teste no ambiente.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Discordo de tratar isso como pergunta ao produto. Então, falando sério, a fiscalização não quer saber como o GUEPARDO organiza nada: quer o número e a prova. Se a empresa depende da ferramenta para guardar o histórico e esta é a primeira vez que alguém verifica, o risco já estava instalado. Eu exportaria hoje os arquivos entregues e os relatórios de conciliação de cada período e guardaria fora do ambiente. A cópia dentro do ambiente pode mudar com atualização; o arquivo entregue não muda. O material que temos não afirma se a apuração antiga é preservada depois de uma atualização: confirme com a NTT ou teste no ambiente.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Por experiência, tá, o histórico que o fisco quer quase nunca está num lugar só: tem a apuração, os documentos fiscais que a alimentaram e o arquivo enviado na época. Reproduzir um período é abrir a apuração e comparar com o arquivo entregue naquela data. Se houve migração ou atualização no meio, confira se os documentos antigos continuam legíveis no ambiente atual: a documentação da NTT sobre a parte contábil diz que em S/4HANA os lançamentos ficam na ACDOCA, e o produto tem interface de busca própria para ela. O material que temos não afirma nada equivalente sobre a apuração estadual.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Pra ser justo, tá, o produto sozinho não responde a uma fiscalização. Monte um dossiê por período com estes itens:

  1. Ofício do fisco: obrigações e períodos pedidos.
  2. Arquivo transmitido, com data de entrega e responsável.
  3. Apuração correspondente, com o status que tinha.
  4. Conciliação com a contabilidade do mesmo período.
  5. Quem assinou cada etapa.

O período de guarda desse dossiê se define com o jurídico da empresa, não com a TI.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Resposta curta: segundo o deck da NTT, a parte estadual guarda histórico para fiscalização, mas o material que temos não diz como, por quanto tempo nem em que formato. Então, o risco é prometer ao fisco algo que o produto talvez não entregue. O que fiz: listei os períodos pedidos e, para cada um, abri a apuração no ambiente e anotei o status e a data da última modificação. Só depois respondi o prazo. Anote o que existe e o que falta antes de qualquer resposta.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!