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Fóruns / GUEPARDO Tax: apuração e SPED

Como organizar o fechamento da EFD-Reinf com o GUEPARDO Tax para não perder o prazo?

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Pra dar o contexto: S/4HANA 1909 com GUEPARDO Tax, EFD-Reinf em operação, e todo mês várias áreas fornecem dados e atrasam. Agora, e olha que o time se esforça, o fechamento da Reinf vira correria perto do prazo.

O gestor quer um cronograma de fechamento com checagens por evento. Que checagens entram, em que ordem e quem responde por cada uma? Quero algo que eu consiga rodar já no próximo mês, sem depender de memória de ninguém.


Atualização:

Obrigada a todos. Vou montar o cronograma assim: no começo do mês, um teste ponta a ponta com lote pequeno; na primeira semana, a lista de notas sem registro; no meio, a checagem de retenção entre nota, guia, Reinf e saldo; e no fim, o fechamento só com a conciliação sem pendência.

Pergunta de seguimento: quem deve ter o poder de segurar o fechamento quando uma área atrasa os dados, o fiscal ou a controladoria?

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Resumindo: organize o fechamento da EFD-Reinf em checagens por evento, começando cedo, e confirme a data oficial no calendário vigente.

  1. Início do mês: teste ponta a ponta com lote pequeno, porque divergência descoberta só na homologação aparece perto da exigência.
  2. Origem: notas de serviço registradas pela MIRO ou por fatura em FI, com busca de documentos configurada.
  3. Retenção: compare nota, guia, Reinf e saldo contábil, com lista de diferenças por dono.
  4. Fechamento: eventos de fechamento só depois da conciliação sem pendência, e retorno conferido.
  5. Responsáveis: certificado, transmissão e homologação por escrito, e matriz ou filial definidos. Quem segura o fechamento quando a área atrasa deve ser definido antes, por escrito, com o gestor.

O que temos de documentação não afirma cronograma do produto nem prazos; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Mais em EFD-Reinf no SAP.

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E aí, pessoal. Discordo de organizar tudo em torno do envio perto do fim. E aí, em outras palavras: o problema aparece cedo, e a gente só vê tarde. Nas notas de projeto, a divergência costuma ser descoberta só na homologação, perto da data de exigência, e o ambiente de qualidade às vezes não tem a transmissão configurada, então parte do fluxo nunca foi testada.

Eu moveria o primeiro teste de ponta a ponta para o começo do mês, com um lote pequeno de eventos, e só depois cobraria as áreas.

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Oi, pessoal, tudo bem? Então, saindo um pouco do tema, uma pergunta que sempre trava: quem cuida de certificado, transmissão e homologação, e se a entrega da série R-4000 é na matriz ou por filial. Sem essas respostas escritas, o cronograma não tem dono.

  1. Escreva o responsável pelo certificado.
  2. Escreva quem transmite e quem homologa.
  3. Escreva se a R-4000 sai na matriz ou por filial.
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Me desculpem a pergunta, mas outra forma de organizar é pelos eventos de fechamento, não pelas áreas. Como todo mundo sabe, né, a documentação lista os eventos de fechamento R-2098, R-2099 e R-4099, e os retornos R-5011.

  1. Defina uma data interna de corte por série de eventos.
  2. Só feche o período com a conciliação de eventos sem pendência.
  3. Confira o retorno antes de dar o mês por encerrado.
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Complemento do lado da auditoria. Olha, de longe, o que mais derruba o fechamento é a retenção que não bate entre nota, guia, Reinf e saldo contábil. A causa raramente está no módulo de apuração; costuma estar na origem, com retenção fora do padrão ou fato gerador errado.

Checagem por evento: compare o valor retido na nota, o valor da guia, o valor enviado na Reinf e o saldo da conta contábil. Qualquer diferença entra numa lista com dono e data.

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Comece pela origem, não pelo envio: confirme que a retenção sai certa no ERP padrão antes de olhar a Reinf, porque a Reinf lê o que o ERP gravou. E aí, pra constar, a documentação cita como pré-requisito as notas de serviço de entrada registradas pela MIRO ou por fatura em FI, com busca de documentos bem configurada para não faltar documento.

Checagem semanal: antes do fechamento, liste as notas de serviço do mês sem registro na MIRO ou em FI e cobre cada área pelo nome do responsável.

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